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Trabalho 2 - Simulador de Caldeira Final

Trabalho 2 - Simulador de Caldeira Final

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Published by Tiago Francisco

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09/02/2013

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ISEL
 –
Termodinâmica Aplicada
 –
Simulação de caldeira de vapor - SV10/11
 –
LM41N 1
TERMODINÂMICA APLICADASimulação de Caldeira a VaporDidacta TS101D Simulador de umacaldeira de aquecimento aqui-tubular
Professor João Monteiro MarquesJoão Miguel
 –
Nº: 26792Paulo Pires
 –
Nº: 35816Marco Barros
 –
Nº: 35881Tiago Francisco
 –
Nº: 35892
 
 
ISEL
 –
Termodinâmica Aplicada
 –
Simulação de caldeira de vapor - SV10/11
 –
LM41N 2
INDICE
Objectivo___________________________________________________________________3Introdução__________________________________________________________________3Equipamento da Central_______________________________________________________3Simulação da Caldeira com reaquecedor__________________________________________5Dados obtidos da simulação com reaquecedor_____________________________________6Balanço térmico da potência nos diversos componentes______________________________7Cálculos____________________________________________________________________7- Quantidade de calor fornecido pelo combustível_____________________________7- Potência térmica nos permutadores_______________________________________7- Economizador________________________________________________________8- Painéis de vaporização_________________________________________________8- Sobreaquecedor ______________________________________________________8- Reaquecedor _________________________________________________________8- Fumos ______________________________________________________________9Rendimento da caldeira pelo método das perdas___________________________________9Rendimento da caldeira pelo método directo_______________________________________9Análise comparativa de dados___________________________________________________9Simulação caldeira sem reaquecedor____________________________________________10Potências obtidas pelo simulador sem Reaquecedor e conclusões ______
 ________________11
Bibliografia_________________________________________________________________13
 
 
ISEL
 –
Termodinâmica Aplicada
 –
Simulação de caldeira de vapor - SV10/11
 –
LM41N 3
Objectivo
O objectivo do
trabalho
realizado é estudar o funcionamento de um gerador de vapor, e todas as trocas decalor e fluxos energéticos existentes em todos os seus componentes.Como ferramenta de auxilio para realização do trabalho foi utilizado programa informático de simulação daDidacta Itália.
Introdução
Geradores de vapores são equipamentos destinados a mudar o estado da água do líquido para o vapor, queiremos designar por caldeira. Estes equipamentos podem funcionar com vários fluidos de trabalho, designadospor fluidos térmicos, mas o principal é a água devido ao seu elevado calor especifico, á sua abundância, a suaestabilidade e por não apresentar qualquer tipo de toxicidade.A caldeira é constituída por 3 circuitos fundamentais onde as suas funções são indispensáveis ecomplementares umas das outras.O
circuito água-vapor 
tem comofunção transportar o fluido entre osvários componentes da central. Utilizaágua desmineralizada (H
2
O) quecircula num circuito fechadoO
circuito ar 
– 
fumos
encarrega-se defazer «respirar» a caldeira, tratandoda injecção de ar na câmara decombustão e procedendo á remoçãodos fumos provenientes da queima,fazendo a ligação aos permutadoresde calor a jusante da caldeira.O último
circuito das cinzas
, pode ounão existir conforme o tipo de combustível usado na central em estudo. Nos casos das centrais a carvão, estásituado abaixo da caldeira, e é constituído por depósitos em forma piramidal invertida (tremonha), destinados árecuperação do carvão não queimado, semi-queimado e as cinzas do carvão.
Equipamento da Central
De seguida fazemos uma breve descrição de alguns dos componentes da central em estudo:Caldeira:É aqui que se dá a combustão do ar com o combustível, libertando-se o calor necessário às alterações de estadodo fluido de trabalho.A queima do combustível desejavelmente seria estequiométrica, processo em que há a quantidade ideal de arpara a quantidade ideal de combustível. Isto significa que todo o combustível é queimado e não sobra nenhumar. No entanto na prática isso não acontece, sendo que se verificam ou uma mistura rica (excesso decombustível, em que parte dele não é queimado e que pode explodir de modo não controlado, levando a umaexplosão da caldeira) ou pobre (excesso de ar, resultando na produção de emissões não desejadas e dandoorigem a corrosão das paredes da caldeira devido ao excesso de ar). Assim sendo procura-se obter uma misturamarginalmente pobre, mas não em demasia, pois isso causaria uma perda de rendimento na caldeira. No casodo simulador há valores limite que provocam o apagamento da chama de combustão.O ar fornecido pela conduta de alimentação muitas vezes não é o único ar na câmara de combustão, podendoentrar algum ar extra pelas janelas de visualização e juntas. Este ar é chamado «ar vagabundo». De modo aobter-se o valor óptimo de mistura ar/combustível, fazem-se medições aos fumos de exaustão.

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