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QUAL É O OBJETIVO DA VIDA

QUAL É O OBJETIVO DA VIDA

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11/03/2012

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QUAL É O OBJETIVO DA VIDA?
Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eisque tudo era vaidade e aflição de espírito.Eclesiastes 1:14
Estas não são as palavras dum cínico. São as dum inspirado escritorbíblico, que avaliou de modo realístico a vida em condições imperfeitas.Um exame daquilo que este escritor, o sábio Rei Salomão, estudou é útilpara sabermos o que poderá impedir que nossa vida seja “vaidade”.Há pessoas, cuja vida inteira é dedicada à obtenção de conhecimento.Mas, seque obter conhecimento apenas pelo conhecimento em simesmo torna a vida significativa? Não, porque tal conhecimento amiúdevem acompanhado pelo reconhecimento doloroso de que há tanta coisaerrada neste sistema imperfeito, que é humanamente impossível corrigi-lo.Conforme o expressou o Rei Salomão: “Aquilo que foi feito torto nãopode ser endireitado, e aquilo que é carente é que não se pode contar.” (Ecl. 1:15) Daí, também, as circunstâncias podeo impedir que apessoa use seu conhecimento para melhor proveito.Além disso, procurar usufruir a vida por se entregar aos prazeresmateriais, como tantos fazem, não é a chave para uma vida objetiva.Salomão escreveu sobre os seus empenhos neste sentido: “Construí 
 
para mim casas; plantei para mim vinhedos. Fiz para mim jardins eparques, e plantei neles toda sorte de árvores frutíferas. Fiz para mimreservatórios de água para irrigar com eles a floresta em que crescemárvores. . . . Acumulei também para mim prata e ouro, bem comopropriedade peculiar de reis e de distritos jurisdicionais. Constituí paramim cantores e cantoras, bem como as decias dos filhos dahumanidade, uma dama, sim, damas. . . . E tudo o que os meus olhospediram, eu não retive deles.” —Ecl. 2:4-10.No decorrer da hisria humana, poucos da humanidade tiveram osrecursos disponíveis ao Rei Salomão. Contudo, embora aparentementetivesse tudo o que pudesse desejar, achou seus empenhos frustradores,não satisfatórios. Por quê? Em primeiro lugar, Salomão sabia que nãopodia sustentar indefinidamente sua vida. Perderia tudo na morte. “Eu éque odiei toda a minha labuta”, disse Salomão, “em que trabalhavaarduamente debaixo do sol, que eu deixaria atrás para o homem queviria a suceder-me. E quem sabe se ele se mostrará sábio ou estulto? Noentanto, assumirá o controle sobre toda a minha labuta em quetrabalhei arduamente.” —Ecl. 2:18, 19.De modo similar, o empenho por uma posição de destaque no mundopode levar a amargo desapontamento. Demasiadas vezes acontece quepessoas muito hábeis são vítimas das circunstâncias, que as privam daoportunidade de fazer bom uso de sua habilidade.
O Rei Salomão verificou que:“A estultícia tem sido posta em muitas posições elevadas . . . Viservos sobre cavalos, mas príncipes andando na terra como sefossem servos.” (Ecl. 10:6, 7)“A corrida não é dos ligeiros, nem a batalha dos poderosos, nemtampouco são os sábios os que têm alimento, nem tampouco sãoos entendidos os que m riquezas, nem mesmo os que mconhecimento m o favor; porque o tempo e o imprevistosobrevêm a todos.” — Ecl. 9:11.
Entre os homens imperfeitos, a capacidade não é necessariamente ofator que decide obter-se determinado cargo. Há um ditado que diz: ‘O que importa não é o que a pessoa conhece, mas sim a quemconhece.’ Este é muitas vezes o motivo pelo qual acontece que homens muitocapacitados, que talvez tenham disposição nobre, vêem-se obrigados a
 
suportar a tolice de pessoas incapazes, que exercem o controleadministrativo.Talvez nem se conceda alguma dignidade a tais homens principescos,mas sejam até mesmo apresentados a outros como tolos, por aquelesque controlam a situação.Salomão não exagerava as coisas quando classificou as obras feitas numsistema imperfeito como sendo “vaidade”.
O empenho pelos objetivos materiais — posição, posses e coisasassim simplesmente o satisfaz, mas vem acompanhadoduma multidão de frustrações.
Então, qual é o objetivo da vida? Há algo que dê verdadeira satisfação?Sim, é o empenho por aquilo que pode levar a se ter um futuropermanente e seguro. O Rei Salomão mostrou bem de que se tratava,depois de completar seu estudo dos empenhos vãos. Escreveu:
“A concluo do assunto, tudo tendo sido ouvido, é: Teme overdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos. Pois esta étoda a obrigação do homem.” — Ecl. 12:13.Sim, a chave para uma vida satisfatória é o reconhecimento daspróprias necessidades espirituais.
Alguém maior do que Salomão, Jesus Cristo, indicou isto ao repelirSatanás, o Diabo. Ele citou as Escrituras Hebraicas e disse: “O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cadapronunciação procedente da boca deJeová.” (Mat. 4:4)Quando se tem um respeito sadio pelo Criador e se acata as ordens dele,o se sofre as frustrões que resultam de se tomar por objetivoprincipal o conhecimento mundano, alguma posição ou os bensmateriais.Em vez de fixar o coração em algo transirio, estabelece-se umarelação com Deus, que pode durar por toda a eternidade. Tal relaçãonão se baseia no que se possui, mas no que realmente se é comopessoa. Conforme diz a Bíblia: 
“O mero homem o que aparece aos olhos, mas quanto aJeová, ele vê o que o coração é.” — 1 Sam. 16:7.

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