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Jornal STOP a Destruição do Mundo Nº 65

Jornal STOP a Destruição do Mundo Nº 65

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Jornal Científico Trilógico
Jornal Científico Trilógico

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11/08/2013

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www.stop.org.br Jornal Científco Trilógico
STOP
Ano V200 mil exemplaresSão Paulo
Distribuição Gratuita
nº 65
Causa Psicológicados Acidentes
Proton Editora (11) 3032-3616www.editoraproton.com.br
“O inconscientesabe coisas quenós não sabemos”
Livre Distribuição e Circulação: Conforme lei federal 5250 de 9/2/1967, argo 2º: “é livre a publicação e circulação no território nacional de livros, jornais e outros periódicos, salvo se clandesnos ou quando atentemcontra a moral e os bons costumes”; e lei de 31/12/1973. Regulamentação especíca e federal.
N
ós vivemos numa sociedadeconstituída por indivíduosneuróticos. Dentre eles, exis-tem inúmeros com acentuada ten-dência autodestrutiva. Vamos suporo caso de um acidente aviatório. Seráque a morte, ou as consequências dodesastre poderiam ser atribuídas àpopulação da nave?É evidente que, muitas vezes,alguns escapam com vida, em vá-rios acidentes graves, enquanto queoutros mesmo estando em lugaresprivilegiados (os passageiros locali-zados na cauda do avião podem me-lhor se salvar), perecem.Um desastre pode ser atribuídoa uma ou várias pessoas. A uma, no
sentido de ser o agente ísico mais
próximo, aquele que se esqueceu derecolocar um parafuso no motor, ouo que perdeu o controle da máquina,precipitando-a. Mas, as outras pes-soas formam o grupo dos que aceitama autodestruição, por motivo de seussentimentos de culpa.
Conhecida personagem da IgrejaCatólica de São Paulo, em visita àSanta Casa de Misericórdia, decla-rou a uma madre que aquela seria aúltima vez que a via.No dia seguinte, o avião em quehavia embarcado, para um vôo até oRio de Janeiro, sofreu um acidente, pe-recendo ela e seus companheiros.
O inconsciente sabe coisas que nósnão sabemos. Ele dirige nossos des-tinos com uma mão de ferro. Assimcomo existem pessoas que procurama autodestruição, outras a evitam.
Norberto R. Keppe
Extrato do livro
 A Medicina da Alma
*
Norberto Keppe
 
é undador e presidenteda SITA - Sociedade Internacional de TrilogiaAnalítica - (Psicanálise Integral), psicanalista,cientista social, flósoo e escritor com maisde 35 livros publicados.
 J. M. chegou cedo ao aeroportode Congonhas, esperando a sua vez de embarcar.No momento em que foi chamado,começou a se angustiar, e pediu a suatransferência para outro avião. Poisbem, aquele, no qual deveria ter em-barcado, precipitou-se no solo, pere-cendo todos os seus tripulantes.
