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58909994 Modelo Recurso de Infracao de Transito Embriaguez

58909994 Modelo Recurso de Infracao de Transito Embriaguez

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06/24/2013

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A JADA do DETRAN– RS.Assunto: Defesa Prévia de Notificação de Autuação de Infração de Trânsito nº: _______________  FULANO DE TAL
(doc. 1 – em anexo), brasileiro, portador da carteira de identidadenº. _________________, CPF nº. __________________, portador da carteira de habilitação nº. deregistro ________________, residente e domiciliado na Avenida Gelio Vargas, 2722 em _____________________ 
, tempestivamente
e com fundamento na Lei 9.503/97, vem a presença deVossa Senhoria ofertar a devida defesa prévia em desfavor da notificação de autuação de infração detrânsito CRV nº. ____________ (doc. 2 – em anexo), defesa esta, com base nos fatos e fundamentosadiante articulados que é parte integrante desta, onde para todos os efeitos legais.
I – Dos fatos:
No dia 16/02/2011 por volta das 16h30min do corrente ano, na BR_____, Km 20 – Eugênio - PR, em virtude do atendimento de um acidente de trânsito - capotagem, fui autuado no artigo165 do CTB – Código de Trânsito Brasileiro
 – sob a alegação ‘equivocada’ por estar ‘supostamente’dirigindo com sinais de embriaguez alcoólica.Não cometi a infração em tela. Não estava dirigindo embriagado.
 Cumpre ressaltar, que eu estava dirigindo de maneira segura – em baixa velocidade -sem colocar em risco a segurança do trânsito, não contrariando o artigo 306 do CTB, pois não estavaexpondo a dano potencial a incolumidade de outrem.Ocorre que, acidentei-me sozinho na rodovia (não-pavimentada), devido ao excesso de pedra solta na pista. Igualmente,
quero declarar
(doc. 03 – em anexo) e também,
através desse documentode defesa administrativa, que em momento algum, após a abordagem Policial, recusei-me asubmeter-se ao teste do bafômetro, teste de alcoolemia ou exame/perícia clínica, como prova deminha conduta ilibada como cidadão/ condutor que respeita e colabora com as Autoridades detrânsito de nosso País, onde inclusive, pedi que fosse realizada uma destas perícias para atestarmeu estado de sobriedade e evitar essa penalização injusta. Infelizmente e de maneira arbitrária, os Policiais autuadores, cercearam meu direitode defesa, pois não fui submetido no momento do atendimento do acidente de trânsito ao teste do
1
 
etilômetro, teste de alcoolemia ou conduzido a uma Delegacia de Polícia para realizar o exameclínico e provar mediante uma dessas perícias que no momento da abordagem, eu não estavaembriagado,
O artigo 277 do CTB é claro ao prever ‘imperativamente’ que
:
“Todo condutor de veículo automotor, envolvido em acidente de trânsito ou que for alvo de fiscalização de trânsito, sob suspeita de dirigir sob a influência deálcool 
será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos
 , perícia ou outroexame que, por meios técnicos ou científicos, em aparelhos homologados peloCONTRAN, permitam certificar seu estado”.
Nesse passo, que declarar também por meio dessedocumento e com prova irrefutável para o caso em tela, ouseja, provo com o atestado médico (doc. 04 – em anexo) doDr. Juarez A. B.C. (_________) que não ingeri bebida alcoólicaalguma e nem fiz uso de outra subsncia psicoativa quedetermine dependência de acordo com o Decreto nº. 78.992 de21/12/1976. O que ocorreu realmente na data da ‘equivocada’infrão foi que, devido a problemas de saúde e por estardevidamente prescrito por médico, estava usando há mais de06 (seis) meses os medicamentos Alprazolan e Amitripilinaque mesmo em doses recomendadas podem provocarsonolência e fala arrastada (doc. 05 – em anexo), como nomeu caso, o que levou o Policial autuador e testemunhas aacreditarem que eu estava embriagado.
 Mas Relator, a dúvida do Agente da Lei sobre a minha ‘suposta’ embriaguez foi muitogrande no atendimento da ocorrência, pois o mesmo emitiu ainda, juntamente com o AIT guerreado, oAIT CRV nº. ____________ (doc. 06 - em anexo) fundamentado no artigo 169 do CTB que trata de‘dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis a segurança do trânsito’. Nesse diapasão é nítido o erro de tipificação, pois na dúvida o Agente da Lei (Policialautuador) deveria ter me concedido o direito a realizar os exames clínicos (não ter cerceado meu direitode defesa e ferido o que a Lei prescreve no artigo 277 do CTB) e também, não punir-me ‘
bis in idem’ 
, ouseja, no seu entendimento subjetivo deveria concluir então o seguinte: ou eu (Requerente) estava‘supostamente’ embriagado ou estava ‘supostamente’ desatento. 
No caso em tela, fica provado que fui punido com a ausência de perícia (teste doetilômetro, teste de alcoolemia e/ou exame clínico) no momento da ‘suposta embriaguez’ porocasião da ocorrência de trânsito e, onde na dúvida do Agente da Lei, seja por falta de etilômetrono local da infração, seja pela falta de profissional habilitado em Delegacia de Polícia, o Policialautuador deveria ter deixado de autuar-me injustamente, agindo assim, com ‘excesso de poder’, ouseja, abuso de autoridade.
2
 
