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Morreu a mais bela mulher do mundotão bela que não só era assim belacomo mais que chamar-lhe marilyndevíamos mas era reservar apenas para elao seco sóbrio simples nome de mulherem vez de marilyn dizer mulherNão havia no fundo em todo o mundo outra mulhermas ingeriu demasiados barbitúricosuma noite ao deitar-se quando se sentiu sozinhaou suspeitou que tinha errado a vidaela de quem a vida a bem dizer não era dignae que exibia vida mesmo quando a suprimiaNão havia no mundo uma mulher mais bela masessa mulher um dia dispôs do direitoao uso e ao abuso de ser belae decidiu de vez não mais o sernem doravante ser sequer mulherO último dos rostos que mostrou era um rosto de dorum rosto sem regresso mais que rosto mare toda a confusão e convulsão que nele possa cabere toda a violência e voz que num restrito rostopossa o máximo mar intensamente condensarTomou todos os tubos que tinha e não tinhae disse à governanta não me acorde amanhãestou cansada e necessito de dormirestou cansada e é preciso eu descansarNunca ninguém foi tão amado como ela
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