CRIMES E
ilícitos
ELETRÔNICOS NO BRASIL
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rus. Em curtas e objetivas palavras, não são como aqueles que
agem imbuídos pelo sentimento negro da destruição e da obten-
ção de ganhos ilícitos.A estes últimos, que em tudo se contrapõem àqueles, que
se fixem o estigma de bandidos, de criminosos, porque usam de
seus conhecimentos em tecnologia para praticarem o mau. A
esses, a honra de ser
hacker
não se concebe, porque ser
hackeré
algo a mais do que simplesmente dominar a tecnologia. Ser um
hacker
é possuir espírito elevado, porque tendo a plena consci-
ência de que pode ganhar com o prejuízo alheio, não se deixatomar pelas tentações bandidas, e ao contrário, as combatem.
CrackerA, carder,s, phreakerA,
todas essas, denominações
em cujo conceito se deve atrelar o de bandidismo.
Spyman, conhecido hacker brasileiro em cujo MANIFES-TO em seu livro' proclama sua incomensurável loucura pela rede
mundial de computadores, a Internet, assim os definem:
Crackere:
"Oe crackere são como
OA
hackere, mas gostam de ver a
destruição; elejo invadem e deAtroem
.86
para 'ver o caos, depois, na TV:São a3 ladrõe,e da Internet. Elee roubam dinheiro, roubam informações.
Ele
g
apagam todo o Ai.eterna deixando sempre a
Alla
marca registrada."
Cardere: "Aquelee que fazem compra com cartão de crédito alheio ou
gerado, ou
seja,
os
carderA têm uma grande facilidade de fazer compras
na Internet."
Phreacking: "São
os
piratas da telefonia, elejo fazem de tudo o que é
relativo aos telefones, convencionais ou celulare.e."
Que se tenha essa distinção de caráter e de personalidadesfincada na mente, pois os parágrafos que se seguirão não se apli-cam aos
hackerA,
mas aos
crakerA,
aos
carderA
e aos
phreaker.e.
'
PYMAN.
Manual completo do hacker. Como ser e evitá-los.
4
a
edição.
Edição ampliada. São Paulo: Book Express, 2001, p. 2-3.
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2.
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