Vossa Senhoria é minha esperança, é meu socorro na correção deste ato administrativoviciado, nulo. Estou sendo penalizado injustamente pelo Estado.
Provo dessa maneira também, QUE O ESTADO MAIOR TAMBÉM COMETEERROS e É FALÍVEL EM SEUS ATOS ADMINISTRATIVOS.
Retornando ao combate em tela, contra a ausência de prova pericial, o próprioteste do etilômetro é colocado em vida como eficaz para confirmar o estado deembriaguez e, no meu caso, como
subjetivamente, um Policial chega à conclusão queum caso de tratamento prescrito por receituário médico é embriaguez?O AIT é nulo, pois foi emitido termo de constatação de embriaguez (doc.06 – em anexo), sem minha negativa de recusa em realizar dos exames previstos naResolução 206/2006 do CONTRAN e, chamo a atenção, estudado Relator, que para ser válido o presente AIT, o único meio de ser constado o efeito de substância tóxica, comexceção do álcool, é por EXAMES LABORATORAIS.A respeito do assunto, o Renomado doutrinador Arnaldo Rizzardo, emsua obra: Comentários ao Código Brasileiro de Trânsito, 8º edição, editora Revista dosTribunais, pg. 543, é categórico ao afirmar:
“Quanto à constatação do efeito de substância tóxica de qualquer natureza, comexceção do álcool, apenas através de exames laboratoriais é possível”.
Ele (Policial) não quis ouvir minhas alegações. Disse-me que iria autuar-me como pudesse no momento e fosse mais cômodo para o mesmo e, eu (Requerente)que me defendesse em recurso administrativo.
Sofri uma lesão na cabeça. Fui encaminhado pelos Policiais ao Hospital Santo Ângelo para atendimento médico. È normal que com os efeitos dos medicamentos (doc. 04)e com a ‘pancada’ ficasse em estado alterado após o acidente de trânsito.Nesse diapasão, como o Requerente provou que não estava embriagado eteve cerceado seu direito de defesa (perícia) no momento da abordagem, não se podevislumbrar a materialidade delitiva para o prosseguimento da presente notificação deautuação de infração de trânsito.
 
Resta provado que o presente AIT deve ser anulado e, em hipótese alguma, deveráprosperar.II - Do Direito:
Estou ciente de minha fragilidade de enfrentar e provar contra tais profissionais querepresentam o ESTADO DEMOCRATICO DE DIREITO, mas como cidadão e, por meio dessedocumento de defesa, amparado na Constituição Federal do Brasil em seu Art. 5º, cito o referido artigo:3

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