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T e r r a D ’ O u r o
FASES DA LUA
Dia
06
- Quarto Crescente às 11h08m,DiaDia
13
- Lua Cheia às 18h57m,Dia
21
- Quarto Minguante às 21h54mDia
29
- Lua Nova às 03h04m
OUTROS
Dia
09
- Dia Internacional das Populações IndigenasDia
15
- Festa em honra de N.ª S.ª do Socorro, PesoDia
15
-da Régua, DouroDia
03
- Vilarinho dos Freires - Peso da RéguaDia
11
- Hotel Régua Douro - Peso da RéguaDia
20
- Cangas - Pontevedra (Galiza, Espanha)
AGENDA - AGOSTO
OUTRAS ACÇÕES e ACTIVIDADES
Continuação com os contactos pessoais com diver-sas fontes orais, fazendo pesquisa junto dos maisidosos nas freguesias e aldeias do Concelho dePeso da Régua - Capital do Douro, no sentido deum maior enriquecimento de conhecimentos, faceao cancioneiro dos usos, costumes e tradições dasgentes do Douro, nos cantares, trajes, danças, vo-zes, letras e instrumentos musicais de raíz popular.
- Ande o ano por onde andar, o mês de Agosto há-de aguentar - Até 15 Agosto, malha a teu gosto, depois malha o suor no teu rosto- Não há casamento em Agosto que não tenha desgosto- De Agosto carregou, Lua Nova de Outubro trovejou
PROVÉRBIOS
O TURISMO E O FOLCLORE DO DOURO
Os turistas sempre procuram a nossa identidade naCultura e nas Tradições, reconhecendo a "importân-cia do Folclore como factor de venda do Turismo noDouro", em que o "Folclore é não só uma vertentede animação do Turismo, como uma fonte de infor-mação cultural; os rostos dos Turistas alegram-sequando lhes oferecemos o nosso Folclore e aEtnografia."Provado está que o Folclore não só é um vector deanimação, a que quase sempre se associa a alegriada Música e uma colorida imagem das coreografias,como ainda pelo despertar da cultura (usos e costu-mes), popular das gentes do Douro. Há portanto, naapresentação do Folclore, uma importante mostracultural, que tanto interessa ao Turista, na chegadados cruzeiros à Capital do Douro - Peso da Régua,na visita às Quintas do Douro e durante a sua perma-nência no Douro.O Turismo no Douro e o Folclore ambos ganhavam,a começar pela satisfação daqueles que nos visi-tam. Também pela festa e alegria que o Folclore ofe-rece. Há muitos e bons projectos entre o movimentoAssociativo no Folclore Duriense, capaz de um bomdesempenho, a integrar nas eventuais campanhasde animação turística, no turismo do Douro.O Turismo e o Folclore complementam-se… e fa-zem do Douro uma Região com alegria...BMAlguns músicos de renome mundial realizaramestudos e produziram conclusões sobre a naturezaemocional e funcional das expressões tonais damúsica, tal como François Gevaert e Albert Lavignac,no século XIX, associando a escolha intuitiva detonalidades musicais ao respectivo estado de espíritoou objectivo de expressão. Nesta linha, há cerca de10 anos, o Cap. Amilcar Morais, que compilou e tratoua escrita dos temas recolhidos por cerca de meiadúzia de folcloristas locais sob a designação deCancioneiro do Concelho de Águeda, resumiu assimo carácter expressivo de cada tom:Dó maior (firme, decidido, simples, natural esincero)
Dó menor
(sombrio, violento, dramático)
Ré maior
(brilhante, alegre, divertido e gaio)
Ré menor
(sério, concentrado)
Mi maior
(ardente, fogoso, jocoso)
Mi menor
(triste e agitado)
Fá maior
(rústico, agreste e pastoril)
TRADIÇÃO SoLiDó
Fá menor
(melancólico, penoso e triste)
Sol maior
(campestre e impulsivo)
Sol menor
(indolente e tímido)
Lá maior
(franco, aberto e luminoso)
Lá menor
(ingénuo e triste)
Si maior
(violento e ofensivo)
Si menor
(selvagem e bravio)Este compositor brilhante e amigo das raízestradicionais, detalha também as emoções e os estadosde espírito provocados pelas tonalidades intermédias(bemol e sustenido), defendendo que através destaassociação se compreende melhor a alma portuguesaao nível da expressão musical.
In Jornal Folclore n.º 186, pág. 2
O Holandês subtraiu ao mar a terra que o sustenta, oDURIENSE arrancou-a, palmoa palmo a sua naturezatão brava como o mar
(Dr. João de Araújo Correia)
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