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Obsessao e Loucura

Obsessao e Loucura

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06/16/2009

 
Obsess
å
o e Loucura
1. Obsess
å
o n
å
o
é
loucura, mas pode produzi-la, se a a
çå
omalfazeja de um Esp
í
rito sobre outro for persistente e n
å
o tratada aseu devido tempo. Nesse caso,
é
preciso compreender que a a
çå
opersistente pode produzir lesÆes f
í
sicas, muitas vezes irrevers
í
veis.2. No livro "GrilhÆes Partidos", de Manoel P. de Miranda, vemosdiversos exemplos de doen
ç
as mentais, como epilepsia e esquizofrenia,que nada t
ê
m a ver com a obsess
å
o. E o mesmo livro mostra que o casoEster, que era tipicamente subjuga
çå
o obsessional, fora tratado comoesquizofrenia. O autor mostra-nos, no entanto, que nas obsessÆes e nasdoen
ç
as mentais a lei de causa e efeito est
á
sempre presente.3. A perturba
çå
o mental se manifesta de duas maneiras diferentes:com e sem les
å
o cerebral. Bezerra de Menezes, no livro "A Loucura sobNovo Prisma", sugere que, para casos distintos, tratamentos distintos.Se o problema n
å
o
é
org
â
nico-cerebral,
é
preciso levar em conta ascausas extraf
í
sicas atuantes.4. Allan Kardec, n' "O Livro dos M
é
diuns", sustenta que entre ostidos por loucos muitos h
á
que s
å
o apenas subjugados. A rec
í
proca
é
 tamb
é
m verdadeira. A experi
ê
ncia do Dr. Ign
á
cio Ferreira aponta nessesentido. Por isso deve haver muito cuidado com os diagn
ó
sticosapressados, como Jos
é
Raul Teixeira alerta no livro "Diretrizes deSeguran
ç
a", pergunta 96.5. Na obsess
å
o, o que determina a perturba
çå
o
é
a interposi
çå
o defluidos do obsessor entre o
agente
(alma) e o
instrumento
de sua a
çå
omental (c
é
rebro). Tanto na loucura propriamente dita, como no processoobsessivo, o que existe
é
uma irregularidade na transmiss
å
o oumanifesta
çå
o do pensamento.6. Se h
á
uma incapacidade material do c
é
rebro para receber etransmitir fielmente as cogita
ç
Æes do Esp
í
rito encarnado, temos aloucura. Se h
á
interrup
çå
o do fluxo dessas cogita
ç
Æes, que n
å
o chegamintegralmente ao c
é
rebro, eis a obsess
å
o. Mas os especialistas, como oDr. C
é
lio Trujilo Costa, psiquiatra esp
í
rita do Hospital Esp
í
rita dePsiquiatria Bom Retiro, dizem ser muito dif
í
cil afirmar quando setrata de loucura ou de obsess
å
o, pois h
á
componentes de uma e outra emambos os casos.7. Os evangelistas Marcos, Lucas e Mateus narram in
ú
meros casosde possess
å
o que impunham ao enfermo uma incapacidade f
í
sicaqualquer, como cegueira, crises epil
é
pticas, mudez, que cessavamquando o paciente era libertado.
Profilaxia e Tratamento da Obsess
å
o
8. O tratamento da obsess
å
o exige, como condi
çå
o indispens
á
vel, atransforma
çå
o moral do paciente. E' fundamental a eleva
çå
o de seupadr
å
o vibrat
ó
rio, atrav
é
s de bons pensamentos, bons sentimentos ebons atos, para que ele, elevando esse padr
å
o, deixe de sintonizar namesma faixa vibrat
ó
ria do obsessor e fique, assim, fora do alcance daentidade desencarnada.9. A pr
á
tica do bem e a confian
ç
a em Deus aparecem, assim, comofatores essenciais na desobsess
å
o.10. Podemos sintetizar em
sete
itens os recursos necess
á
rios aobom
ê
xito no tratamento das obsessÆes:
 
a) conscientiza
çå
o do problema por parte do obsidiado e de seusfamiliares, lembrando-lhes que a paci
ê
ncia
é
fator essencial notratamento e que as imperfei
ç
Æes morais do obsidiado constituem omaior obst
á
culo
à
sua cura;b) fluidoterapia (passes magn
é
ticos, radia
ç
Æes e
á
guamagnetizada);c) prece e vigil
â
ncia permanente;d) laborterapia;e) renova
çå
o das id
é
ias atrav
é
s da boa leitura, de palestras e daconversa
çå
o elevada;f) culto evang
é
lico no lar;g) esclarecimento do Esp
í
rito obsessor, em grupos medi
ú
nicosespecializados, em cujas reuniÆes a presen
ç
a do enfermo n
å
o
é
 necess
á
ria.
QuestÆes para os grupos debaterem:
Ap
ó
s a leitura do texto, pede-se aos Grupos que respondam
à
s seguintesquestÆes:
Grupos
í
mpares (n 
o
s. 1, 3 e 5) 
1. A obsess
å
o pode transformar-se em loucura?2. A perturba
çå
o mental
é
sempre resultado de les
å
o cerebral?3. Qual a diferen
ç
a essencial entre loucura e obsess
å
o?4. V. conhece exemplos de lesÆes f
í
sicas causadas por obsess
å
o?
Grupos pares (n 
o
s. 2, 4 e 6) 
5. Qual a condi
çå
o essencial ao tratamento e cura da obsess
å
o?6. Por que a conscientiza
çå
o do obsidiado acerca de seu caso
é
 importante no tratamento da obsess
å
o?7. A prece
é
importante na terapia desobsessiva?8. Na reuni
å
o medi
ú
nica de desobsess
å
o,
é
conveniente que o obsidiadoesteja presente?
 
Londrina, 31/8/95.Astolfo O. de Oliveira Filho
(b:Trat_ob)

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