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José Octavio Dettmann - Como se derruba uma República Revolucionária?

José Octavio Dettmann - Como se derruba uma República Revolucionária?

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Considerações sobre o que deve ser feito para pôr fim a essa longa ditadura, que se instaurou no Brasil em 15/11/1889. A situação reinante está cada vez mais insustentável - e é moralmente indenfensável defender a república, da forma como ela foi implementada e por tudo de ruim que decorreu dela, desde então.
Considerações sobre o que deve ser feito para pôr fim a essa longa ditadura, que se instaurou no Brasil em 15/11/1889. A situação reinante está cada vez mais insustentável - e é moralmente indenfensável defender a república, da forma como ela foi implementada e por tudo de ruim que decorreu dela, desde então.

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Categories:Topics, Art & Design
Published by: José Octavio Dettmann on Oct 22, 2012
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11/08/2012

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Não é ruim termos uma elite governando para o povo, garantindo a ele justiça, boas leise ordem pública. O Estado tem que ser minimizado
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e para isso a Igreja precisa serchamada a assumir suas prerrogativas naturais, como a saúde e a educação. O
welfarestate
, causa do gigantismo estatal, só se reverte se o Estado voltar a colaborar com aação salvadora da Igreja. Quando se restaura nos corações das pessoas a essência dosdez mandamentos, não precisaremos de dez mil leis escritas, tal como nos lembraChesterton.Outra coisa importante: com o povo bestializado que temos, um estado de exceçãoprecisa ser mantido até que o senso de normalidade das coisas se restaure. E o senso denormalidade está em se saber o que é o certo e o errado
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e os valores do Cristianismosão fundamentais para o resgate da verdade, enquanto fundamento da liberdade, que nãoprecisa ser sua e nem minha para ser nossa. Pois um dos primeiros efeitos da perversãoda lei é a perversão da própria noção de certo e errado, de justo e de injusto. A naturezadas leis está intrinsecamente ligada à tarefa servir ordem e justiça
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e para isso, as leisdevem ser protegidas de toda a sorte de perversão revolucionária, nem que isso se dêatravés da força das armas, principalmente contra governos iníquos, como os do PT oudo PSDB.O verdadeiro sentido do governo de exceção não é o de uma ditadura
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até porque éinadmissível cercear a liberdade de ir e vir dos cidadãos inocentes, pois estes nãocometeram crime algum, em nome de uma utopia ou verdade revolucionária, e não têmnada a ver com isso. O verdadeiro sentido do governo de exceção é garantir a segurançade modo a que o trabalho de restauração das consciências não se perca com o adventodas próximas eleições
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em outras palavras, esse trabalho deve ser mantido enquanto semantém estas organizações criminosas
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PT, PSDB, PSOL, PMDB e outras do mesmogênero
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longe do poder e longe do Brasil.É preciso se separar os conservadores, que conservam Cristo no coração, dosconservantistas, que defendem o Estado separado da Igreja por conveniência e com
intuito de criar novos “homens”
para os "novos" tempos em que o homem estádivorciado de Deus, coisa que eles mesmos forjaram. É a primeira coisa que deve serfeita, enquanto se restaura a aliança do altar com o trono. Os conservantistas, tal comoos comunistas, estão automaticamente excomungados, já que o comunismo se alimentadessa atitude. Dentro do conservantismo estão os liberais, os libertários e outros gruposde todo o gênero que estão em revolta contra Deus e que fazem disso verdadeiroativismo militante. Todos eles são relativistas, por essência.Uma vez completado esse processo, aí, sim, poderemos confiar em toda uma ordem decoisas onde o povo já se encontra completamente vacinado e curado dessa doençarevolucionária, bem como cônscio de que não vai se reinfectar disso de novo
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mais doque questão política, trata-se de saúde pública, de promoção da verdadeira sanidademental, enquanto base para a verdadeira e justa ordem pública (daí porque falei danecessidade de se restaurar o senso de normalidade no seio do povo, através da noção de
 
certo e de errado, do justo e do injusto, coisa que só os valores cristãos tradicionais sãocapazes de ensinar).Naturalmente eles, os indivíduos que compõem a coletividade, preferirão a Monarquia àRepública como o melhor meio para se garantir que a liberdade individual se mantenhaao largo das gerações, pois o ensino sério e responsável, fundado na verdade, estará àdisposição deles, capitaneado pela Igreja. É só assim que a verdadeira história do Brasilserá conhecida, sem as falsificações grosseiras implantadas no Período Republicano(1889-presente).Estou de pleno acordo com o meu amigo Tiago Cabral de que o verdadeiro motor dapolítica não é o Estado, mas, sim, a sociedade. No caso brasileiro, após 120 anos delonga ditadura republicana e revolucionária, a maioria da população parece que perdeuo senso da normalidade, base sob a qual se faz a verdadeira promoção do bem comum edos verdadeiros valores morais
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absolutos e bons por si mesmos. Para que essa tarefaseja executada, é preciso que os executores desse processo de restauração sejamformados e preparados para a árdua da tarefa de serem os pioneiros do reassentamentoda ordem há muito perdida
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é preciso capacitá-los, de modo a que o processo detransição seja o mais breve possível e que isso não fuja de seu propósito para o qualdeve e precisa ser instituído. A monarquia só se restaura no país somente através de umpovo cultivado moralmente e preparado politicamente para isso, pois a Repúblicadeixou um vazio moral tão grande, a tal ponto que ele deixou de ser protagonista de seudestino há muito tempo.É assim que se acaba com esse estado de anarquia, gerado há mais de 120 anospassados. A ordem só se restaura com muito trabalho, muito empenho e muitacapitalização moral, isto é, quando a geração seguinte assume os deveres morais dageração anterior por sucessão e aprimora o trabalho feito pela primeira. Para isso sedesenvolver, será preciso governo de longa duração, justo e estável que garanta ademocracia decorrente do passar das gerações. Isso implica diálogo com os mortos, e aisso chamamos de tradição
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a monarquia é a única democracia onde os mortos têm suavoz respeitada, através da preservação do legado, feito pelos vivos. É a verdade reveladada Bíblia ensinada em termos práticos. Nenhuma civilização prospera enquanto osmortos não forem honrados pelo que de bom fizeram por nós, já que estes nosantecederam no tempo
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e isso deve ser respeitado. Afinal, o sentido da imanência estáem se não ouvir os mortos, o que nos antecederam em vida. Daí tanto relativismo moral.Não venham me acusar certos monarquistas ignorantes, que defendem o Estado Laico atodo e qualquer preço, de que estou a ser contra a opinião da Casa de Bragança, quedefende o Estado Laico, mas através de fundamentos legítimos. É importante não seconfundir laicidade com laicismo.O laicismo deriva de um ateísmo militante. Além de separar a Igreja do Estado, noplano da colaboração, ela centraliza a educação e a saúde, duas prerrogativas daatividade da Igreja, enquanto Mãe, nas mãos do Estado. Destas escolas e desteshospitais, na verdade hospícios, saem os novos homens, criados pela mente

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