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Nº 84
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Ano 4
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21 Maio 2010 Director: Daniel SantosQuinzenal
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Gratuito
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REINO UNIDO
O professor e comentador político Marcelo Rebelo deSousa, que regressa este domingo aos ecrãs da tv,mantem a teoria de que o primeiro-ministro tem “mentidosistematicamente” ao longo dos mandatos, umas vezescom mentiras “piedosas” e outras com “falsas convicções”.“Eu tenho a teoria de que o primeiro-ministro tem mentidosistematicamente, umas vezes com mentiras piedosas,outras menos e outras vezes com falsas convicções”, disseo antigo líder do PSD. Marcelo falava aos jornalistas, emPortimão, na apresentação do livro “Direito e Turismocomo Instrumentos de Poder - Os Territórios Turísticos”,da autoria do professor Virgílio Machado.
Pag. 8
Sócrates mentesistematicamente
PROFESSOR MARCELO REBELO DE SOUSA VAI REGRESSAR NA TVI
IN FOCO
“Chocolate Mirror”festeja aniversário
Foi com uma festa de arrombaque o café-restaurante“Chocolate Mirror” assinalou apassagem do seu primeiroaniversário. Muita animação eos tradicionais comes e bebesbem portugueses.
Pag. 23
Cantou-se o fadona Tasca de Corby
O fado visitou este mês aidade de Corby, no centro deInglaterra, e atravessou ocoração de muitos locais eportugueses, que se reuniramno restaurante A Tasca.
Pag. 17
Calendário do Mundial
Tome nota dos jogosda mais importanteprova do futebolmundial.
Pag. 20/21
É mais um espaço português que ocupa a Wilcox Road, emLambeth, que cada vez mais fala a nossa língua. Na próxi-ma edição vamos falar da história por detrás desta famosarua do “Litle Portugal”. Esteja atento, vai valer a pena.
 
Sport Caféabre em Wilcox Road
Classe médiavai sofrernas mãosdeste governo
Vêm aí medidas que vão mexer coma vida de muita gente. Cá, como “lá”,a classe média é que paga.
Pag. 5
Thetford mostroua sua fé por Fátima
Mais de 70 portugueses reuniram-se na Igreja de St.Mary, em Thetford, para celebrar o dia de Nossa Senhorade Fátima, com a tradicional procissão, terço e missa,celebrada pelo Padre André, da Missão CatólicaPortuguesa no Reino Unido.
Pag. 30
A FESTA DO BENFICA
Pag. 38
 
2
21 Maio 2010
 AINDA A TEMPO
Direcção Geral.
João de Noronha joaonoronha@asnoticias.co.uk;
Direcção Administrativa eComercial.
Pedro Fernandes pedrofernandes@asnoticias.co.uk;
Direcção Financeira.
SusanaForte Vaz susana@asnoticias.co.uk;
Director/Editor.
Daniel Santos;
Redactora.
SorayaVentura;
Colaboradores:
Denise Cabral (Comunidades e Movimento Associativo); AlfredoMiranda (Portugal); Marques dos Santos (Desporto); JCD Gomes; Isilda de Freitas;J. Bandeira; Miguel Linhares (Informática);
Opinião.
José Bandeira, F. Gonçalves da Silva,Valdeiza Costa, Carlos Flores (Fotografia), Isa Alexandre (Moda), Mike Silva (Automóvel);Revisão: S. Vaz;
Distribuição.
Portuguese Link, City Link e EuroMarket ;
Tiragem.
20 milexemplares distribuídos em 259 localidades na Inglaterra, País de Gales, Escócia, Irlanda, ilhasde Jersey e Guernsey;
Colaboração.
Lusa, Agência de Notícias de Portugal, SA.
Nota da Direcção.
A publicidade publicada neste jornal, cadernos e inserções é da inteira responsabilidadedos anunciantes. Os artigos de opinião são também da inteira responsabilidade de quem os subscreve e podemou não transmitir a opinião do jornal. A sua publicação insere-se na responsabilidade democrática que temosem aceitar a liberdade de expressão, de opinião e o direito à diferença.
Propriedade e Administração
Portuguese Link Ltd.