A vida e a morte podem surgirnum minuto, mas a sua preparaçãoé muito longa.Aqueles que possuem a tendênciapara se acidentarem têm vários traçosem comum: são geralmente submis-sos, têm sentimentos de culpa e sualibido é interiorizada. Porém, os grausde autodestruição variam; de modoextremado, existem os psicóticos,aqueles que sofrem de forte depressão,sendo capazes de chegar ao suicídio.Os supersticiosos aconselhamnão se passar debaixo de uma esca-da aberta, levantar com o pé esquer-do, voltar para casa se cruzar comum gato preto etc. etc. Ora, quemacredita nesses fatos, possui acen-tuada tendência para se acidentar, e,
sob a inluência de uma autossuges
-tão, poderá realmente se prejudicar.Os antigos romanos, se, ao sairemde casa, tropeçassem, voltariam ime-diatamente, temendo qualquer perigoiminente. Era o aviso que o incons-ciente transmitia, pois aquele dia po-deria ser funesto, pelos estragos quepoderia causar.Não existe coincidência para a vidapsíquica. Geralmente as pessoas maisdesajustadas, as hostis aos regula-mentos, têm maior probabilidade desofrer acidentes, o mesmo aconteceaos jovens que têm notas baixas naescola e são mal comportados den-tro e fora de casa.A atuação do indivíduo em so-ciedade pode ser de um modo pas-sivo, masoquista, ou ativamente esadicamente, no sentido de agre-dir o semelhante. Assim sendo,os “humilhados e ofendidos”, queDostoievsky nos relata em seu li-vro, continuarão na mesma rota,
indeinidamente, até que acordem
para a realidade e se revoltem, comresultados trágicos.O inconsciente não é somentepatológico. Ele possui uma enor-me carga, muito útil, e as leis decompensação psíquica são sem-pre atuantes.Alguns que nunca se aciden-taram podem, repentinamente,lograr um desfecho dramático, che-gando ao suicídio. Outros permane-cerão toda a existência enredadosem pequenos acidentes, que os tra-rão mais ou menos bem adaptadosao nível de autodestruição de seuinconsciente. Um terceiro gruposofrerá um acidente grave, e depois
se reajustará deinitivamente. O
segundo caso é o mais passível deestudo, pela sua própria natureza.Um fato que merece destaque éque essa tendência destrutiva não éprivilégio apenas do campo dos aci-dentes, ela invade todos os outrossetores de nossa existência: a pro-
issão, o estudo, a economia, a vida
social etc. Pode ser notada atravésda criação de inimizades com su-periores, colegas ou subordinados;com uma atitude hostil ao ambien-te em geral; ou assumindo uma po-sição humilhante ou atrevida.Os “fortes” dominam os “fracos”.Essa lei da selva continua imperandoem nossa moderna civilização, e pa-rece que tão cedo não nos livraremosdela. Mas, é necessário que os bonsreajam, porque os maus (sádicos) têmgrande pavor de ver suas tendênciasagressivas descobertas e eliminadasdo convívio humano. Até agora, con-fundimos bondade com fraqueza —são duas coisas bem diferentes.
 
– Eu nunca acreditei que o Criador tivesse dado licença para que o ser humano o aceitasse ou não,
disse ocliente em sua sessão de análise.
– Mas, como o sr. vê essa questão? 
perguntei.
– Eu agora aceito mais a sua ideia,que o homem foi criado livre.
Acredito que todos os seres foramcriados dentro de uma total liberda-de que só existe no bem, na verdade eno belo – no entanto, grande parte anegou, caindo no mal, que é a ausên-cia desses elementos.
– Tenho a impressão de que os se-res humanos estão presos a uma enor-me cadeia do mal.– O sr. pode dar um exemplo? – Se nós trabalhamos só para o
benefício dos indivíduos gananciosos,
evidentemente somos escravos.
Em meu livro
 A Libertação dos Po-vos
mostro como a humanidade viveo pior período de todos os tempos,porque nunca houve como agora,tanta repressão à liberdade.
– Acredito que estamos presos, e não
Gestão da Psico-Sócio-Patologia
Só no Bem, no Belo e naVerdade, o Ser Humano é Livre
O Curso de Pós-Graduação Especiali-zação em Gestão da Psico-Sócio-Patologia(Lato Sensu) em parceria com o INPG - Ins-tituto Nacional de Pós-Graduação, é baseadona Trilogia Analítica (Psicanálise Integral),
ciência desenvolvida pelo psicanalista, i
-lósofo e cientista social Norberto Keppe,
em liberdade, como sempre pensamos.– O que o sr. quer dizer com isso? – Estou dizendo que como não nossentimos bem, e não realizamos o bem
como gostaríamos, não somos livres.
Podemos ter certeza que se nãoestivermos agindo para o nosso bemcomum, estaremos trabalhando con-tra nós próprios.
– Dr. Keppe, toda vez que não nossentimos bem, é sinal que estamos li- gados ao mal.– Como o sr. acha isso? – Penso que ser livre é viver o bem, eescravo quando somos ligados ao mal.
