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Coletanea Contos Eroticos

Coletanea Contos Eroticos

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07/17/2013

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LUXURIA A BORDO
"Quando estive na Europa para batalhar uma bolsa de estudos, fui obrigado a trabalhar em bares, restaurantes e guiches de trem paragarantir o meu sustento. Na época, além de falar ingl0s muito mal (e um francês apenas razoável), lutava contra uma concorrência desleale pleiteava um visto de permanência frente ao 'govemo francês. A situação não estava muito boa e, caso não fosse tåo persistente, talvezhouvesse desistido no meio do caminho; o que seria uma pena, como vocês poderão constatar a seguir. Por intermédio de Jean,companheiro de trabalho, fiquei sabendo que havia um ótimo emprego para garçons que falassem francês e castelhano em um iate de luxoque faria um cruzeiro até as llhas Gregas. Como Jean era um francês muito típico, não havia se dado ao luxo de aprender qualquer outralíngua, e lamentava a mordomia perdida. Eu, como todo bom brasileiro, que não sou bobo nem nada, arranho o meu portunhol, e no diaseguinte, estava lå para me candidatar ao cargo. Meu charme e elegância garantiram a vaga, Fiz um curso rápido em cinco dias (comoservir um ponche em plena tempestade e coisas no gênero) e, após me demitir do infecto café onde trabalhava, me tomei um comissário de bordo. Vestiram-me de oficial, com galões nos ombros e quepe de almirante, deram-me uma bandeja e, vela cheia, partimos por essescaminhos que tanto confundiram o antigo Odisseu. Talvez Jean não se lamentasse tanto se soubesse que o trabalho de um garçon-aquatico-bilingue começa ås cinco da manha e so termina quando o ultimo passageiro vai se deitar (geralmente tão de madrugada quenem vale a pena dormir). Pela manhã, limpamos os bancos do convés, os vidros dos camarotes, e o fundo da piscina e, la pelas tantas, os passageiros dåo o ar de sua graça e começam os pedidos que so terminam novamente de madrugada. Na quinta noite, todos já haviam serecolhido e eu me deixara ficar no convés, arrumando algumas coisas, quando ouvi um ruído atrás de mim. Ao virar me deparei com umamorena, alta, bem feita de corpo, olhos faiscantes e que, pelo menos na penumbra, era irresistivelmente linda. Quando já ia anunciar que acopa estava fechada, meus olhos se acostumaram com a escuridão e pude ver que a dona estava vestindo uma dessas saias que abrem nafrente, sem nada poi baixo. E ela alisava os bastos cabelos de seu monte-de-venus enquanto sussurrava, olhando-me nos olhos, algumacoisa bem baixinho. Bom. Cinco dias no mar bancando o marujo poliglota, sem mulher, é um horror, uma tortura. Em outra ocasião talvezeu até pensasse duas vezes mas eu estava louco de tesão, desesperado para sentir o gosto de uma fêmea. Aproximei-me lentamente,toquei-ihe as coxas e beijei-Ihe a boca. Ela correspondeu ao beijo e ficamos nos esfregando sem dizer uma palavra. Logo depois ela metomou pela mão e me levou a um dos camarotes de luxo. Fiquei apavorado pois sentia medo daquela gente estranha. 0 barco tinha sidoalugado por um grupo de ricaços bolivianos, que tinham até segurança. A mulher se dirigiu em quichua a um dos guarda-costas, que aobedeceu, deixando-nos a sós. Sob a luz forte da suite pude observar melhor minha "raptora". Era uma mulher de 30 anos, morenissima,olhos amendoados, com evidente ascendência índia. Ela tirou sua roupa, mostrando um corpo sem marcas de biquíni - o que confirmouminhas suspeitas de que as mulheres tomavam banho de sol nuas no convés proibido - fiquei completamente tomado de tesão e me despirapidamente. Quando me aproximei, ela disse que pretendia fazer amor comigo e ainda me pagaria uma boa plata para isso. Concordeicom um aceno de cabeça e passei a ação. Enquanto Ihe sugava um dos seios, passei a explorar com os dedos seus grandes lábios vaginais,extraindo-lhe gemidinhos sensuais. Quando meu dedo tocou seu clitóris, ela não pôde conter um suspiro profundo, untando minha mãocom seu liquido momo. Deixei seus seios completamente eriçados e conduzi minha língua até a entrada