Sede:
25A Guildhall StreetThetford – Norfolk IP24 2DT - Tel: 01842 764622
Delegação:
47 South Lambeth RoadLondon, SW8 1RH - Tel: 02075 821155geral@portuguesemedia.co.uk - sales@portuguesemedia.co.uk 
 
satellitesystems@hotmail.co.ukwww.satellitesystems.com.ptTel: 07958957974 / 07817800119Fernando Mendes
Pode ter até 3 boxes com apenas uma assinaturaEntregas e instalações em todo o Reino UnidoPrestamos serviços 7 dias por semana
 Jurisprudência
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www.portuguesemedia.co.uk/asnoticias
D
ecorria o ano de 2010. À época, naquele pequeno paísa Ocidente da Europa, as coisas não corriam bem.Faltava um pouco de tudo... Dinheiro, emprego, valorese princípios, homens dignos e à altura dos cargos queocupavam. Ninguém se entendia. Em suma, não haviapão, todos ralhavam, mas alguns até tinham razão...Era o caso do juíz Durão Carrasco, homem duro e incorruptí-vel que fizera fama pelas suas decisões correctas, pelas sen-tenças que proferia. Carrasco era o terror dos culpados, era umdiabo para os advogados que temiam recorrer das sábias sen-tenças por ele proferidas. Com Durão, poucos eram os recursosinterpostos, muitos menos seriam aqueles que revogavam assuas decisões. Por isso, não admirava que a sala de audiênciasestivesse repleta de gente. Os julgamentos de Carrasco erampúblicos. Dentro daquelas paredes do vetusto tribunal, tudo eraclaro, limpo, transparente. E o povo gostava...Embora este caso não se revestisse de especial importância,ninguém perdia pitada. O silêncio era respeitoso, olhos e ouvi-dos não se despegavam daquela figura imponente, de óculosdescaídos sobre o nariz, que enchia a abafada sala.O julgamento entrava na recta final. O réu, de pé, mexia ner-vosamente as suadas mãos, que passava, amiúde, pelo cabelo.Via-se que não estava à vontade, não estaria habituado a ser confrontado com alguém que não o temia...- Diga lá então, senhor Javardo, se se considera ou não culpa-do do crime de que está acusado? - interrogava o juiz.- Javardo, não, senhor doutor juiz... Fajardo Rodrigues...- Fajardo ou Javardo... para mim é quase a mesma coisa.Considera-se ou não culpado de ter roubado duas lapiseiras adois jornalistas da revista “Domingo”?- Bem... senhor doutor juiz - gaguejou o réu. - Eu estava ape-nas a defender a minha honra...- A defender a sua honra? Com uma desonra? Que valores eque princípios regem a sua conduta? Roubou ou não roubou?- De facto, apropriei-me indevidamente...- Apropriou-se? Que conversa é essa? O senhor roubou asduas lapiseiras. Foi filmado... apanhado em flagrante delito evem para aqui dizer que se apropriou indevidamente... Aqui,nesta casa da Justiça, a semântica fica à porta! - vociferou, jáirritado, o autoritário juiz.- Assim sendo... se vossa excelência assim o entende...- Entendo eu e entende toda a gente! Só os seus amigalhaçoso podem considerar uma pessoa digna, um exemplo para o país.Isto está mau, mas com exemplos como o seu bem pior ficará.Condeno-o a um ano de prisão efectiva, não remível a dinheiro.É atrás das grades que devem estar os Javardos deste país...- Fajardo, senhor doutor juiz... Fajardo Rodrigues...- Pois que seja... Está encerrada a sessão.Mais de 400 mil portugueses vão puder ouvir rádio em português, emitida na onda 558AM, apartir de Londres e atingindo um raio até 100milhas por toda a Inglaterra. Os responsáveispelo nosso jornal, lançam-se agora na rádio,cumprindo a promessa feita pelo nosso director geral, João de Noronha, durante a 2ª Gala.Produzida também por Pedro Fernandes,outros dos responsáveis da nossa publicação, aRádio “As Notícias” será dirigida por este jovem,que há muito perseguia um sonho a concretizar.Com a sua entrada para o capital da empresaproprietária do jornal, criaram-se as condiçõespara dar espaço, materializar, conjugar dois pro- jectos e garantir a produção e o controlo de umaestação de rádio.Tudo estava preparado para Setembropróximo, contudo a instabilidade financeira e asdificuldades encontradas por alguns dosutilizadores da estação, vieram a precipitar anossa entrada na emissão de programas, antesdo tempo como projectado.Por isso, vamos, para já, produzir 2 horas noSábado e Domingo, para muito em breveaumentar a transmissão, no mesmo horário, àsTerças e Sextas, para depois, a curto prazo, pas-sarmos a uma edição diária. Para Setembromantém-se o projecto na produção de 4 horasdiárias, ou mais, e grandes novidades, tanto emconceito de empresa, em programação, produ-ção e emissão. Este é um projecto que tem vindoa ser negociado há mais de 2 anos e cujo inves-timento se situa em mais de 100 mil libras, peloque só seria possível com parceiros financeirosfortes e capacitados. Deste modo, PedroFernandes irá dirigir, inicialmente, um pequenoespaço de produção que, dentro meses, passarápara uma vasta grelha de programas na nossalíngua, servindo toda a comunidade de línguaoficial portuguesa.“Não será com certeza uma rádio lusófona.Será essencialmente uma estação de rádio emportuguês, língua que falam todos os PALOP’s eo Brasil”, explica João de Noronha, o nossodirector geral. “O Pedro Fernandes assume adirecção da rádio e sob a sua supervisão iremosdar oportunidades a todos e a tudo, que estejadentro dos parâmetros do projecto.”“Tal como o jornal”, continua o nosso director geral “a Rádio não servirá a nenhuma clientelaou força de pressão, estaremos aqui mais umavez pelos portugueses e enquanto nos quise-rem. Temos por detrás grandes êxitos e o maior  jornal em língua portuguesa. E assim queremosficar. Não só para sonhar, mas essencialmentepara concretizar com êxito os memos.” A rádio terá uma vertente de notícias, música,actividades da comunidade, entrevistas edebates sobre os grandes temas. Será umarádio moderna, na mão de profissionais. Aonosso colega Pedro Fernandes desejamos asmaiores felicidades em produzir a nossa rádio.