Liberdade é sinônimo do bem, daverdade e do belo, e prisão é o fato denão se ter liberdade para ser o que seé realmente.
– Dr. Keppe, li no seu livro Metafí 
-sica Trilógica I — A Libertação do Ser,que não podemos ser como realmentesomos na origem.– O quê, por exemplo? – Não podemos ser verdadeiros, porque ao falar a verdade, grande parte da vida social nos ataca.– Quem, por exemplo? 
– Os indivíduos que alcançam
 grande poder em detrimento do povo.
William of Ockam airmou que a
liberdade constituía a essência do serhumano (
O Reino do Homem
, Vol. II, pág.150) — o que penso ser perfeitamentecompreensível, desde que se considerea liberdade como sendo a realização dobem, do belo e da verdade.
– Dr. Keppe, como o sr. tem falado, oser humano só é livre seguindo a Deus.– Explique melhor o que o sr. quer dizer.– Qualquer mal sendo provenientedos demônios, o ser humano não podeser livre se não seguir o Ser Divino.
Liberdade e consciência são ele-mentos semelhantes, assim como aescravidão e inconsciência perten-cem ao mundo dos espíritos maus.
– Será que podemos afirmar que
doença e escravidão são sinônimos? – Como o sr. considera isso? 
– Acredito que o indivíduo livre é 
corajoso, e sabe enfrentar os proble-mas que surgem na vida.
– E os indivíduos escravos estão sujei
-tos a todo tipo de enfermidade,
completei.Não podemos deixar de conside-rar que toda e qualquer doença cons-titui a manifestação das enfermidadesda alma: soberba, inveja, ganância,avareza, ciúme, preguiça, luxúria.
Norberto R. Keppe
Extrato do livro
Escravidão e Liberdade
Curso de Pós-Graduação e Livre - Nova Turma Fevereiro 2013
www.keppepacheco.com
internacionalmente conhecido pelos re-
sultados práticos em seu eicaz método de
Psico-Sócio-Terapia, que estuda as causas,a inter-relação e o tratamento das doençaspsíquicas, orgânicas e sociais. É um métodode tratamento da patologia do indivíduo eda sociedade através da conscientização dasemoções, intenções e valores, geralmente in-conscientes que acabam por atuar negativa-mente na sua saúde e nas suas diversas ati-vidades. Pode-se dizer que ela é a ciência doterceiro milênio por excelência, a mais novae a mais necessária, pois dela dependem to-das as outras. Por isso ela é transdisciplinar.O curso visa conscientizar as pessoasdas enormes possibilidades de realização ede saúde que dispõem em sua vida psíquica,bastando despertá-las. Assim, o aluno se tor-na um gestor e transformador de indivíduose da sociedade usando a consciência da pato-logia humana e social como instrumento detrabalho. Além disso, aprende como a vida
psíquica inluencia a sociedade e vice-versa.
Psicanalistas ormados no métodopsicanalítico de Norberto Keppe dãoatendimento em sessões individuaise de grupo para adultos, adolescentese crianças. As sessões podem serrealizadas pessoalmente ou àdistância (por teleone ou skype), emportuguês, inglês, espanhol, rancês,italiano, alemão, fnlandês e sueco.Inormações e marcação da primeiraentrevista-teste (11) 3032-3616 oucontato@trilogiaanalitica.org
Sita – Sociedade Internacional deTrilogia Analítica
Atendimento Psicanalítico
 
* Entrada sugerida: 1kg de alimentonão perecível para a Campanha Açãono Bem de Cambuquira, MG
Entrada ranca*
Expediente: STOP
é um jornal que transmite notícias de interesse público e artigos de diversos autores, ligados à Escola de Pensamento Norberto Keppe. Keppe é psicanalista, flósoo, e pes-quisador, autor de mais de 30 livros sobre a psico-sócio-patologia. Criador da ciência trilógica (união de ciência, flosofa e espiritualidade) propõe soluções para os problemas dos mais diversoscampos como: psicanálise, socioterapia, medicina psicossomática, artes, educação, ísica, flosofa, economia, espiritualidade. Supervisão científca: Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco. JornalistaResponsável: José Ortiz Camargo Neto RMT Nº 15299/84 Design Gráfco: Ângela Stein; Artigos: Norberto R. Keppe, Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco; Richard Jones, Márcia Sgrinhelli e HeloísaCoelho. Impressão: OESP Gráfca.
