nova dimensão, sei situar Ellen White no lugar adequado. E essa colocação,segundo a minha concepção, está esboçada nos dezenove primeiros capítulos destevolume. Eles são a resposta mais clara, mais farta, às constantes perguntas que metêm feitos os leitores adventistas.Utilizando-me dos oitos capítulos da segunda parte deste livro, procuro responder auma pergunta que evangélicos me têm feito:- Por que é tão difícil fazer com que um adventista abandone sua convicçãoreligiosa?5
2. DOIS ACONTECIMENTOS MARCANTES
No tocante às coisas religiosas, duas decepções marcaram minha vida. A segunda,de maneira mais forte do que a primeira. A primeira aconteceu em 1954, quando eume tornei adventista do sétimo dia. Esperava encontrar no meu novo habitat o marde rosas que minh´alma ansiava. Mas foi um engano. Encontrei lutas, interesses emchoque, egoísmo, desejo de supremacia, etc. A cicatriz formada, no entanto,desapareceu a partir do momento em que tomei consciência de que eu mesmoestava imbuído do mesmo estado de imperfeição. Se eu era imperfeito, se em mimnão havia qualquer brilho, que direito teria eu de me chocar com as falhas alheias ?Acabei compreendendo que a igreja não era o fim da caminhada, mas o caminho poronde ainda estava viajando. E assim desapareceu a primeira cicatriz. A segundadecepção veio quase trinta anos depois. Esta sim ,deixou uma marca profunda.Felizmente, agora, só a cicatriz permanece, porque a ferida já está sarada.A casca caiu.Mas que decepção ? Quando eu descobri que estava equivocado, depois de trêsdécadas de convivência com um povo que orgulhosamente diz ser, com todaexclusividade, o povo de Deus, não me foi nada fácil suportar o tranco. Senti-mecomo um homem enganado e quase traído em seus propósitos. Não entrei, porém,
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esse site inteiro e uma piada... vcs deveria tomar vergonha na cara e procurar o que fazer ao invez de ficar ai falando do que nao sabem!!!