“Ora, é forçoso constatar que a experiência da subjectividade
strictosensu
(na medida em que o adjectivo ‘subjectivo’ serve parasignificar alguma coisa) é antes de mais a de uma distância e de umafalta de identidade. Distância em relação a outrem evidentemente (oque é subjectivo é o não-universal, aquilo em que tal ou tal difereinsubstituivelmente de outrem), mas também em relação a mimmesmo, na afirmação de uma particularidade irrecuperável que énegação de identidade, lógica ou ontológica, do eu.”J. BENOIST, “La subjectivité”, inD. KAMBOUCHNER,
Notions de Philosophie II
,Paris, Gallimard, 1995, p. 546
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