www.stop.org.br (link Jornal STOP) Contato: stop@stop.org.br
Márcia Sgrinhelli
 CRO-SP 25.337 (11) 3814-0130(Av. Rebouças, 3887,
atrás Shop. Eldorado
)
Heloisa Coelho
CRO-SP 27.357 (11) 4102-2171(Rua Augusta, 2676)
www.odontotrilogica.odo.br
ProgramasTerapêuticos
Stop a Destruição do Mundo
e
O Homem Universal 
Com Norberto R. Keppee Cláudia B. S. Pacheco
Diariamente às 6hSegundas às 12 hQuartas às 9hQuintas às 20 h
Canal TV Aberta São Paulo:
NET 9,TVA 72 ou 99, TVA DIGITAL 186
Rádio Mundial 95,7 FM(Terças às 16h)
www.stop.org.br
(link Stop TV)
Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho,
dentistas psicossomaticistas
Muitos não conhecem os beneí
-cios de uma prótese parcial removí-vel (PPR ou ‘’ponte com grampos’’);e também não conhecem as compli-cações que podem ocorrer com umimplante dentário.Para repor alguns dentes perdi-dos, a melhor opção é a prótese par-cial (PPR) porque ela fornece estabi-lidade, segurança, conforto e estética,além de manter os demais dentespraticamente intactos. Ela é a quemais conserva os dentes naturais.
Prótese Parcial ou Implante?
O problema surge quando a pró-tese não é bem planejada e executada.Foi o que aconteceu com M.S., 50 anos,que usava uma prótese mal adaptada,o que a impossibilitava de falar bem emuito menos mastigar. Outro caso é odo J.S., marido de M.S., que estava comuma prótese meio solta.Insatisfeitos com as próteses quepossuíam, tanto M.S. como J.S. pensa-ram em fazer implantes, mas foramdesaconselhados por amigos porque otratamento com implantes é muito in-vasivo. Com isso, M.S. e J.S. optaram por
novas próteses que icaram ótimas.
A maioria dos clientes se adaptabem às próteses parciais. Somenteaqueles que rejeitaram muito os pró-prios dentes é que vão rejeitar tam-
bém os dentes artiiciais.
O modelo americano de socieda-de consumista, onde mais de 50 mi-lhões de pessoas estão bem acima dopeso considerado normal, está se es-palhando rapidamente para os paísesque adotam o seu modelo econômico
e a sua ilosoia de vida.
Até mesmo o Brasil, onde aindaexistem milhares de crianças subnu-tridas e onde ainda pessoas podemmorrer de fome, os gordos aumen-tam de número lotando os Spas, asacademias de ginástica, os consultó-rios dos endocrinologistas.O brasileiro tornou-se o maiorconsumidor de moderadores de ape-tite superando em três vezes o con-sumo dentro dos Estados Unidos.Em 2007 o Ministério da Saúdepublicou resultados de seus estudossobre hábitos alimentares e de vida,que atuam sobre o peso dos brasileirose chegou ao seguinte: 43% dos adultostêm sobrepeso e 29% são sedentários.Isto é, muito pouca gente no Brasil dá
importância ao exercício ísico e com a
idade, o problema se agrava.Muitos médicos são os principaisresponsáveis por essa calamidade, poisfornecem as receitas dessas drogas quecausam dependência, psicose, proble-mas cardíacos, hormonais, e até morte.O consumo de anorexígenos tem dimi-nuído na Europa, Ásia e Oceania.Mas a obesidade também preo-cupa os europeus que sempre consi-deraram a estética e a elegância comoessenciais. 50% dos homens euro-peus está acima do peso ideal e 13%já é de obesos (bem gordos); quantoàs mulheres, 35% estão acima de seupeso ideal e 19% já são obesas.