de sua grutinha perfumada. Lambigostosamente suas cames, sentindo o aroma da grutinha latino-americana, fresquinha, tesuda, me fazendo lembrar do Brasil. Explorei cadainterstício de sua pele, seus pêlos e poros. Em dado momento tomei seu clitóris e o mordi com força. Ela reagiu bem e gozou em minha boca enquanto me xingava em casteIhano: "Cono! Tu me matas!" Após uma série de espasmos ela se compôs, recuperou a antiga fleuma eme ofereceu algo para beber enquanto acendia um cigarro. Perguntou meu nome, nacionalidade, por que eu estava ali e coisas assim. Apósuma meia dúzia de perguntas, ela parece que se deu por satisfeita e chamou: "José!" De trás de uma divisória saiu um coroa baixinho,careca e barrigudo, inteiramente nu. Parecia o ET em dia de chuva, bimbinha medíocre com dez centímetros de virilidade, se tanto. Amulher apresentou-o como marido e este se adiantou congratulandome por minhas habilidades orais. Logo após afirmou que desejaria ver eu possuir sua mulher, pelo que me pagaria uma boa grana. Fiz uma cara de desagrado e ele se apressou em explicar que não queria nadacomigo, apenas que eu "ligasse" sua mulher, deixando-a quase no ponto de gozar, e passasse os controles para ele. Desta forma, afirmou,ele poderia sentir a mulher gozando pela primeira vez desde que se casaram. Meio sem jeito, expus que eu também queria gozar e eleafirmou que daríamos um jeito. Após um rápido flash-back da ultima sessão de sexo oral, passei A penetração pura e simples, comoalguém que deve cumprir dignamente o seu trabalho; tudo muito profissional. Mas logo ao primeiro contato com meu mastro a índiacomeçou a gemer feito uma louca, pedindo que a penetrasse com toda a força, que a partisse ao meio. Enquanto eu a penetrava o maridoesfregava-Ihe o membro no rosto, tentando fazer com que ela o tomasse em sua boca. Ela o repelia como era possível e, em dadamomento, gritou pedindo que parasse com aquilo, pois ele acabaria gozando sem conseguir realizar o intento. Aumentei o ritmo da penetração até que ela fez o sinal de que estava prestes a gozar. Rapidamente sai de cima dela e o marido a penetrou. Coloquei-me na posição que ele ocupava anteriormente e ela passou a me sugar com a volúpia de uma gata no cio, completamente transtomada Quando elagozou ao mesmo tempo que o marido), mordeu minha glande com tanta força que fui obrigado a afastá-la com violência. Ficarmos os três jogados pelas almofadas; eles extasiados e eu me contorcendo de dor pela mordida maldosa daquela índia maluca. Após umas doses deuísque e um papo amigável sobre comidas típicas de nossos respectivos países, o coroa se levantou a pretexto de ir ao banheiro. Ficamoseu e a gata selvagem sozinhos naquele ambiente de luxuria e ostentação. Tocava uma musica suave e meu membro já demonstrava estar completamente restabelecido da ultima farra. Como que adivinhando meus desejos secretos, a morena se deitou no pequeno tapete decentro, empinando sua bunda magnifica. Aproximei-me, toquei-ihe a vulva e os seus orifícios mais secretos, apliquei um pouco de salivana cabeça do membro latejante e comecei a penetrá-la lentamente Quando estava a meio caminho, ela começou a gemer, soltandogritinhos de dor e prazer, enquanto me pedia que a penetrasse mais fundo. Toquei seu clitóris e o seio esquerdo e, completamente dentrodela, passei a me movimentar num cuidadoso vaivém. A morena literalmente chorava e declarava ser minha escrava, uma serva de meusdesejos Estocava com força e ela já se preparava para explodir em um orgasmo total, completo, seus líquidos a transbordarem por todos os poros Gozei junto enquanto xingava com todos os palavrões que conhecia em castelhano, português, francês, inglês e alemão, Quando paramos de nos movimentar, após a ultima contração, ouvimos palmas ås nossas costas: era novamente o marido, que, extasiado. nos davaa sua aprovação, declarando ter sido este "um espetáculo maravilhoso' Logo após me levantei, recebi a grana prometida e cai fora. 0 casaldesembarcou em Stromboli e eu continuei meu cruzeiro por todo o verão, juntando trocados e gorjetas para conseguir sobreviver ao longoinvemo europeu que vinha a seguir.
