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29 Maio 2009
MADEIRA
Festival do Atlântico em Junho Trabalho “notável” das forças policiais
Património mundial
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O presidente do Governo Regional defendeu que a Madeira precisa,acima de tudo, de estabilidade e paz sociais, bem como de uma economiade guerra, isto é, de não ter medo de investir.Alberto João Jardim falava na inauguração do Hotel Pestana Promenade,do empresário Dionísio Pestana, cuja família o presidente considerouserem empresários que nunca tiveram medo de arriscar.«Falou-se das dificuldades actuais, mas aqui na Madeira, apesar de tudoo que tem acontecido e que não é para aqui chamado no dia de hoje, istotem avançado».Atítulo de exemplo, Jardim disse que no próximo mês de Junho teminaugurações marcadas para quase todos os dias úteis e em Julho, comoacrescentou, tem já poucos dias livres para novas inaugurações. Opresidente do Governo disse que isto tem um significado. «Tem a ver coma referência que eu há pouco fazia ao sangue madeirense desta família: osmomentos podem ser duros, podem ser complicados, mas é preciso tertenacidade».Referindo-se à expressão “economia de guerra” anteriormente usada porDionísio Pestana, Alberto João Jardim disse gostar do termo. «Porcoincidência, quando eu entro em períodos em que é preciso acelerar mais- e está-se a ver quais são - e começam a pôr uma série de problemas, eudigo logo: isto é uma economia de guerra. É para avançar. Acho que passei30 anos numa economia de guerra e o grande artilheiro foi o DionísioPestana», especificou.
INAUGURAÇÃO DO “PESTANAPROMENADE”
Jardim defende “economia de guerra”
Alberto João Jardim declarou que a Zona Franca daMadeira “é sagrada para o Governo Regional” eanunciou que o executivo está à procura de parceriascom os empresários da região. “AZona Franca é sagradapara o Governo Regional e uma das razões pelas quaisvamos apresentar um projecto de revisão constitucional,porque precisamos de mais mecanismos paradesenvolvê-la”, argumentou o líder madeirense.O presidente do executivo madeirense falava naabertura do seminário promovido pela AssociaçãoComercial e Industrial do Funchal (ACIF), subordinadoao tema “Criatividade e Inovação - Caminhos e Soluçõespara Ultrapassar a Crise”, que assinala o Dia doEmpresário Madeirense. Jardim concordava com asafirmações do presidente da ACIF, Francisco Santos, quedefendeu que o “Centro Internacional de Negócios daMadeira é um pilar estruturante da economia regional eum instrumento fundamental para assegurar acompetitividade” da região no exterior, cumprindo oobjectivo de, a prazo, reduzir a necessidade que a regiãotem de apoios financeiros da UE e do Estado.Jardim sustentou que o “país não pode andar comconflitualidades e tira-teimas políticas”, sobretudo emtempo de dificuldades, sendo necessário “dar umpontapé para a frente”.Alberto João Jardim destacou que o executivo “está àprocura de parcerias para a construção do novo hospital”e “aberto” a todas as sugestões e soluções que osempresários privados possam apresentar para exploraçãode bens que antes até eram do sector público.Jardim que há poucos dias criticou os empresários quealmoçaram com o primeiro-ministro, José Sócrates,aquando da sua primeira visita oficial à Madeira (15 deMaio), realçou que subsiste na sociedade destearquipélago uma postura que não foi ultrapassada, “oatavismo do madeirense ser o maior inimigo de outrosmadeirenses”.Alberto João Jardim opinou ser necessário “um fortesentido de cumplicidade” para enfrentar as dificuldades,porque se persistir o clima conflito na região “quem estáde fora estará a rir” da situação.“AMadeira sempre viveu em dificuldades, a vidanunca foi fácil. Se o desafio é agora maior, com acapacidade que temos também vamos ganhá-lo”, disse.
“Zona Franca” é sagrada para a região
Um comerciante madeirense de 59 anos foi libertado em Naguanagua,Valência (200 quilómetros a oeste de Caracas), após 31 dias de sequestro,informaram as autoridades venezuelas.Segundo o tenente-coronel Edgar de Jesus Garcia, comandante do GrupoAnti-Extorsão e Sequestro da Guarda Nacional (policia militar), JoãoFerreira Pereira foi libertado no sábado em Naguanagua e pouco depois foiabordado por polícias, que, numa operação conjunta com o Corpo deInvestigações Científicas, Penais e Criminalísticas, seguiam os suspeitos.Natural do Campanário, Madeira, João Ferreira Pereira, 59 anos, éproprietário de um supermercado e de uma distribuidora de carne e frangono Mercado Maior da cidade de Valência.O português foi sequestrado a 24 de Abril por 10 indivíduos armados,membros do bando “Los Mayoristas” em Los Colorados, quando se dirigiapara a sua residência.Apolícia anunciou ter identificado plenamente dois dos sequestradores,ambos de 30 anos, os dois procurados pelas autoridades.
Comerciante libertado na Venezuela
Alberto João Jardim afirmouque o plantel do Marítimo temde deixar de ser uma “equipade brincas na areia” e actuarcomo o presidente doGoverno Regional da Madeirapara chegar às competiçõeseuropeias. O governanteinsular salientou que a “últimaépoca foi má” e que oobjectivo tem de ser chegaràs competições europeias.
“Marítimo tem dedeixar de ser equipade brincas na areia”
O Festival do Atlântico, promovido pela Secretaria Regional doTurismo e Transportes em parceria com a Secretaria Regionalde Educação e Cultura, decorrerá ao longo do mês de Junhocom um programa vasto e diversificado. O ponto alto destecartaz é o Concurso Internacional Piromusical, todos os sábadosde Junho, no qual competem Itália ( 6 de Junho), Rússia (13),Alemanha (20). Portugal, através da Empresa MacedosPirotecnia, encerra o ciclo de espectáculos piromusicais, masdesta vez, com a Orquestra Clássica da Madeira (OCM) ao vivo.O presidente do Governo Regional disse que os baixos índicesde insegurança registados na Madeira são o resultado docomportamento cívico dos madeirenses e do trabalho «notável»das forças de segurança. «Se nestes anos todos pós-autonomianós temos aqui um índice muito baixo de insegurança, se foipossível vivermos nesta estabilidade e nesta disciplinademocrática, deve-se, em primeiro lugar, à própria população,mas, em segundo lugar, aos serviços que têm zelado pelasegurança na Região», disse o presidente do Governo Regiona.
AReserva Natural das IlhasSelvagens vai voltara sercandidata a Património MundialNatural da Humanidade, depoisde a anteriorcandidatura tersido reestruturada. Aactualsituação da última candidatura,que ocorreu em 2002, preenchiatodos os requisitos decandidatura até a fase final.
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