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Aula 6 - Tumores de Pulmão

Aula 6 - Tumores de Pulmão

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09/01/2012

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Podem ser primários ou metastáticos
-
Benignos ou malignos
-
IMPORTANTE: A minoria das neoplasias de pulmão são benignasTumores Pulmonares:
 
Podem se manifestar como massas centrais, tosse, hemoptise e pneumonite.
-
Em geral são acessíveis por broncoscopia
-
NEOPLASIAS PULMONARES BENIGNAS (minorias) -menos de 5% dos tumores primários, incluindo adenomasbrônquicos e hamartomas (90% de tais lesões). OU SEJA, não é o mais comum.
 
Ocorre geralmente
na PERIFERIA
do parênquima pulmonar, com calcificações em pipoca.Quando vê essacalcificação vamos seguir esse tumor para ver se não cresce*. Geralmente, eles se comportam de maneirabenigna. Crescimento é lento e assintomático, porém podem causar obstrução dos brônquios.
-
*IMPORTANTE: ao menos que os achados radiográficos sejam patognomônicos de hamartoma, comcalcificação em forma de pipoca, maioria dos casos as lesões devem ser ressecadas para o diagnóstico,particularmente se o paciente for fumante.
-
São Raros na infância, tem maior incidência com a idade (incidência é máxima aos
60
anos), achado deaberrações cromossômicas 6p21 ou 12q14-q15 indicando origem clonal
-
Hamartomas pulmonares -
são lesões relativamente comuns, geralmente um achado incidental e arredondado deradiopacidade (também chamada de lesão em moeda).Pequenas áreasbem definidas
 
(menores que 3 a 4cm)
, decrescimento tecidual desorganizado.
Formação glandulares, benignas.Consistem em lesões de crescimento lento e
que representam 50% dasneoplasias pulmonares benignas
. Ocorrem em pacientes de 15 a 60 anos, comolesões endobrônquicasecostumam ser sintomáticos (?) por vários anos. Pacientes podem tertosse crônica, hemoptise recorrente ouobstrução com atelectasia, colapso lobar ou pneumonite e formação de abscesso.
-
Considerá-los como potencialmente malignos, o que requer remoção para aliviar os sintomas e porquepodem ser invasivos, recorrentes, metastizar e ocasionar síndromes paraneoplásicas. Sobrevida de 90% (setiver linfonodos acometidos, 70%).
-
Adenomas brônquicos:
 
Lipomas: dá para saber que a densidade é de gordura, sendo um sinal de benignidade do pulmão..
Típicos: não possuem mutações em p53, ou anormalidades em BCL2/BAX
Atípicos tem essas alterações (20 a 40%; 10% e 20% dos tumores)
São neoplasias epiteliais malignas de baixo grau, subclassificadas em típicos e atípicos. Raramente excedem3 a 4cm de diâmetro;
-
 
A maioria dos pacientes com estes tumores tem menos de 40 anos de idade (20 a 40% não é fumante).
-
 
Tumor carcinoide
-representam 1 a 5% de todos os tumores de pulmão.
Aula Professora MariangelaKahio Kuntz -Medicina 10.1Harrison e Robbins
Aula 6 -Tumores de Pulmão
quinta-feira, 5 de abril de 201208:04
Página 1 de Pneumo
 
Tosse persistente
Hemoptise
Prejuízo da drenagem de passagem, com infecções secundárias, bronquiectasia, enfisema eatelectasia
As manifestações clínicas decorrem de seu crescimento intraluminal, sua capacidade de sofrer metástases ea capacidade de algumas lesões elaborarem aminas vasoativas.
-
 
A maioria não tem atividade secretora e não apresenta metástases para locais distantes, porém segue
 
um curso relativamente benigno por longos períodos, sendo passível de ressecção.
Raramente:Síndrome carcinoide: rubor cutâneo, broncoconstrição, diarreia e lesões valvares cardíacas, o que aCPPC não faz.
 
A grande maioria é câncer de pulmão
-
 
85% a 95% dos cânceres que a gente vê são malignos.
-
 
Uma formação tumoral no pulmão tem que ser no mínimo seguida porque é raridade que essa formação seja
 
benigna!
O câncer de pulmão é o principal diagnóstico de câncer no mundo e a causa de mortalidade mais comum nomundo todo. Teremos um aumento nas próximas décadas, devido ao hábito de fumar (mudou incidência,mortalidade e também a prevalência dos tipos histológicos de câncer).
-
 
O câncer de pulmão ocorre mais frequentemente entre os 40 (2% nessa idade) e 70 anos, com uma
 
incidência máxima entre os 50 e 60 anos. Mal prognóstico, sobrevida em 5 anos de 16%.
-
Cânceres de pulmão se refere a tumores que surgem no epitélio respiratório (brônquios,bronquíolos e alvéolos).
Mesoteliomas, linfomas e tumores de estroma (sarcoma) são diferentes decâncer de pulmão endotelial.
Carcinoma de pequenas células,
Carcinoma escamoso ou epidermoide,
Adenocarcinoma (como o bronquioloalveolar)
Carcinoma de células grandes.
 