 
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CUNHADINHA CURIOSA
"Sou antigo leitor e fã incondicional de "Louco Desejo", onde me delicio com as experiências dos leitores desta Home Acho que o fato deter tomado conhecimento durante todo este tempo de tais experiências estimulou-me a dividir com todos os leitores esta maravilhosa eexcitante aventura, guardada em segredo durante anos Na época em que começou minha aventura, estava casado ha pouco tempo ehabitando a mesma pequena e simples casa de uma cidade do interior de São Paulo onde ainda moro. Minha mulher, Valquiria, nãotrabalha fora e é fogosa e ardente, de uma voracidade insaciável. Sempre chego tarde do trabalho e, por isso, preferimos fazer amor pelamanha até nos sentirmos exaustos e saciados. Só então vou trabalhar. Como trabalho o dia inteiro, minha mulher sentia-se muito solitária,sem ninguém para conversar, salvo as visitas que Ihe faziam sua irmã Julia, um brotinho de 18 aninhos. Numa dessas visitas. minhamulher pediu a irmã para vir morar conosco. Não me opus Achei que seria bom para ela ter com quem conversar e fazer compras. Minhacunhada dormiria no sofá da sala, sem trazer transtomo ao nosso relacionamento, Certa manhã, depois de fazer amor com minha mulher,fui tomar banho. Valquiria ficou na cama ainda embriagada pelo prazer. 0 banheiro ficava no fim do corredor, e, como a porta estavaentreaberta, entrei sem bater. Julia saia do banho. Foi uma surpresa! Ao ver-me, com um movimento rápido dos braços, cobriu os seios e otriângulo do amor. Sai do banheiro um pouco sem graça e nervoso com a cena, mas ao mesmo tempo excitado com seu corpinho tesudo.Imediatamente meu membro ficou duro e indisfarçavel sob o short. A imagem do corpo novo e molhado ficou gravada em meus olhos.Seus seios, pequenos de mamilos róseos, brilhavam como uma flor orvalhada, pontiagudos, sobressaindo na pele clara. Seu corpo bemfeito era uma escultura de cames duras. Ela saiu do banheiro e me encontrou no corredor. Pedi desculpa, e ela deu apenas um sorrisomaroto. Entrei no banheiro e me masturbei. 0 episódio passou sem maior importância. Nem cheguei a comentar com minha mulher, por ter achado o caso banal e possível de ocorrer com qualquer pessoa. Quando eu chegava tarde do trabalho, as vezes minha mulher aindaestava acordada, mas dormia logo após assistir a ultima novela. Julia, ao contrario, ficava até altas horas da madrugada assistindo aosfilmes da televisão em nosso quarto. Numa dessas vezes, depois do jantar coloquei um short largo sem nada por baixo para ficar maisconfortável. Minha cunhadinha já estava sentada ao pé da cama como de habito Deitei e fiquei assistindo ao filme. Em dado momentolevantei uma das pemas e meu calção ficou meio levantado. Julia mudou de posição. Só então me dei conta de que ela olhava meumembro. que se mostrava por uma das pemas do meu calção, através do reflexo do espelho da penteadeira., onde ficava a televisão. Fiqueilouco. Não era um acidente como quando a surpreendi no banheiro. Ela me olhava propositadamente, Minhas idéias andaram a mil. Sentio corpo tremer e uma excitação sem precedentes me invadir o corpo, circulando como meu sangue, cada vez mais rápido, fazendo comque meu membro fosse ficando duro, a pulsar e latejar por debaixo do meu short levantada. Meu membro cresceu até a glande sair do meucalção. Julia estava com o olhar paralisado no espelho. que mostrava também nos seus olhos de menina toda a malícia de mulher. Por vezes sua língua umedecia os lábios finos e vermelhos, que ela mordia vagarosamente, deixando transparecer todo o seu desejodespertado. Não me movia para evitar que isso desmanchasse a cena. Valquiria dormia por trás de nós dois sem saber, nem por sonho, a batalha imaginaria que se travava entre mim e sua irmazinha. Ficavamos naquela maravilhosa tortura de tesões até as duas da manhã,quando a televisão saiu do ar. Julia se levantou. Nos olhamos, seus olhos me devoravam, penetravam em mim com um brilho sedutor dedesejo. Desligou a televisão e fomos dormir. Fui trabalhar pensando no que ocorrera a noite. Seu corpo e o episódio não me saiam dacabeça. Fiquei até com medo de alguém no serviço