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ADMINISTRAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO

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Published by: Carlos Roberto Danker on Jan 14, 2008
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ADMINISTRAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO
Carlos Roberto DankerProf.Antônio César da Silva
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVIGestão/Administração de Empresas (EMD0731) – Metodologia do Trabalho Acadêmico19/07/06
RESUMO
 
 Administração e Globalização é um tema onde temos vários tipos de enfoque, onde cada parte traduz um pensamento e uma ação diferente da outra. Neste caso pego um projeto de administração doMéxico, onde desemboca uma parte importante para a sociedade, contando com o surgimento deONGs e seus males e seus benefícios ao mundo.
Palavras - chave: Administração; Globalização; Organização.
1 UMA PREOCUPAÇÃO
A seguinte contribuição é uma série de reflexões na busca da recuperação de metodologiassobre educação, que realmente possam promover uma co-aprendizagem entre o trabalho universitárioe o trabalho das organizações da sociedade civil. Esta inquietude surge na conjuntura de interesse dasuniversidades e das organizações da sociedade civil em estabelecer uma relação de intercâmbio deconhecimento, diante do novo papel das organizações da sociedade civil encarregado a dar soluçõesaos problemas sociais, econômicos, políticos e culturais de nossos povos.Ainda que as universidades tenham avançado no conhecimento das organizações do TerceiroSetor, desde o âmbito de algumas disciplinas acadêmicas, o caminho percorrido pelas organizações dasociedade civil, revela uma grande riqueza em experiências práticas, com ensaios de metodologia paraa aprendizagem, que exigem um estudo sistemático e de novas valorizações.No caso particular do Proyeto Universitário Del Terceiro Sector que está sendo desenvolvidona Universidade Ibero-americana Golfo Centro, de Puebla, México, o planejamento e instrumentação
 
do Subsistema na "Administração das Organizações do Terceiro Setor", dirigido a alunos daslicenciaturas em Administração de Empresas e em Relações Industriais, nos levou a uma busca de umametodologia que incorpore as experiências, tanto acadêmicas, como das organizações civis. OSubsistema introduz o estudante de graduação ao campo do Terceiro Setor (o setor das organizações dasociedade civil), privilegiando a criatividade, o trabalho em equipe, o preparo para empreender e oimpulso à auto e co-aprendizagem. Integram-se conhecimentos teórico-práticos, assim como atoresacadêmicos e atores das organizações civis, através de sua interação compartilhada. Trata-se, primeiro,de sensibilizar os estudantes quanto às necessidades civis através do contato direto; em segundo lugar,que estes aprendam os ensinamentos práticos das mesmas organizações civis pela observação einvestigação participativa, e terceiro, que realizem um diagnóstico e análise crítica da inserção dasorganizações civis no desenvolvimento e na possibilidade de sua participação no planejamento eexecução das políticas públicas do governo. Este exercício de aprendizagem mútua trata de enfatizar as causas que originam os problemas da desigualdade e injustiça social que levaram os gruposmarginalizados à situação em que se encontram; bem como a grande necessidade de que o trabalho dasorganizações civis realize-se para dar respostas a uma melhor qualidade de vida, promovida pelosmesmos participante-beneficiados, através de um processo que construa e enriqueça seu próprio tecidoe coesão social, e não que surja através de uma relação paternalista e de patronato entre beneficiários e beneficiados. Finalmente, o Subsistema não pretende somente "profissionalizar" o conhecimento dasorganizações civis através do ensinamento de uma administração impecável, e sim que a experiênciade co-aprendizagem entre universitários, pessoal das organizações civis e grupos beneficiados deveráconstruir para um melhor atendimento e aceitação co-responsável em direção ao caminho dodesenvolvimento humano.A medida que se consolida a industrialização do país, reforçada nos anos 50, fundaçõesinternacionais interessam-se em atender a população dependente da agricultura de subsistência, -conseqüência em parte, do impulso da industrialização às custas do abandono da agricultura, paraincrementar os rendimentos agrícolas e pecuários. Estas fundações, em pleno apogeu das etapasdesenvolvimentistas, involucrariam em organizações civis que já trabalhavam atendendo necessidadesda população marginalizada, atraindo-as para alguns modelos de desenvolvimento. Estas organizações passariam a ser identificadas como organizações não governamentais (ONGs), a exemplo da ONU queassim se referia a elas para distingui-las das organizações oficiais de seus Estados membros.Assim surgem as ONGs, basicamente interessadas no desenvolvimento social e econômico,inserido, em várias instâncias, no marco de ajuda e desenvolvimento que já vinha formando a Igreja,
 
especialmente a partir das grandes encíclicas sociais, que se consolidam nos documentos do IIConselho Vaticano.Outras metodologias inclram formas de investigão popular expressa atras dainvestigação participativa, da investigação militante e da investigação-ação, que se instrumentaram para dar maior coerência a projetos integrais de promoção e desenvolvimento dentro de uma estratégiade transformação. Tratava-se de inserir as comunidades marginalizadas no processo de mudança socialatravés de atividades de conscientização, mobilização e formação de organizações populares. Otrabalho das ONGs expressava objetivos de projetos integrais que promoviam melhores formas de produção e comercialização; ou saúde, educação e promoção da mulher; ou fins organizativos- políticos que buscavam a liderança de lutas e mobilizações; e, em qualquer um dos casos, a meta era aorganização para a ação e para a articulação da democracia política com a participação social edesenvolvimento econômico eqüitativo
2 OS DESAFIOS PERANTES A GLOBALIZAÇÃO
O movimento de globalização e privatização das economias debilitou os governos de Estados- benfeitores que antes proviam o bem estar social de seus países. Por um lado, as novas medidas dereestruturação econômica obrigaram os governos dos países em desenvolvimento, a sanear suaseconomias, privatizando-as, abrindo-as ao mercado livre e retirando os subsídios que antes respondiamàs problemáticas econômicas e sociais de seus povos. Por outro lado, o resultado foi à concentraçãodesigual de riqueza, a geração de desemprego a níveis de grande empobrecimento para as maiorias, aconcentração de poder em monopólios econômicos-políticos, assim como a geração de espaços vazios para dar solução à problemática social suscitada.As ONGs, muitas vezes com discordâncias básicas, vêem-se obrigadas a assumir as propostas". Também buscam o diálogo com o setor público e o setor privado, para que cheguem a ser reconhecidas como o setor civil com a capacidade para captar fundos financeiros necessários para odesenvolvimento de suas atividades em benefício do país Neste contexto, valeria a pena reavaliar as metodologias para encontrar um equilíbrio entre a proposta moderna de profissionalização das ONGs para um serviço mais efetivo e eficiente emassuntos de subsistência, serviços e geração de renda e, as propostas daqueles universitários que

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