4 tipos de células dão origem a até 88% das neoplasias pulmonares (OMS):
A maioria surge do acúmulo de anormalidades genéticas que transformam o epitélio brônquicobenigno em um tecido neoplásico. Ao contrário de muitos outros cânceres, a lesão ambiental quecausa a lesão genética é conhecida (cf abaixo).
Etiologia e patogenia:
-
A evidência estatística mais convincente:87% dos carcinomas de pulmão ocorrem em fumantes
 
ativos ou naqueles que pararam recentemente.
Quantidade de fumo diário
A tendência a inalar
A duração do hábito de fumar
Associação com:
 
Em comparação com não fumantes, fumantes médios de cigarros tem um risco 10x maior dedesenvolver câncer de pulmão, e fumantes intensos (mais de 40 cigarros por dia por vários anos)
apresentam um risco 60x maior.
Apenas 11% dos fumantes intensos desenvolvem câncer ao longo da vida. Assim fica claro que háoutros fatores envolvidos.
Estima-se que a cada ano, aproximadamente 3 mil adultos não fumantes morram de câncer depulmão como resultado de fumo passivo. Risco aumenta 1,5 para exposição passiva prolongada.
Fumo de charutos ou cachimbos aumenta o risco de forma mais modesta que o fumo de cigarros.
O uso de tabaco sem fumaça não é substituto para fumo de cigarros ou charutos, uma vez que essesprodutos causam câncer oral e podem levar à dependência da nicotina
Exposição à fumaça →aparecimento de alterações epiteliais cada vez mais preocupantes quecomeçam com metaplasia escamosa e progridem para displasia escamosa, carcinoma in situ e
carcinoma invasivo.
Tabagismo
-
Riscos industriais:
radiação ionizante em altas doses; risco aumenta com o asbestos (amianto). Para osindivíduos que fumam aumenta 50 a 90x mais.
-
Poluição do ar:
mecanismo pode ser inalação e deposição brônquica de produtos de decomposição
radioativos.
-
 
Carcinoma:
Página 2 de Pneumo
 
Uma pequena quantidade de células dentro de um tumor é responsável por seu caráter maligno(células tronco cancerígenas). Sucesso no tratamento depende da erradicação desse componente.
Ativação de oncogenes dominantes: RAS (envolvido com angiogênese e metástases);em particularKRAS no adenocarcinoma pulmonar-, tirosina quinase do EGFR -adenocarcinoma dos não fumantes eoutras são encontradas em cânceres de pulmão não de pequenas células. Todos os membros dafamília myc são encontradas no CPPC, hiperexpressão de blc-2 e outras proteínas anti-apoptóticas,além da expressão ativada do gene da telomerase em mais de 90% dos cânceres de pulmão. Genessupressores de tumor p53 e RB.
Fatores de crescimento autócrinos
Predisposição hereditária para o câncer de pulmão. RB e p53.
Inativação de genes supressores tumorais:
Genética molecular (harrison): há de 10 a cerca de 20 mutações quando o tumor é clinicamente aparente.
-
Pulmão é também um local importante de estreitamento do vaso e pode acabar impactar no capilarpulmonar e dar metástase em outros órgãos.
-
Origem em brônquios ou parênquima pulmonar, pois estão relacionados ao cigarro (85 a 95% estão relacionadosao material carcinogênico do pulmão). O sítio de instabilidade celular e oncogênese vai ser na árvore brônquica.
Em 5 a 15% dos pacientes, a identificação ocorre quando está assintomático, de forma incidental (Rx
 
ou TC).
 
Geralmente ele passa 5/6 desapercebidos, e no 1/6 que começa a dar sintomas já é mais difícil tratar.
-
Apenas 20% dos pacientes são operáveis
-
Apenas 15% vivem por mais de 5 anos após diagnóstico
-
No estágio 5 (doença metastática), a sobrevida em 5 anos é menor que 1%.
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Normalmente, quando o tumor de pulmão começa a dar sintomas ele já está bem avançado.
No pós guerra teve-se um boom no hábito tabágico (entreguerras), 1925.
-
O que se percebeu é que 20 anos depois teve-se um pico de câncer de pulmão principalmente emhomem.
Na década de 60 teve-se a adoção de medidas, nos homens tendo uma curva descendente (paroude crescer). Nas mulheres começa depois da 2a guerra mundial e tem-se uma curva estacionária.
-
Porém, continua menor do que no homem.
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Epidemiologia do câncer de pulmão
Plausibilidade biológica: fumo induz mutações, pois é uma mistura muito complexa com carcinogênicos,com essa mistura induz-se instabilidade celular.
-
 
Produz mutação importante na p53 e em outros genes induzidos, como o RAS. Isso aumenta a chance de
 
ocorrência de câncer.
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Ativação do K-ras é particularmente importante no desenvolvendo de adenocarcinmoas pulmonares.
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Quem fuma tem um risco relativo de cerca de 30x mais câncer de ter câncer de pulmão. Mesmo com acessação tem 3x mais risco, nunca será igual ao de não tabagista.
-
No tabagismo passivo, é um fator de risco (1,5x maior que não fumantes).
-
Câncer e tabagismo
Como foi visto na prática podemos separar os cânceres de pulmão em dois subgrupos: carcinoma depequenas células e não pequenas células (CPPC e CPNPC), respectivamente Algumas lesões são comuns nosdois tipos, enquanto outras são específicas.
-
 Oncogênese
Página 3 de Pneumo

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