PARA MAIS DE 400 MIL PORTUGUESES
Vem aí a grande feira de produtos e serviçosde Portugal, marcada para os dias 25, 26 e 27de Fevereiro de 2011, no pavilhão do Olympiaem Londres. Será com certeza a maior amostrada capacidade produtiva, das novas tecnologiase serviços de Portugal, jamais efectuada noReino Unido, um mercado de mais de 61milhões de pessoas.Organizada por um grupo de individualidadee instituições, maioritariamente elementos danossa comunidade, terá como coordenador geral João de Noronha, o nosso director geral.“Muitas vezes o afirmei e hoje deixo muitoclaro, após a estabilização do jornal, muitacoisa iria acontecer”, afirma o nosso director geral, “é altura de sairmos do ordinário e damaledicência. Há um núcleo de pessoas, entrenós, capazes de fazerem coisas muito especiaise que nos irão conduzir a um patamar de reco-nhecimento, capaz de, depois, reconhecer-noscomo uma comunidade séria, empreendedora ecapaz de contribuir para o reconhecimento eimportância dos portugueses e para o desenvol-vimento do nosso país além fronteiras. Seoutros o fizeram, porque não o poderemosfazer nós!”Segundo nos disse, a feira irá reunir váriosintervenientes importantes e essenciais paracredibilizar este evento e haverá muitas surpre-sas a nível das parcerias e dos patrocinadores.“Neste momento, encontramo-nos na nego-ciação final com os parceiros que farão partedo grupo de coordenação e com os prestadoresde serviços e, mais tarde, daremos a conhecer atodos os pormenores desta feira”continuouJoão de Noronha.Segundo os promotores, é necessário dar a conhecer onovo Portugal, moderno e capaz de produzir e servir merca-dos com qualidade. Estamos num mercado que sabe avaliar e reconhecer a diferença e o talento, pelo qual transitamregularmente individualidades influentes da política, finan-ças e produção mundial, os quais queremos atrair para a produção nacional portuguesa.“Hoje não temos dúvidas do apoio que vamos ter à inicia-tiva, contudo também sabemos da responsabilidade que estanos traz. Para fazer vamos fazê-lo bem e com grande visibi-lidade, por isso a importância e cuidado que estamos a ter na qualidade que vamos dar a esta iniciativa.”
“Portuguese Offer” em Fevereiro de 2011
A GRANDE FEIRA DE PRODUTOS E SERVIÇOS DE PORTUGAL
Ligue a telefonia e oiça rádio em português
 
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21 Maio 2010
MADEIRA
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Jardim felicita Marinho Pinto
O bastonário da Ordem dos Advogados,Marinho Pinto, reuniu na quinta-feira de manhãcom o presidente do Governo Regional na QuintaVigia. Um encontro à margem das celebrações doDia do Advogado e onde foram abordados osvários problemas da justiça portuguesa e que serepercutem no país, tendo Alberto João Jardimaproveitado a oportunidade para dar conhecimen-to de que concorda com muitas daquelas que têmsido as posições de Marinho Pinto a este propósi-to.«Devo dizer publicamente – embora muitagente possa ficar zangada comigo – que eu subs-crevo, como antigo advogado, praticamente,quase tudo o que o bastonário tem dito no sentidode aperfeiçoar o estado democrático e de direitoque Portugal deve ser. Por isso, felicitei-o porqueentendo que as Ordens não são organizações cor- porativas, antes pelo contrário. São instituições,hoje, decisivas para a democratização daRepública, dado o papel de independência e aomesmo tempo de repositórios de valores democrá-ticos que são fundamentais para as grandesmudanças que temos que fazer em Portugal», jus-tificou o governante.Por outro lado, disse não concordar com algu-mas das posições de Marinho Pinto, nomeada-mente, no capítulo dos órgãos de soberania. A este propósito, começou por lembrar que a Madeira éainda um estado regional - «embora alguns, por desconhecimento de direito, lhe chamem umaautarquia», lamentou -, explicando depois que, «num paísque se começou a mediocratizar nos anos 80, em que aclasse política de hoje tem um nível muito inferior à de70, temos que ter muito cuidado com os tipos de incom- patibilidade que se fixam para não mediocratizar aindamais o país». E acrescentou: «O país é tanto mais medío-cre quanto mais medíocre for a sua classe política».Quanto à posição de Marinho Pinto sobre os advogadosdeputados, concorda que «há que definir um critérioseguro de incompatibilidades porque há situações,nomeadamente, em sede de ordem de órgãos de soberaniaem que pode haver confusões indesejáveis e que distor-cem o interesse público e o bem comum».Jardim também agradeceu ao bastonário a atenção de ir à Quinta Vigia mas, fundamentalmente, a opção de esteano o Dia do Advogado ser celebrado na Região, acto queclassificou de solidariedade com o povo madeirensedepois do que se passou em Fevereiro último e «um gestoque se vai repercutir numa classe que é líder de opinião»,disse o líder madeirense.
