Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
4Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
IBP1716_12

IBP1716_12

Ratings: (0)|Views: 72 |Likes:

More info:

Published by: Marcelo Varejão Casarin on Sep 21, 2012
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

11/27/2012

pdf

text

original

 
 
Copyright 2012, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis - IBP
Este Trabalho Técnico foi preparado para apresentação na
Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012
, realizado no período de
 
17 a20 de setembro de 2012, no Rio de Janeiro. Este Trabalho Técnico foi selecionado para apresentação pelo Comitê Técnico do evento,seguindo as informações contidas no trabalho completo submetido pelo(s) autor(es). Os organizadores não irão traduzir ou corrigir ostextos recebidos. O material conforme, apresentado, não necessariamente reflete as opiniões do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás eBiocombustíveis, Sócios e Representantes. É de conhecimento e aprovação do(s) autor(es) que este Trabalho Técnico seja publicadonos Anais da
 Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012
.
 .
______________________________
1
Mestre, Engenheiro de Equipamentos – PETROBRAS PETRÓLEO BRASILEIRO S.A
2
 
Mestre, Engenheiro de Equipamentos – PETROBRAS PETRÓLEO BRASILEIRO S.A
 
3
 
Doutor, Engenheiro de Equipamentos – PETROBRAS PETRÓLEO BRASILEIRO S.A
4
 
Mestre, Engenheiro de Equipamentos – PETROBRAS PETRÓLEO BRASILEIRO S.A
5
 
Engenheiro Eletrônico, Engenheiro de Equipamentos – PETROBRAS PETRÓLEO BRASILEIRO S.A
6
 
Engenheiro Eletricista, Engenheiro de Equipamentos – PETROBRAS PETRÓLEO BRASILEIRO S.A
IBP1716_12SISTEMAS DE PROCESSAMENTO SUBMARINO –VISÃO FUTURO
Marcello A. R. Roberto
1
, Fabio A. Albuquerque
2
, Flávio L.V.Vianna
3
, Cássio Kuchpil
4
, Orlando B.Correia
5
, Leonardo O. Barros
6
 
(linha simples, 10)(linha simples, 10)
Resumo
(linha simples, 10)Para vencer os desafios impostos pelas grandes lâminas de água, altas razões gás-óleo, garantia de escoamento econstantes aumentos na água produzida são necessários novos desenvolvimentos tecnológicos que são constantementecolocados em questão às principais operadoras de campos de Produção de Petróleo.Para tornar e manter o Brasil auto-suficiente na produção de petróleo e gás a Petrobras tem investido bastante nodesenvolvimento de tecnologias que possibilitem vencer estes desafios. Dentre as diversas tecnologias emdesenvolvimento no Programa Tecnológico da Petrobras – PROCAP Visão Futuro encontram-se diversos projetos naárea de Processamento Submarino, como por exemplo: Sistemas de Separação Gás-Líquido e Água-Óleo Compactos,Bombeio Multifásico de Elevado Diferencial de Pressão, Compressão, Transmissão e Distribuição Elétrica e um novoSistema de Controle.Os principais motivadores destes projetos são a utilização destas tecnologias em campos com altas frações degás e água, em campos localizados a longas distâncias das UEPs (unidades de produção) e em campos que necessitemaumentar o seu fator de recuperação. Como principais conseqüências da aplicação destas tecnologias teremos umaredução do espaço útil ocupado pelos sistemas de processamento nas UEPs, uma redução do número de linhasconectadas a UEP, uma diminuição no OPEX e principalmente um aumento na capacidade de tratamento de óleo dasUEPs.O objetivo deste trabalho é apresentar as principais tecnologias de processamento submarino que estão sendodesenvolvidas no âmbito do Programa Tecnológico PROCAP-Visão Futuro bem como as motivações, os principaisbenefícios das tecnologias, os prováveis cenários de aplicação e os principais desafios tecnológicos a serem mitigados.(linha simples, 10)(linha simples, 10)
Abstract
(linha simples, 10)To overcome the main challenges established by deep water depths, high gas-oil flowratios, flow assurance andconstant increases in produced water Petrobras is developing, inside PROCAP Technology Program - Future Vision, acouple of projects in the subsea processing area, such as: Compact gas-liquid and oil-water Separation Systems,Multiphase Pump with High Differential Pressure, Compression, Electrical Distribution and a new Control Systemconcept.The main application of these projects are in fields with high fraction of gas and water, in fields/discoverieslocated faraway from Production Units and fields that need to increase its recovery factor. Furthermore the application of these technologies may have great benefits, such as: reduction of process system footprint on the Production Unit,reduction in the number of risers to be connected to the Production Unit, decrease in OPEX and especially an increase inoil processing capacity of Production Unit.The objectives of this paper is to present the main subsea processing technologies being developed in PROCAP- Future Vision, the main motivations of this development, the main benefits in the use of each technology, the
 
 Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012
2technological challenges and gaps, typical application scenarios and technological trajectory (road map) of developmentof each technology.(linha simpl 10)(linha simples, 0)
1. Introdução
(linha simples, 10)Grande parte dos desafios existentes na produção de campos de petróleo, principalmente em lâminas d’águaprofundas e distantes da costa, poderão ser mitigados com o auxílio do desenvolvimento de novas tecnologias deprocessamento submarino. Estas tecnologias têm como principais motivadores a redução das plantas de processamentodas plataformas (com conseqüente redução de volume ocupado), o aumento de vazão (“efeito boosting”) devido àdiminuição da contrapressão no reservatório e em alguns casos a melhoria nos processos de garantia de escoamento.Neste cenário de lâminas d’água profundas e visando atender poços com altas vazões estes projetos têm comouma de suas principais metas a maximização da utilização de tecnologias compactas de processamento submarino.Para a utilização em grande escala destas tecnologias será necessário aumentar a capacidade de geração e dedistribuição elétrica das plataformas. Novas formas de geração/distribuição de energia elétrica, como por exemplo,geração onshore, fazem parte destes estudos.Para viabilizar a monitoração, controle ou mesmo a verificação da condição dos diversos sistemas, se faznecessário o desenvolvimento de um sistema de controle que permita manter o sistema no seu ponto de operação, queseja confiável e que permita também uma manutenção fácil. Esta forma de otimizar e tornar ágil os processos de controlesubmarino estão sendo desenvolvidas e aplicadas em cada um dos projetos de processamento submarino.(linha simples, 10)(linha simples, 10)
2. Sistemas Submarinos de Separação Gás-Líquido (SSGL) e Água-Óleo (SSAO) Compactos
(linha simples, 10)A descoberta e a produção de óleos pesados e ultrapesados no território nacional e o amadurecimento doscampos produtores têm levado a Petrobras a buscar soluções inovadoras nas áreas de processamento submarino. Odesenvolvimento e a aplicação de sistemas de separação gás-líquido e água-óleo têm se mostrado uma alternativabastante atrativa do ponto de vista de aumento da produção e disponibilização da planta de processo na UEP paratratamento do óleo. O aumento de produção se dá basicamente pela redução da contrapressão no reservatório deprodução, o que gera um aumento nas vazões de líquido produzidas (“efeito boosting”) para a UEP.Os sistemas submarinos de separação gás-líquido possuem como principal característica a separação das fases(gás e líquido) e o posterior envio dessas correntes até a plataforma. É uma alternativa atraente para os campos daPetrobras, pois além de aumentar as vazões de produção permite simplificar a planta de processamento primário dasplataformas, uma vez que o gás separado no leito-marinho pode ser enviado diretamente para os sistemas de compressãodas UEPs.Estes sistemas submarinos têm sido desenvolvidos e instalados desde 2000, ano da instalação do primeirosistema submarino de separação gás-líquido do mundo, o sistema VASPS (Vertical Annular Separation and PumpingSystem), instalado pela Petrobras no campo de Marimba, na Bacia de Campos, conforme apresentado por Do Vale et al.(2002).Os sistemas submarinos de separação água-óleo possuem como principal característica a separação no leito-marinho da água produzida, dando a esta um destino diverso da unidade de produção (reinjeção submarina, porexemplo). É uma alternativa atraente para a maioria dos campos maduros, pois deixa às instalações de superfície a tarefade processar somente o óleo. Com isso, evitam-se obras de ampliação nas plantas de processo e disponibiliza-se umpotencial de processamento originalmente ocupado com a água produzida.Tais sistemas submarinos de separação têm sido desenvolvidos e instalados desde 1999, ano da instalação doprimeiro sistema submarino de separação água-óleo do mundo, o sistema de Troll Pilot, instalado no campo de Troll,Noruega, conforme publicado por Horn et al. (2003). Em 2007 outro sistema foi instalado, também no setor norueguês doMar do Norte, especificamente no campo de Tordis, desta vez para maiores vazões, conforme apresentado por Gjerdsethet al. (2007).O SSAO de Marlim foi o primeiro sistema submarino de separação água-óleo instalado no Brasil, e receberá aprodução do poço submarino MRL-141. Este sistema foi instalado em lâmina d’água (LDA) de 870 metros, e possui 29metros de comprimento, 10,8 metros de largura e 8,4 metros de altura, com um peso no ar de 392 toneladas, conformeapresentado por Orlowski et al. (2012).A Petrobras opera, em especial nas bacias de Campos e do Espírito Santo, campos maduros produtores de altasvazões de água e de gás. Aliado a isso, muitos são de lâmina d’água profunda, o que leva à adoção de um menor númerode poços submarinos, com altas vazões de produção.Em campos maduros, nos quais se deseja viabilizar áreas remotas com vazões de produção que não justifiquemuma plataforma dedicada, a adoção de sistemas de separação água-óleo e gás-líquido pode ser uma solução viabilizadora
 
 Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012
3da referida região. Neste caso, poder-se-ia utilizar uma plataforma pré-existente em alguma área próxima para receber avazão de produção desta área, já processada em um (ou mais) sistema(s) de separação submarina.A aplicação desses sistemas de separação em cenários com altas vazões e lâminas d’águas profundas pode serlimitada devido ao aumento da espessura de parede destes vasos (proporcional ao diâmetro do vaso) dimensionados pararesistir, principalmente, às pressões de colapso. De forma a atender os requisitos estruturais e de processo é necessárioque as tecnologias de separação submarina a serem desenvolvidas sejam as mais compactas possíveis e que simplifiquemprincipalmente sua instalação, retirada e manutenção.Com o objetivo de avaliar tecnologias compactas de separação aplicadas a sistemas de processamentosubmarino, visando principalmente sua utilização em cenários de lâminas d’água profundas e altas vazões, estão sendodesenvolvidos pela Petrobras, dentro do Programa Tecnológico PROCAP - Visão Futuro, os projetos denominadosSSGL e SSAO compactos. O projeto do SSGL também inclui sua aplicação em cenários com percentuais de CO
2
e H
2
Sdistintos.O desenvolvimento destes projetos se dará inicialmente pela realização de projetos/estudos conceituais que terãocomo objetivos avaliar e selecionar as tecnologias candidatas à utilização nos sistemas submarinos de separação, visandoàs suas utilizações em cenários de lâminas d'água profundas e altas vazões. Estes projetos/estudos conceituais deverãoabordar desde a identificação de aspectos relacionados à tecnologia, como por exemplo, necessidades de qualificação elacunas tecnológicas (gaps), até a descrição básica (sem detalhamento) dos equipamentos submarinos.Para a realização dos estudos conceituais do SSGL é considerado um cenário típico de produção (cenário 1) emuma LDA de 2.000 m, pressão de separação média de 70 bar, vazão de 12.000 m
3
 /d de líquido, GVF (fração de vazios)de 60%, 18% de CO
2
e 200 ppm de H
2
S, conforme figura 1. Esta aplicação tem como principal motivação o aumento devazão em relação ao caso base de produção, surgência com aproximadamente 7.000 m
3
 /d de vazão.Outro cenário de aplicação (cenário 2) está sendo estudado em um projeto multicliente (JIP) com a participaçãode outras operadoras de petróleo. Este cenário possui uma LDA de 2.300 m, pressão de separação média de 285 bar,vazão de 7.000 m
3
 /d de líquido, GVF de 30% e 0,86% de CO
2
, conforme apresentado na figura 1. Esta aplicação temcomo motivações a redução dos riscos de garantia de escoamento, através da redução da vazão de gás à montante dosrisers de produção com consequente diminuição do efeito Joule-Thompson, e a possibilidade de acoplamento futuro comsistemas de compressão submarina.(linha simples, 10)Figura 1. Cenários Típicos de Aplicação para o SSGL(linha simples, 10)Como podemos verificar na figura 1, devido à pressão de separação ser bastante elevada (285 bar) no cenário deaplicação 2, o SSGL não necessitará do acoplamento de um sistema de bombeamento para elevação do líquido até aunidade de produção.Os principais desafios tecnológicos destas aplicações são principalmente as altas vazões, as LDAs profundas, aseparação do gás a elevadas pressões (cenário 2), as presenças de CO
2
e H
2
S e o controle da eficiência de separação.Para a realização dos estudos conceituais do SSAO é considerado um cenário típico de produção em umalâmina d’água em torno de 900 metros. A produção é dirigida a um manifold submarino e deste para o SSAO Compacto,no qual são feitas as separações gás-líquido (primária) e água-óleo, conforme apresentado na figura 2. As simulaçõesrealizadas resultaram em uma vazão máxima de líquido de 13.500 m
3
 /d na entrada do SSAO Compacto. A fração de águainicial prevista é de 79%, a pressão de separação inicial é de 22 kgf/cm
2
e a temperatura de 61
o
C. O gás escoa por pressãonatural e o óleo (com a água residual) é bombeado através de bomba multifásica submarina. Além desta bomba, étambém prevista bomba monofásica para reinjeção da água produzida.
ANM
FPU
UmbilicalGás
SSGL
LíquidoUEPSistemade Bombeio
Cenáriode Aplicação1
ANM
 
FPU
UmbilicalGás
SSGL
LíquidoUEPSistemade Bombeio
Cenáriode Aplicação1
ANM
FPU
UmbilicalGás
SSGL
LíquidoUEP
Cenáriode Aplicação2
ANM
 
FPU
UmbilicalGás
SSGL
LíquidoUEP
Cenáriode Aplicação2
 

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->