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HOMENS SÃO DE MARTE,MULHERES SÃO DE VENUS
Dr. John Gray, Ph. D.
UM GUIA PRÁTICO PARA MELHORAR A COMUNICAÇÃO ECONSEGUIR OQUE VOCÊ QUER NOS SEUS RELACIONAMENTOSTradução de ALEXANDRE JORDÃO
Rio de Janeiro – 1996Titulo original MEN ARE FROM MARS, WOMEN ARE FROMVENUS: a practical guide for improving communicationand getting what you want in your relationshipsCopyright ® 1992 by John GrayPrimeira publicação pela HarperCollins, New York Todos osdireitos reservadosDireitos mundiais para a língua portuguesa reservadoscom exclusividade à EDITORA ROCCO LTDA. Rua RodrigoSilva, 26 - 5° andar 20011-040 - Rio de Janeiro, RJ Tel.:507-2000 - Fax: 507-2244Printed in Brazil/Impresso no Brasilpreparação de originais MAIRA PARULACIP-Brasil. Catalogação-na-fonte Sindicato Nacional dosEditores de Livros, RJ.Gray, JohnG82hHomens são de Marte, mulheres são de Vénus: um guiaprático para melhorar a comunicação e conseguir o quevocê quer nos seus relacionamentos / John Gray;tradução de Alexandre Jordão. - Rio de Janeiro: Rocco,1995Tradução de: Men are from Mars, women are from Venus1. Comunicação no casamento.
 
2. Casamento - Aconselhamento.3. Relações Humanas. 1. Título.94-1515 CDD - 646.78 CDU - 392.5Este livro é dedicado com o mais profundo amor e afeiçãoà minha esposa, Bonnie Gray.Seu amor, vulnerabilidade, sabedoria e vigor m meinspirado a ser o melhor que posso ser e a compartilhar oque nós aprendemos juntos.SumárioAgradecimentosIntrodução01. Homens são de Marte, mulheres são de Vênus02. O sr. Conserta-Tudo e o comitê para o progresso dacasa03. Os homens vão para suas cavernas e as mulheresfalam04. Como motivar o sexo oposto05. Falando línguas diferentes06. Os homens são como elásticos07. As mulheres são como ondas08. Descobrindo nossas diferentes necessidadesemocionais09.0Como evitar discussões10. Marcando pontos com o sexo oposto11. Como comunicar sentimentos difíceis12. Como pedir apoio e receber13. Mantendo viva a magia do amor
Introdução
Uma semana depois do nascimento de nossa filhaLauren, minha mulher Bonnie e eu estávamoscompletamente exaustos. A cada noite Laurencontinuava nos acordando.
 
Bonnie tinha sido lacerada durante o parto eprecisava tomar analsicos. Ela mal conseguiaandar. Depois de permanecer cinco dias em casapara ajudar, eu retornei ao trabalho. Ela pareciaestar melhorando.Enquanto eu estava fora, ela ficou semanalgésicos. Em vez de me ligar no consultório,pediu a um dos meus irmãos, que estava nosvisitando, para comprar mais. Meu irmão, noentanto, não retornou com os comprimidos.Conseqüentemente, ela passou o dia todo comdores, cuidando de um recémnascido.Eu não tinha a menor idéia de que seu dia tinhasido tão terrível. Quando voltei para casa, ela seencontrava muito perturbada. Eu interpretei mal acausa de seu sofrimento e achei que estivesse meculpando.Ela disse, "Fiquei com dores o dia todo... fiqueisem remédio. Estou encalhada na cama e ninguémliga!"Eu reagi defensivamente, "Por que você não meligou?" Ela respondeu, "Eu pedi a seu irmão, masele se esqueceu! Estou esperando por ele o diatodo. O que devo fazer?Mal posso andar. Eu me sinto tão desamparada!"Nesse ponto eu explodi. Meu pavio também estavamuito curto aquele dia. Eu estava com raiva porqueela não me havia ligado. Fiquei furioso porque elaestava me culpando quando eu nem sabia queestava com dores. Depois de trocar algumaspalavras ásperas, eu me dirigi à porta. Eu estava
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