perceber a mudança. Dei uma desculpa ao meu patrão e voltei para casa mais cedo.Valquiria ainda estava acordada. Julia, mais gostosa do que nunca, vestia uma blusinha branca e um short que deixava transparecer as suasformas bem feitas com o triângulo estufado na frente. Fomos todos assistir á televisão. Valquiria, como sempre, dormiu antes de terminar a novela. Eu e Julia ficamos a sós. Meu corpo tremia de excitação. Fiquei na mesma posição da noite anterior, só que puxei a ponta domeu short para deixar de fora a metade do meu membro, que latejava suas veias grossas como um animal arisco. Julia, aos pés da cama,apoiou-se sobre o cotovelo e virou a cabeça em direção a seu ombro, como se com os dedos procurasse pequenos cravos. Seu olhosfitavam meu membro já em ponto de bala, numa pressão que parecia prestes a explodir de tesão. Valquiria dormia profundamente. Com a ponta dos dedos, puxei a pema do calção, deixando minha lança praticamente de fora. Era a medida do pecado, como o diabo gosta Podiaver que Julia também já estava completamente alucinada. Lentamente virou o corpo buscando uma posição melhor e posse a acariciar meumembro. Suas mãos delicadas e finas, seus dedos longos e indecisos passaram a masturbar-me vagarosamente, enquanto seu corpo, comouma serpente, deslizava sobre a cama até conseguir, num leve bote, abocanhar a presa. Era um sonho. Um delírio de sussurros silenciosos.Ao mesmo tempo em que, com a mão, fazia suaves movimentos de vaivém, chupava-me deliciosamente. Sua língua úmida e quentedeslizava sobre a chupeta, até conseguir arrancar de mim um gozo tão alucinado que só tive tempo de levar a mão a boca para calar o gritode satisfação que explodiu dentro de mim. Julia mamou meu liquido até a ultima gota. Sentia me exausto pelo prazer, que jamais alcançaracom minha mulher. Embriagado de felicidade, relaxei o corpo sobre a cama. Julia levantou-se sem barulho e foi para a sala. No diaseguinte era sábado e eu não trabalhava. Valquiria acordou cedo e foi fazer compras com a mãe. Logo que saiu Julia levantou-se. Eu fingique ainda dormia. Vi quando ela passou pela porta do quarto em direção ao banheiro, Imediatamente me desfiz do calção e tirei o lençolde cima, ficando nu, com o membro completamente duro. Percebi que, ao voltar do banheiro, Julia parou na porta do quarto e por instantes ficou a me olhar. Em seguida caminhou silenciosamente até a beira da cama, onde se sentou. Fiz que acordei. Ela estava comuma camisola vermelha de tecido fino por onde eu podia ver dois lindos seios sustentando o tecido. Era hora de agradecer o magnifico prazer que ela me proporcionara. Puxei-a para mim e beijei-a. Fui beijando-a, vasculhando seu ouvido com minha língua, enquanto alivrava da camisola e da minúscula calcinha que usava. Pus me de joelhos e passei a percorrer seu corpo com a língua, passando doouvido para os seios tenros, onde fiquei bom tempo chupando e mordiscando os mamilos endurecidos de desejo. Julia soltava gemidos desatisfação enquanto suas mãos apertavam minha cabeça contra seu peito, como se quisesse enfia-los inteiro dentro de minha boca,Deslizei mais para baixo. Julia delirava. Abri suas pemas roliças, que deixaram descobrir a perfumada gruta rosada. Introduzi a língua emsua vagina apertadinha e molhada, fazendo Julia entrar em um louco delírio. Já não abafava mais os gemidos. Arfava e gemia sem medo.Trançou as pemas nas minhas costas e mexia deixando fluir com liberdade o gozo prolongado, enquanto eu sugava, completamente doidode tesão, aquele suco maravilhoso. Eu estava a ponto de explodir. Mas Julia era virgem e eu não poderia desfrutar as delicias do seutriângulo. Ela porém queria que eu gozasse dentro. Puxou-me e me pos deitado ao seu lado. Em seguida passou a lamber-me o membro,lubrificando-o com sua língua macia. Deitou se de bruços e pediu-me que metesse em seu orifício. Rolei para cima dela, que num
 
