erros.Von Liszt, eminente criminaLista dos tempos modernos, observa que oEstado, em suaexpressão de organismo superior, e excetuando-se, como é claro, os gruposcriminosos que por vezes transitoriamente o arrastam afunestos abusos do poder, não prescinde da pena, a fimde sustentar a ordem jurídica. A necessidade da conservação do próprioEstado justifica a pena.Com essa conclusão, apagam-se, quase que totalmente, as antigascontrovérsias entre as teoriasde Direito Penal, de vez que,nesse ou naquele clima de arregimentação política, a tendência a punir écongenial ao homemcomum, em faceda necessidade de manter, tanto quanto possível, a intangibilidade daordem no plano coletivo.André Luiz, contudo, faz-nos sentir que o Espiritismo revela umaconcepção de justiça aindamais ampla.A criatura não se encontra simplesmente subordinada ao critério dospenólogos do mundo,categorizados àcoma de cirurgiões eficientes no tratamento ou na extirpação da gangrenasocial. Quanto maisesclarecida acriatura, tanto mais responsável, entregue naturalmenteaos arestos da própria consciência, na Terra ou fora dela,toda vez que se envolve nos espinheiros da culpa.Suas páginas, desse modo, guardam o objetivo de salientar que osprincípios codificados porAllan Kardecabrem uma nova era para o espírito humano, compelindo-o à auscultação desi mesmo, noreajuste dos caminhos traçados por Jesus ao verdadeiro progresso da alma,e explicam que o Espiritismo, por isso mesmo, é o disciplinador de nossaliberdade, não apenaspara que tenhamos na Terra uma vida social dignificante, mas também paraque mantenhamos,no campo do espírito, umavida individual harmoniosa, devidamente ajustada aos impositivos da VidaUniversal Perfeita,consoante asAÇÃO E REAÇÃO 11normas de eterna Justiça, elaboradas pelo supremo equilíbrio das Leis deDeus.Eis por que, apresentando-as ao leitor amigo, reconhecemos nos postuladosque abraçamos nãosomente umsantuário de consolações sublimes, mas também um templo deresponsabilidades definidas,para considerar quea reencarnação é um estágio sagrado de recapitulação dasnossas experiências e que a Doutrina Espírita, revivendoo Evangelho do Senhor, é facho resplendente na estradaevolutiva, ajudando-nos a regenerar o próprio destino,para a edificação da felicidade real.Em síntese, demonstra-nos o Autor que as nossas possibilidades de hoje
Leave a Comment
presentacâo muito rum , frase cortada etc. Trabalho mal feito ys
paginacâo ruim