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IVRO
III
ameaças de castigo ....................................................................................................................................... 0031. A fé se calca na Palavra da Escritura e nela se contém ................................................................................... 0032. A fé se polariza nas promessas de Deus e é expressão de seu amor, cujo cumprimento se acha em Cristo ... 0033. A fé se firma na palavra da Escritura através da iluminação da mente e do alento do coração efetuados peloEspírito Santo ............................................................................................................................................... 0034. Só somos levados a Cristo e seu reino, em genuína e verdadeira fé, em virtude do Espírito do Senhor ........ 0035. A fé é obra de Deus, dom e manifestação de seu poder ................................................................................. 0036. A fé é não só a iluminação da mente operada pelo Espírito, mas também o selo do Espírito no coração ...... 0037. A fé, sustentada pelo Senhor, é vitoriosa ante as dúvidas e tentações que nos assaltam ................................... 0038. Improcedência do dogma escolástico de que a certeza da fé é uma conjetura moral ....................................... 0039. A certeza e convicção da fé não é presunção fortuita, mas testemunho e unção do Espírito .......................... 0040. A fé implícita é a certeza da perseverança final dos santos ............................................................................ 0041. O conceito de fé à luz de Hebreus 11.1, a qual se manifesta no amor a Deus ............................................... 0042. A esperança é indissoluvelmente associada à fé; aquela resulta necessariamente desta .................................. 0043. Não raro, a fé e a esperança são exibidas na Escritura como recíprocas ou sinônimas ................................... 00CAPÍTULO IIISOMOS REGENERADOS MEDIANTE A FÉ.ONDE SE TRATA TAMBÉM DO ARREPENDIMENTO1. O arrependimento é corolário imprescindível da fé ......................................................................................... 002. O arrependimento é fruto direto e necessário da fé .......................................................................................... 003. As duas faces do arrependimento: contrição e vivificação .............................................................................. 004. Arrependimento segundo a lei, e arrependimento segundo o evangelho ........................................................... 005. O arrependimento pode ser definido como a volta para Deus, em fé, à qual é indissoluvelmente associado,porém inconfundivelmente distinto .................................................................................................................. 006. O arrependimento, volta para Deus, tem mudança implícita real de alma e coração ....................................... 007. O arrependimento suscitado por sincero e real temor de Deus, antevisto o justo, porém incoercível, juízo em quelhe incorre o pecador ....................................................................................................................................... 008. Mortificação da carne e vivificação do Espírito, elementos integrantes do arrependimento ........................... 009. A mortificação da carne e a vivificação do Espírito resultam da participação da morte e da ressurreição deCristo, a regeneração real ou arrependimento ................................................................................................. 0010. A regeneração livra da servidão do pecado, cujos resquícios, no entanto, sempre perturbarão a vida do crente 0011. O pecado já não reina no crente, entretanto continua nele a habitar ............................................................. 0012. O sentido real da corrupção total e geral de nossa natureza .......................................................................... 0013. Afirmações de Agostinho quanto à subsistência do estado pecaminoso nos regenerados, ainda que a culpa sejaremovida ...................................................................................................................................................... 0014. Os excessos dos anabatistas e a improcedente concepção da ação do Espírito por eles sustentada, a perfeiçãoque proclamam longe está da santificação nas Escrituras ............................................................................. 0015. As chamadas causas, efeitos ou frutos do arrependimento à luz de 2 Coríntios 7.11 ...................................... 0016. Interioridade e exterioridade do arrependimento em seus frutos .................................................................... 0017. Até onde é relevante a chamada penitência externa, especialmente o pranto e o jejum ................................ 0018. A chamada penitência exterior é, afinal, confissão de culpa e pecado antes que expressão real do arrependi-mento .............................................................................................................................................................. 0019. De elo indissolúvel vinculam entre si o arrependimento e o perdão de pecados .............................................. 0020. O arrependimento é o pré-requisito do perdão dos pecados ........................................................................... 0021. O arrependimento é dom da graça divina, que faculta o perdão a todo pecado, exceto o pecado contra o EspíritoSanto .............................................................................................................................................................. 0022. A natureza real do pecado que não tem perdão ............................................................................................. 0023. A rejeição deliberada da verdade do evangelho é apostasia real não suscetível à renovação do arrependimentoque redime ....................................................................................................................................................... 0024. As expressões de desespero dos ímpios longe estão de arrependimento genuíno e real .................................. 0025. A contemplação divina para com os ímpios não lhes granjeia real arrependimento ........................................ 00
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