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Origens da conspirção pela desconstrução da familia

Origens da conspirção pela desconstrução da familia

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Igreja Batista Central - Série Família
 
21/08/2011 – Participação especial
Origens da conspiração pela desconstrução da família
Ricardo Marques
Pediram-me para ilustrar a mensagem de hoje, do nosso pastor, com
alguns minutos
deinformações a respeito da origem da desconstrução da família e a conspiração anticristã queestá por trás disso.A desconstrução da família
não é algo novo
. Sua origem remonta aos tempos antigos.Depois de Deus instituir a família, lá em Gênesis, como sendo formada por marido, esposa efilhos, Satanás arquitetou seu plano de tentar destruir o projeto de Deus. Por isso, diversasculturas pagãs da antiguidade já tinham conceitos deturpados de família.Por ex., em março/2011 o Ministério da Justiça da Espanha publicou a seguinte ordem:sejam substituídos, dos registros civis, os termos "pai" e "mãe" pelos de "Progenitor A" e"Progenitor B". Recentemente escolas da Europa passaram a proibir o uso de termos como“ele”, “ela”, “menino”, “menina”, e todos os livros agora têm que estar adaptados, mostrandofamília como qualquer ajuntamento de pessoas de qualquer sexo, debaixo do mesmo teto.A tentativa de eliminar as diferenças entre homens e mulheres e relativizar o conceito defamília é o 1º passo para se
normalizar as anomalias e desvios e desconstruir a família
.E de onde vem isso? Uma das principais fontes é a ideologia marxista.Engels, um dos pais do comunismo, em
 A Origem da família, da propriedade privada e do Estado
, declara que
lutar pela insubordinação da mulher
é tão importante para a luta declasses quanto lutar pelo fim da propriedade privada.No
 Manifesto Comunista
, de 1848, Marx e Engels declaram a
abolição da família
como
meta
dos comunistas.Diz a Declaração do Movimento Feminista Marxista no Brasil: “Urge enfrentar o discursoconservador que preconiza a conformidade da mulher com seu destino de mãe e esposa. Adefesa da “família” como instituição universal e supra-histórica faz parte do ideáriopatriarcal e
é preciso combater
”.
Combater a família, gente!
 É proposta das feministas marxistas
eliminar da educação e dos meios de comunicação
 toda imagem especifica de gênero, para que as crianças possam crescer sem direcionamentopara a masculinidade ou a feminilidade.Dr. Rafael Gambra, um especialista no assunto, afirma, em seu livro
 História simples daFilosofia
: “Sua arma principal é a lingüística (a gramática normativa), penetrando nalinguagem coloquial, alterando o sentido das palavras e suas conotações emocionais,
atécriar em quem fala uma nova atitude espiritual
.
Se se mudam os valores, se modifica opensamento e nasce, assim, uma cultura distinta
.”
 
 E
a Educação é o alvo principal deles
, pois crianças e jovens passam a maior parte de suasvidas na escola. Se puderem ensinar os valores mundanos e diabólicos na escola, depreferência sem que alunos, famílias e educadores se apercebam, o sucesso estará garantido.E é isso que têm feito. De onde vocês acham que vêm as cartilhas sexuais para crianças, “kitgay” e outros absurdos?O documento da
Conferencia Episcopal Peruana
alerta: “para desconstruir a sociedade, asfeministas de gênero propõem construir a linguagem, as relações familiares, a reprodução, asexualidade, a educação, a religião, a cultura, entre outras coisas, e
a Educação é o meioescolhido para se conseguir isso
”.É um
terrorismo ideológico
sustentado pelas
máfias da desinformação
.
 
