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Paul Veyne - Como Se Escreve a Historia

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08/14/2013

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Paul VeyneFUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIAReitor Lauro MorhyVice-Reitor Timothy Martin Mulhollandcomo se escreve a históriaEDITORA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIADiretor Alexandre LimaCONSELHO EDITORIALPresidente Emanuel AraújoTraduçãoAlda Baltar e Maria Auxiliadora Kneipp Alexandre LimaÁlvaro TamayoAryon Dall Igna RodriguesRevisão técnicaDourimar Nunes de MouraGerusa Jenner RosasEmanuel AraújoEuridice Carvalho de Sardinha FerroLúcio Benedito Reno SalomonMarcel Auguste Dardenne 0 EdiçãoSylvia Ficher Vilma de Mendonça FigueiredoVolnei GarrafaEDITORAUnBDireitos exclusivos para esta edição: EDITORA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA SCSQ.02 Bloco C N°- 78 Ed. OK 2º andar 70300-500 Brasília DF Fax: (061) 225-5611Copyright (c) 1971 by Editions du Seuil para Comment on écrit 1'histoire Copyright (c)1978 by Editions du Seuil para Foucault révolutionne 1'histoireTodos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser armazenadaou reproduzida por qualquer meio sem a autorização por escrito da Editora.Impresso no BrasilSUPERVISÃO EDITORIAL AIRTON LUGARINHOPREPARAÇÃO DE ORIGINAIS E REVISÃO JOELITA DE FREITAS ARAÚJO EWILMA GONÇALVES ROSAS SALTARELLIEDITORAÇÃO ELETRÔNICA RAIMUNDA DIASCAPA CLAUDIA BALABANSUPERVISÃO GRÁFICA ELMANO RODRIGUES PINHEIROW N: B N: 85-230-0327-4Ficha catalográfica elaborada pelaBiblioteca Central da Universidade de BrasíliaVeyne, Paul Marie, 1930V595c Como se escreve a história; Foucault revolucionaa história. Trad. de Alda Baltar e Maria AuxiadoraKneipp. 4ª ed. - Brasília: Editora Universidade deBrasília, 1982, 1992, 1995, 1998.285 p.Título original: Comment on écrit l'histoire. Fou
 
cault révolutionne l'histoire930.1To Helen whose lovable theoretism has long been na indispensable balance11?eight fona obsolete empiricistSumárioINTRODUÇÃO, 11PARTE I O OBJETO DA HISTÓRIACAPÍTULO 1APENAS UMA NARRATIVA VERÍDICA, 17Eventos humanos, 17Evento e documento, 18Evento e diferença, 19A individualização, 21CAPÍTULO 2TUDO É HISTÓRICO, LOGO, A HISTÓRIA NÃO EXISTE, 25A incoerência da história, 25A natureza lacunar da história, 26A noção de não-factual, 28Os fatos não têm dimensões absolutas, 29A extensão da história, 31A história é uma idéia-limite, 34CAPÍTULO 3 NEM FATOS, NEM GEOMETRAL, MAS TRAMAS, 41 Noção de trama, 42Estrutura do campo factual, 45O nominalismo histórico, 49CAPÍTULO 4POR SIMPLES CURIOSIDADE PARA COM O ESPECÍFICO, 51Uma expressão de historiador: "É interessante", 51Weber: A história seria relação de valores, 53A história ligada ao específico, 56História do homem e história da natureza, 58Os dois princípios da historiografia, 60CAPÍTULO 5UMA ATIVIDADE INTELECTUAL, 67A consciência ignora a história, 68Os objetivos do conhecimento histórico, 69Um falso problema: a gênese da história, 70 Nenhuma relação entre o cientista e o político, 73PARTE II A COMPREENSÃOCAPÍTULO 6COMPREENDER A TRAMA, 81"Explicar" tem dois sentidos, 82Compreender e explicar, 83Acaso, "matéria" e liberdade, 86Causas materiais: o marxismo, 88Acaso e causas profundas, 90A história não possui grandes linhas, 93
 
CAPÍTULO 7TEORIAS, TIPOS, CONCEITOS, 97Um exemplo de teoria, 97Uma teoria é somente um resumo de trama, 98O típico em história, 99A história comparada, 100Os conceitos, 103As três espécies de conceitos, 105Os conceitos classificadores, 110O vir a ser e os conceitos, 112CAPÍTULO 8 CAUSALIDADE E RETRODICÇÃO, 117Causalidade ou retrodicção, 118A causalidade sublunar, 119A retrodicção, 121A retrodicção é "a síntese", 123O método é uma experiência clínica, 125Causas ou leis, arte ou ciência, 127A explicação segundo o empirismo lógico, 128Crítica do empirismo lógico, 129A história não é um esboço de ciência, 131As pretensas leis da história, 133A história nunca será científica, 136CAPÍTULO 9A CONSCIÊNCIA NÃO ESTÁ NA RAIZ DA AÇÃO, 143A compreensão do próximo, 144Sabemos que os homens têm objetivos, 147... mas não sabemos quais objetivos, 147Os julgamentos de valor em história, 148... são julgamentos de valor no discurso indireto, 150A um dualismo ideologia-realidade, 153... se substitui uma pluralidade concreta, 155A consciência não é a chave da ação, 157PARTE III O PROGRESSO DA HISTÓRIACAPÍTULO 10A AMPLIAÇÃO DO QUESTIONÁRIO, 169A conceptualização progressiva, 169A desigualdade de dificuldade na apercepção, 172A tópica histórica, 174A história não-factual, 176Luta contra a ótica das fontes, 179Progresso do conhecimento histórico, 181CAPíTULO 11O SUBLUNAR E AS CIÊNCIAS HUMANAS, 187Fatos científicos e fatos vividos, 189Situação atual das ciências humanas, 190Possibilidade de uma ciência do homem, 192As ciências humanas são praxiologias, 196Por que a história aspira a ser ciência, 199Ela tem pouco a esperar da ciência, 201Exemplo: teoria econômica e história, 203

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