Por Cláudia Bernhardt S. Pacheco,
extrato do livro
“De Olho na Saúde” 
“O obeso sore de umainversão de valores e vê nacomida a onte principalde elicidade”
O que está preocupando os italia-nos é a tendência de fazer uso de téc-nicas médicas cirúrgicas de reduçãode peso, que podem ser muito perigo-sas - por exemplo, além da lipoaspira-ção, os italianos cada vez mais optampor métodos novos para lutar contra
a balança, fato que se veriica ocorrer
cada vez mais no Brasil também.A causa da obesidade é diretaou indiretamente psicossocial, o que
torna ineicaz o tratamento somente
médico do problema.Por que cada dia mais os sereshumanos tornam-se obesos? Não estáclara a relação entre os valores, os há-bitos, o ambiente psicoenergético, asatitudes dos indivíduos e sua crescen-te ansiedade que eles tentam aplacar,entre outras coisas com a comida?Todo gordo é neurótico, assimcomo todo o excessivamente magro. Enão há outra maneira de se tratar o pro-blema, se não for vendo qual a verdadeiracausa de sua insatisfação, que, obviamen-te, não está relacionada ao que ele come.Pelo contrário - quanto mais a pessoatenta aplacar sua ansiedade comendo,
mais ansioso vai icar. Primeiro, porqueestá usando a comida (numa ixação aos
prazeres orais) para inconscientizar, es-conder de si a causa de seu mal, o queem si é um comportamento gerador demais ansiedade. Segundo, porque vaiaumentar de peso, deformando-se cadavez mais, o que gera problemas de baixaautoestima, de depressão, de sentimen-tos de inadequação, com consequente
isolamento, problemas proissionais,
afetivos, sexuais etc.O obeso sofre de uma inversão devalores e vê na comida a fonte prin-cipal de felicidade. Sua vida psíquica
está abafada, atroiada e seu ser sofre
pela repressão que a pessoa faz aosaspectos anímicos da sua vida. A fomenão é de comida, mas de alimento psi-cológico, afetivo, cultural e espiritual.A voracidade é diretamente re-lacionada ao problema de inveja, equanto mais inveja inconsciente, maisinsatisfação, mais voracidade, mais
desequilíbrio numa cadeia sem im.
Nossa sociedade é impiedosa elouca. Louca, pois incentiva o tempotodo o consumo de alimentos atra-vés de maciça propaganda e, depoisde instalado o vício e o problema daobesidade, a mesma sociedade criti-ca e condena a deselegância dessaspessoas, excluindo-as do conceito de“normalidade” e beleza.E a indústria alimentícia e far-macêutica lucram com a patologia ea fraqueza do ser humano, abusandode sua inversão.
*Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco,
vice-presidente da SITA - Sociedade Internacionalde Trilogia Analítica, psicanalista e escritora.
www.editoraproton.com.br
Alguns dos Temas:
• Como prevenir e curar
doenças através daconscientização
• Valores invertidos causam
desespero e confitos -como lidar?
• Como prevenir e curar
doenças usando nossaarmácia interior
• Como lidar com confitos
no ambiente de trabalho
• Pensamentos negativos
estragam a vida. Como lidar?
• Porque tanto aumento
de câncer, diabetes,hipertensão, alergias etc?
Quintas-eiras, 19h30
Inormações e Inscrições:
Millennium Línguas
• Augusta
- (11) 3063.3730R. Augusta, 2676
• Rebouças
- (11) 3814.0130Av. Rebouças, 3887
• Chácara Sto. Antônio
- (11) 5181.5527R. Américo Brasiliense, 1777
• Moema
- (11) 5052.2756Al. Maracatins, 114
Confra as datas no site:
www.stop.org.br
Obesidade - Problema de Milhõesna Sociedade
    N   e    l   s   o   n    C   o    l   e   t   t    i

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