Mencionarei, aqui, uma lista de fatores que compõem a conspiração anticristã contra afamília:
1.
Vaidade cultural – ser “dona-de-casa” e mãe seria uma posição socialmente “inferior”;mentalidade de que mulher só tem valor se trabalhar fora, tiver “carreira” e serfinanceiramente independente do marido.
2.
Divórcio – de exceção, virou regra, estimulado pela sociedade e pelo governo. Já existeaté divórcio pela Internet, uma monstruosidade recebida sob o silêncio da população,inclusive da maioria dos cristãos.
3.
Hedonismo – culto ao prazer, ao individualismo; pessoas movidas por impulsos,inconseqüentes; busca da própria satisfação e recusa em enfrentar qualquer frustração ouinsatisfação, deixando de amadurecer, recusando-se a ceder, negociar, mudar – o oposto detudo o que Jesus ensina. O aumento acelerado de divórcios deve-se muito a esse fator.
4.
Desconstrução da heteronormatividade – ser homem ou mulher (heterossexual) não podemais ser norma natural nem social, haveria outras formas de expressão sexual e todas seriamnormais e naturais.
5.
O gênero seria uma “construção social”: não se nasce homem ou mulher, é a cultura quemconstrói isso nas pessoas, desde o nascimento. Tal ponto de vista se pauta em dogmaspseudosociológicos que dominam o meio acadêmico atual, mas ignora irresponsavelmente asevidências científicas que provam o contrário da hipótese da “construção social” – muitaspesquisas sociobiológicas e em neurociências comprovam que o gênero é determinadogeneticamente, enquanto a cultura pode, no máximo, criar uma confusão e desvirtuar aidentidade de gênero de um indivíduo. Já os “transtornos de identidade de gênero” seriamoutro problema, cujas causas estão ainda sob investigação. 
6.
Criação do conceito de “orientação sexual” – hetero, homo, pedófilo, etc. Normalização detodas as “orientações”. O certo, porém, seria chamar de “desorientações”... Cientificamentenão existe “orientação sexual”, pois comprova-se que toda pessoa – salvo aquelasacometidas por síndromes genéticas ou distúrbios sexuais – nascem genética, física,
 
emocional, psíquica e espiritualmente homem ou mulher, macho ou fêmea; qualquer desvioem relação a isso é uma desorientação do estado natural, e não uma “nova” orientação.
7.
Normalização e estimulação do adultério, da promiscuidade e do sexo fora do casamento.Há até redes sociais de traição; proliferação dos motéis, que são lugares de prostituição eadultério; etc.
8.
Instituição do “
ficar
” – ato promíscuo equivalente à prostituição sem sexo (às vezes, comsexo); corrompe já na pré-adolescência; amortece a consciência, fazendo as pessoas sedesvalorizarem e estimulando-as a serem promíscuas e fáceis.
9.
Certos músicos e artistas tornando-se referência para crianças e jovens, porém sendopéssimos exemplos em tudo. Por ex.,
Lady Gaga
é satanista confessa, simula rituaisdemoníacos em seus shows, suas músicas declaram sua paixão por Judas Iscariotes, que traiuJesus, e simula ato sexual com ele; mesmo diante de alguém tão grotesca quanto Lady Gaga,adolescentes e jovens, inclusive alguns cristãos, seguem-na nas redes sociais, curtem suasmúsicas, assistem seus shows, compram seus CDs e DVDs.
Amy Winehouse
vivia drogada,sendo presa, instigava seus fãs nos shows a se masturbarem e fazerem sexo ali mesmo,ridicularizava os valores cristãos, e era um dos piores exemplos de ser humano que se podeimaginar... Mesmo assim, milhões de jovens – incluindo alguns cristãos – são seus fãs,ficaram de luto com sua morte e hoje há até peregrinação ao seu túmulo.
10.
 
IBDFAM
– Instituto Brasileiro de Direito da “Família”, fundado pela ex-desembargadora Maria Berenice Dias, uma ativista histórica da causa LGBT no Brasil. Essaentidade tem concentrado seus esforços na promoção do lobby homossexual, defendendo aagressiva, intolerante, perseguidora e censora agenda do movimento ativista LGBT. Estãopor trás da maioria dos projetos e das ações pró-LGBT no país, e, apesar do nome (reveja asestratégias citadas anteriormente), se posicionam radicalmente contra os valores cristãos econtra a família.
11.
Erotização infantil e adolescente, cada vez mais presente na mídia como um todo.
12.
MEC (Ministério da Educação) – nas suas
Orientações curriculares para o Ensino Médio
é dito que “O objetivo da Sociologia no Ensino Médio é desnaturalizar e estranhar asociedade”, demonstrando sua intenção de desconstruir valores através das disciplinasescolares. O MEC tem se tornado um braço estratégico nas mãos de movimentos político-ideológicos anticristãos, Foram eles que financiaram o terrível “kit gay” e outras iniciativasde promoção da erotização precoce e da doutrinação homossexual dos estudantes brasileiros.
13.
Aliança entre o Comunismo, que quer a desconstrução da família por interessesideológicos, e o Capitalismo, que quer a desconstrução da família por interesses econômicos– juntos, promovem divórcio, aborto, homossexualismo, relativização da “identidade degênero”, perseguição aos valores cristãos e à Bíblia, etc.
14.
Império da Mídia – novelas, BBB, A Fazenda, vários desenhos animados, revistas,histórias em quadrinhos, videogames, TV, Internet, cinema, etc. são exemplos de iniciativasmidiáticas servis ao movimento de desconstrução da família e dos valores cristãos; provocam

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