movimento leve empinou a bundinha para que eu tivesse melhor posição. Seu corpo de menina guardava dentro de si uma mulher sedutora. Acomodei meu pênis em suas nádegas rígidas e passei a introduzir no seu buraquinho apertado. Vagarosamente fui-meafundando. Senti meu grosso membro abrir caminho naquelas cames, que se dilatavam guardando-me todo. Com maestria, Julia iarebolando e principiava movimentos lentos de vaivém, intercalados com suspiros de dor e prazer. Seus olhos fechados e suas feiçõestraduziam a satisfação que sentia em ser possuída por mim. Aumentava o ritmo rebolando e fazendo galopar nossos corpos suados. Seussuspiros eram mais fortes quando eu mordia sua nuca. Queria prolongar aquilo o maior tempo possível, até que não agüentei mais e gozeicomo nunca. Julia também alcançara o orgasmo e caímos cansados. Ficamos deitados por uns quinze minutos, em silencio. Em seguidalevantei-me e fui tomar um banho, Julia voltou para a sala para descansar. Varias vezes repetimos a cena nos meses que se seguiram, atéque os pais de Valquiria se mudaram para o Estado do Paraná e Julia os acompanhou. Mas todos os anos, em suas férias do trabalho, Juliavem para São Paulo e fica em minha casa. E sempre conseguimos dar um jeito de reviver aqueles lindos momentos."
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BRINCOU DE CASINHA COM O CASEIRO
"Eu e meu marido temos um sítio no interior de Minas Gerais. Todo final de semana, nós viajamos para lá. Somos casados há sete anos etemos um casal de filhos. Como compramos a propriedade há pouco tempo, vou sempre para lá na sexta-feira e meu marido segue com ascrianças no sábado. Vou arrumando as coisas que ainda faltam para que tudo corra bem. Recentemente, querendo diminuir minhas tarefas,meu marido contratou um caseiro para morar e cuidar dos animais. Ele é um jovem sorridente e muito prestativo, que me ajuda na jardinagem e nos serviços da casa. Casei virgem e vim de uma família muito tradicional. Nunca nem pensei em trair meu marido. Mas,uma vez, fui para o sítio, na quinta-feira à noite, e cheguei de surpresa. Encontrei meu caseiro nu e bêbado, dormindo no chão da varanda, perto da porta de entrada. Me assustei com aquilo, mas não tinha jeito. Tinha que tirá-lo dali para entrar dentro de casa. Tentei acordá-lomas não consegui. Então, arrastei-o para dentro de casa e fiquei com aquele homem todo nu, não sabendo o que fazer. Quando tenteicolocá-lo numa cama, caí em cima dele, quase de cara naquele membro. Ao encostar naquela coisa quente, grande e meio engorda, meexcitei. Nunca tinha visto coisa igual àquilo! Comecei a apalpá-lo devagar e peguei naquela coisa, que foi crescendo na minha mão. Ficoutodo duro e eu fiquei molhadinha. Perdi toda a pose e abocanhei aquele pintão. Comecei a chupá-lo como um sorvete de chocolate. Derepente, ele gozou na minha boca e eu sorvi toda a porra, engolindo com prazer. Ainda meio zonzo, me puxou para cima do corpo dele ecomeçou a chupar meu pescoço e meus peitinhos. Estava mais excitada, louca por mais um round. O pau voltou a crescer, roçando minhascoxas em busca do meu sexo. Estava com medo de receber aquela estrovenga superdotada e tentei ganhar tempo, fazendo carinho naquele peito cabeludo. De repente, senti um dedo grosso, acostumado a mexer na terra, entrar no meu cuzinho. Veio rasgando! Aquilo doeu e meexcitou ao mesmo tempo. A boceta, meladinha, agora queria pau, por maior que fosse. Me contorci, tentando me encaixar naquela pica. Ohomem ainda estava bêbado e não conseguiria fazer aquilo sozinho. Quando consegui, enfim, comecei a cavalgá-lo com a habilidade deuma amazonas. Àquela altura, nem ligava mais para o bafo do caseiro; queria era gozar. E muito! Pensei no meu marido cheirosinho esonhei que estava fazendo aquilo com ele. Mesmo sabendo que o pinto dele não dava metade daquele. Não demorei a gozar, com as unhasarranhando o peito cabeludo do macho. Depois, fui tomar um banho quente, querendo me livrar da culpa da traição. Em pouco tempo, porém, estava pensando no caralhão do caseiro e dei início a uma siririca bem relaxante. Na manhã seguinte, o homem não estava mais nacama. Encontrei-o cuidando da grama, com uma cara envergonhada. Olhei para a enxada que ele segurava e lembrei logo do tamanho doinstrumento do rapaz. A boca encheu d'água! No almoço, comeria caseiro ao molho madeira. Com certeza, seria muito melhor do que otemperado com vinho da noite anterior."
