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Relatos de Aviões Desaparecidos

Relatos de Aviões Desaparecidos

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Published by Oliverio Gomes
Relatos de alguns casos de aviões militares desaparecidos no atlântico e por vezes próximo dos Açores.
Relatos de alguns casos de aviões militares desaparecidos no atlântico e por vezes próximo dos Açores.

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Divulgação do Fenómeno OVNI Olivério Gomes 
2005 
 
1
 
HISTÓRIA COMPLETA DO VOO 441
 
30 de Outubro de 1954
 
O R7V da marinha era o equivalente do avião civil Super Constellation da Lockheed. Foi um
dos aviões mais revolucionários do seu tempo e a jóia da indústria aeronáutica civil.
 
Conseguia efectuar a trave
ssia do Atlântico em 8 horas e 30 minutos
 
Um dos desaparecimentos mais trágicos no Triângulo das Bermudas ocorreucom um Super Constellation da Marinha dos E.U.A. «versão militar R7V-
1».
Transportava 42 passageiros, pessoal da marinha e suas famílias com
destino
a uma base no exterior.
 O voo 441, deixou Patuxent River NAS em 30 de Outubro de 1954, deMaryland com destino à base das Lajes nos Açores. As comunicações com ovoo foram normais, a última mensagem foi muito fraca cerca das 11:30 P.M.
era simplesmente um relatório de rotina da sua posição.
As coordenadas precisas eram 38º 06 NL 69º 12 WL, aproximadamente a 400milhas fora da costa. O voo 441 é um dos mais incríveis desaparecimentos detodo o mundo. Nunca foi localizado qualquer evidência que justi
fica
-se o seudesaparecimento. Na sua listagem de carga básica constava 111 coletes salvavidas, 46 cobertores, 660 copos de papel e 5 jangadas salva vidas, todo estematerial era flutuável. Se tivesse ocorrido uma explosão no ar todo essematerial teria ficado disperso sobre o oceano. Caso contrário tivesse efectuadouma amaragem forçada e intacta no oceano, teria tido todo o tempo para emitir
um SOS.
 O desaparecimento do voo 441, levou a uma investigação das mais completas:como o plano de voo, condições atmosféricas, e se os pilotos eram
suficientemente hábeis para efectuar essa missão.
 
 
Divulgação do Fenómeno OVNI Olivério Gomes 
2005 
 
2
 
As condições atmosféricas foram consideradas típicas do Atlântico Norte paraa época do ano, nenhum gelo, mas algumas nuvens dispersas de temporal e
pouca turbulência.
 
O voo foi programado para os 14.000 pés, mas o piloto informou que o nível do
voo 441 seria superior por causa do tempo.
 
O avião estava equipado com um radar de tempo, que o avisava das condições
atmosféricas à sua frente, permitindo ao piloto corrigir a sua rota e desviar-
se
das más condições atmosféricas, que fossem surgindo.
 Uma pesquisa efectuada às condições atmosféricas, e ao piloto Tenente John
G. Leonard concluiu:
 
O Tenente Leonard voava á mais de dois anos nas rotas do Atlântico Norte, era
um piloto conhecedor das condições atmosféricas. A sua escolha de efectuar ovoo a 17.000 pés de altura fora boa. As informações do tempo indicam queteria sido melhor voar a uma altitude de 19.000 pés. A viagem terá sido namaior parte do tempo efectuada a grande altitude, excepto nalguma ocasião
excepcional.
 Devemos indicar que o avião R7V-1 estava equipado com o ASP-42, radarusado nestas condições de tempo. A electrónica do radar VR-1 deu o nome de
R7V
-1 BuNo 1284441 como muito boa, desde que os pilotos efectuasse
m
correctamente o seu uso. Os aviões comerciais civis não estavam equipadoscom este radar, neste aspecto os R7V-1 estavam em vantagem para voar com
este tempo.
 No relatório pode-se ler: «Isto é um completo mistério». Durante o vooprovavelmente Leonard aumentaria a sua altitude para 19.000 pés ou mais,para evitar completamente complicações com as condições do tempo. Terátentado mais de que uma vez contactar com a base, e esta não o conseguiuouvir, também terá tentado informar OATC da sua nova altitude, mas estesnunca o ouviram. Deduziu-se na possibilidade de uma falha estrutural durantea passagem pela frente do tempo, mas essa possibilidade parece muito
remota.
 A investigação ao piloto tenente Leonard, rendeu-se às suas habilidades devoo:O tenente Leonard era um piloto bem treinado na técnica de velocidade de
penetração em nuvens de temporal. Pensa
-se se ele entrou num temporal, teráfeito na velocidade correcta e terá pensado primeiro não sujeitar o R7V-
1para
além das suas potencialidades, assim como
das suas próprias potencialidades.No relatório pode-se ler: Em primeiro lugar, provavelmente terá voado sobre otempo. A investigação rendeu-se, somente à melhor explicação que pode ser
atribuída a todos os desaparecimentos de aviões e barcos no Triângul
o:
 È a opinião dos investigadores, que o R7V-1 BuNo 128441, encontrou-
se
repentinamente uma força violenta, em que o avião e o esforço humano nãoconseguiram ultrapassar. A força desconhecida terá causado um descontrolo
total.
 
Tradução: Insólito 2005© 
 
Font
e:
 
www.bermuda
-
triangle.org
 
 
 
Divulgação do Fenómeno OVNI Olivério Gomes 
2005 
 
1
 
HISTÓRIA COMPLETA DO
KB 50 AVIÃO DE REABASTECIMENTO AÉREO
 8
de
Janeiro de 1962
 
O KB
-
50 era o antigo bombardeiro B
-
29 convertido em reabastecedor aéreo. Tinha uma grande
autonomia e atingia grandes velocidades.
 
Em 8 de Janeiro de 1962, pelas 11:17 a. m. um grande reabastecedor aéreo de
4 motores descolou da base da Força Aérea de Langley, Vírginia, com 8tripulantes com destino à base das Lajes nos Açores. O Major Bob Tawney erao seu piloto. De acordo com ordens, ele enviava mensagens
todas as horas.
 
Uma frase transmitida, seguia algo como isto:
 Este é Tyler 41. Estou em 37º 15
 
uma latitude Norte, 70º longitude
Oeste às12:17 p. m., meu nível de voo é de 23.000 pés. Estou a voar com instrumentos,
dirigindo 085 graus, velocidade é de 385 mph. A resistência é 11 + horas emeu destino é Lajes. Estou estimar 37º 30 latitude Norte, 65º longitude Oestepara 1 p. m. em seguida 37º 35 latitude Norte, 60º longitude Oeste. Peço para
vocês reportarem ao Controle Oceânico de Nova Iorque
.Ás 1 p. m. Tawney ou o seu co-piloto Zoltan Szaloki foram ouvidos por umavião de transporte da marinha que seguia atrás deles cerca de uma hora.Estavam tentando contactar o controle de Harmon, ou outras estações aolongo da costa leste. Entre as 1:10 e as 1:20 p. m. Tawney conseguiamcontactar com o avião da marinha e informavam da sua posição, pedindo para
estes retransmitirem ao controle.
 Entretanto o avião enfrentava dificuldades, mas Tawney decidiu continuar emdirecção aos Açores. Estavam nesse momento a norte das Bermudas sobre olocal, onde meses antes havia desaparecido o Pogo 22 (um avião B-52) e 14
anos antes o Star Tiger (um avião Tudor IV).
 

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