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AMAR E DE SABOR AGRESTEOlhei no mundo lá atrás e vejo o mundoRasgo o meu sabor de sabedor e temo tudoEncosto a aldeia ao monte e tenho uma cidadeConsigo a visão do mundo enão a sua idadeSei que vou encontrar o termo válidoComeço a perceber a situação no mundo de tudoRidículo o momento de estarmos de estudoPressa ou precisão apenas a ameaça de sermosSempre de pressa. Mais de pressa é uma cidade.A cidade se alcança e a humanidade a comunidadeA luta varia no mundo segundo a originalidadeVálido o amor mas não o seu temor. É proibição.Andam os pássaros cantando mas serão amigosDe uma cidade eterna ou de tudo e de um futuroSim mas os solitários pássaros são derrubadosAinda escostam a miragem recenteE já não estão de um mundo tão quente.Deus está livre e quente e o mundo é ausente.Seremos porventura originários de pardaisOu melhor seremos asas e voaremos como os tais.Apenas um Deus espera e o mundo desespera.Deus está livre ama o seu voar E ama também como o dele.Luta por ti e ama de o veres partir. Partiu.Deus está livre e partiu. Só o mundo o soube e viu.Deus está certo partiu. Amemos de o voltar a ver.
 
O AMOR DE REAVER O FALADOSou um rei soberanoO meu trono por vezes é conquistadoMas o quero reaver e o ter Sou assim a tempos mudoE de tudo sou poetaMas de tudo e de tudo lutoO que ver e o correr Hei-de o ver e reaver E quando eu morrer Serei o rei no meu tronoPor isso lutoE no mundo existoQue juízo faço Nenhum ou mal nenhumApenas conto na idadeE com ele vê o reaver Pois comigo o povo contaE conta os anos falados.
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