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A MULHER QUE SOLTAVA FAÍSCAS DE PRAZER 
"Era uma quinta-feira à noite e o calor estava forte, quando retornava do trabalho. Estava cansado, porém feliz pelos resultados obtidosnaquele dia, quando entrou no ônibus um casal. Ela era linda, trajando um vestido preto que deixava suas belíssimas costas e ombros defora. Aparentando uns 25 anos, tinha um corpo escultural, olhos verdes e cabelos louros. Era impossível deixar de observá-la, mas,infelizmente, eles desceram dois pontos antes do meu. Por vários dias, busquei rever aquela mulher, que não saía da minha cabeça. Eucirculava várias e várias vezes pelas ruas próximas daquele ponto. Foi inútil. Só a reencontrei um mês depois, num sábado pela manhã.Ela entrou no ônibus e eu estava de carro, logo atrás. Ela sentou-se próxima a uma janela e eu parei o carro estrategicamente numa curva, para tentar ganhar um olhar daquela beldade. Não deu outra. Quando o ônibus passou, nossos olhares se encontraram e ela deu um levesorriso. Continuei seguindo o coletivo e fiz sinal para que descesse, mas não fui atendido. Ela desceu no terminal e a perdi de vista maisuma vez. Três semanas depois, na quinta-feira de manhã, saí de casa um pouco atrasado e, ao me aproximar daquele ponto de ônibus, láestava ela. Parei o carro e ofereci carona. Ela me reconheceu e deu um belíssimo sorriso, aceitando o convite. Disse que seu nome era T(vamos chamá-la assim, pois é realmente um tesão). Contou que estava há pouco tempo na cidade e falou sobre o noivo. Chegamos aotrabalho dela, trocamos cartões e combinamos novas caronas, se a encontrasse no mesmo horário. Na sexta, saí de casa e estacionei próximo ao ponto. Lá estava ela, maravilhosa. Seguimos o mesmo percurso e a convidei para tomar café. Na cafeteria, nossas mãos setocaram sem querer e a sensibilidade de ambos aflorou. Convidei-a a tomar um chopinho no final do expediente. 'Sexta não vai dar, jámarquei com meu noivo', justificou. Fui trabalhar mas não consegui me concentrar. No final da tarde, estava visitando um cliente, quandorecebi o recado: 'Favor ligar para T até as 18h.' Eram 17h20min e meu coração foi a mil. Liguei para minha secretária e confirmei ainformação. Telefonei para T e ela disse que, realmente, tinha 'um tempinho'. Deixei o cliente para trás e fui ao encontro. Cheguei à pizzaria combinada e minha vontade era de abraçá-la, beijá-la. No entanto, teria que ter paciência, senão, perderia minha gata. Duas horasdepois, disse que não poderia ficar mais, deixando transparecer que também lamentava. Levei-a em casa e ganhei um delicioso beijo,antes que falasse: 'Vamos almoçar na segunda, pois meu noivo vai estar no meu pé, no fim de semana.' Os dois dias se arrastavam. Nãoconseguia deixar de pensar naquela mulher. Quando a segunda-feira chegou, pensei em mandar flores mas freei a idéia, para não despertar a desconfiança dos colegas dela. No almoço, falei da saudade e da alegria de reencontrá-la. 'disse. O clima de sedução foi Você está comcara de adolescente apaixonado', aumentando e era nítido que ambos preferiam estar num lugar mais discreto. Antes deste momentochegar, trocamos muitas carícias durante cafés e almoços. Foi num dia, na ida para o trabalho, que T acabou dizendo que estava louca paraficar sozinha comigo, pois gostaria de me fazer uma surpresa. Não conseguia acreditar, minhas mãos suavam. Telefonei para o escritório

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