Um assalto consumado e outro tentadono edifício localizado junto da rotunda da Assicom, está a preocupar os residentesdaquele sítio, na ideia de que as pessoassaem para o trabalho e quando regressam já estão com receio de encontrar as suascoisas vandalizadas. Um dos últimosassaltos revela um modo de intrusão maissofisticado, pois os indivíduos consegui-ram abrir a porta com recurso a um alicatede pressão sem despertarem a atenção devizinhos. Neste assalto há a registar prejuí-zos avaliados em mais de quatro mil euros.De um segundo apartamento no mesmoedifício, a porta foi encontrada forçada,mas os indivíduos puseram-se em fuga.Neste dia, desconhecidos lograramainda assaltar uma moradia na EstradaComandante Camacho de Freitas. Nestecaso, os larápios subtraíram anéis de ouroe produtos alimentícios.
 Assaltos em série
João Cunha e Silva falava aos jornalistas depois de uma visita que efec-tuou a diversos pontos (os mais afectados pelo temporal do último dia 20de Fevereiro) da freguesia do Monte.O vice-presidente do Governo Regional - acompanhado pelo secretárioregional do Equipamento Social- visitou as obras que decorrem naquelafreguesia do concelho do Funchal, falou com algumas das famílias cujascasas foram atingidas pelas águas, lamas e pedras e, no final, falou aos jornalistas sobre aquilo que teve oportunidade de observar.João Cunha e Silva aproveitou, deste modo, a oportunidade para dizer que no meio de toda a obra de reconstrução que está à vista, fizemosoutras coisas».Ou seja, «negociámos com o Governo da República, conseguimos aLei de Meios que nos vai-garantir as fontes de financiamento para fazer face a tudo o que aqui se está fazendo», explicou aquele governantemadeirense. Só na freguesia do Monte, «há imensa coisa que precisa deser rectificada», admitiu o vice-presidente do Governo Regional.Assim, João Cunha e Silva realçou que quando se fala em reconstru-ção, não quer dizer que a recuperação vai ser feita exactamente comoestava antes. «É preciso melhorar, fazer diferente para que não se come-tam os mesmos erros», sublinhou.O vice do Executivo madeirense garantiu que há casas que estão emcima de ribeiros e que não poderão continuar em cima dos mesmos e queterão de ir abaixo.«Naturalmente que depois vamos realojar as pessoas», garantiu JoãoCunha e Silva.Aquele governante, que falava aos jornalistas na zona do Livramento,disse que aquela visita que se realizou ontem é para prosseguir em outraszonas da Madeira.Logo a seguir, conforme prosseguiu, «vamos passar para as obras devulto, que envolvem concursos públicos, por forma a que a reconstruçãoaconteça naturalmente, com eficácia e de forma prudente».Independentemente da chegada ou não dos meios financeiros, a Regiãocontinua a trabalhar na reconstrução, conforme frisou João Cunha eSilva. É óbvio, adiantou, que «esperamos que a Lei de Meios seja apro-vada rapidamente para termos as fontes de financiamento adequadas paraoutras obras de maior vulto».Contudo, «é bom que se saiba que nestes três meses, já muito se fez para além da limpeza e das negociações» a nível nacional.
Faz três meses que a tragédia se abateu sobre a Madeira. Durante estetempo, «trabalhou-se muito no sentido de fazer as limpezas, de fazer areconstrução que está a ser feita aos poucos mas que envolve muitagente, designadamente do Governo Regional, do Equipamento Social»,disse o vice-presidente do Governo Regional.
Três meses depois da catástrofe
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