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Civil i - Parte 1

Civil i - Parte 1

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 1Direito Civil IUnidade I – Introdução ao Direito CivilUnidade II – Teoria Jurídica da Pessoa
UNIDADE I – Introdução ao Direito Civil
1.
 
Importância do Direito Civil
1.1.
 
Conceito
Etimologia
Civil = Cidadão
Direito do CidadãoConceito de GAGLIANO: Ramo do Direito que disciplina todas as relações jurídicas daspessoas (físicas e/ou jurídicas), envolvendo relações familiares, obrigacionais ou das coisas(posse e propriedade).
>> Estuda relações puramente pessoais ou relações patrimoniais. <<
1.2.
 
Origem
Direito Romano
“jus civile”Primeira Sistematização
Séc. VI
“Corpus juris civiles” pelo Imperador Justiniano.1916
Código Civil Brasileiro
 
Historicamente – ideias liberalistas
 
Caráter individualista e patrimonialista (não tem caráter social – acaba porfavorecer a burguesia). Dificuldade de enxergar as pessoas, enquantohumanos.
 
Influenciado pelo Código Napoleônico
 
Preserva uma ingerência do Estado/poder público
 
Conservador
 
290 artigos – 151 de interesses puramente patrimoniais2002
Novo Código Civil (Lei 12.441/10/01)
 
Mantém seu caráter patrimonialista (menos do que o de 1916).
2.
 
Objeto do Direito Civil (Código Civil/02)
 
Parte Geral
 
Parte Especial: Livros
o
 
Obrigacionais
– art. 233/965
o
 
Empresa
(art. 966/1195)
Direito Empresarial
o
 
Coisas
(art. 1196/1510)
o
 
Família
(art. 1511/1783)
o
 
Sucessões
(art. 1784/2027)
3.
 
Fontes
3.1.
 
Principais Fontes
Legislações: CC/02, CF/88
 
 2Direito Civil IUnidade I – Introdução ao Direito CivilUnidade II – Teoria Jurídica da Pessoa
4.
 
Direito Civil como ramo do Direito Privado
4.1.
 
Direito Público e Direito Privado
O Direito Civil seria o “pai” do Direito Privado (ideia clássica).
4.2.
 
Constitucionalização do Direito Civil
 
Mudança de paradigma (detrimento patrimonial para sobressair a dignidade dapessoa humana).
 
Princípios constitucionais:
o
 
Dignidade da pessoa humana
o
 
Solidariedade social
o
 
Igualdade/Isonomia
Princípio da Isonomia
O princípio da isonomia está consagrado no art. 5º, caput, da CF “todos são iguais perante alei, sem distinção de qualquer natureza”. Também está disperso por vários outros dispositivosconstitucionais, tendo em vista a preocupação da Carta Magna em concretizar o direito aigualdade. Cabe citar os mais importantes: a) igualdade racial (art. 4º, VIII); b) igualdade entreos sexos (art. 5º, I); c) igualdade de credo religioso (art. 5º, VIII); d) igualdade jurisdicional (art.5º, XXXVII); e) igualdade de credo religioso (art. 5º, VIII); f) igualdade trabalhista (art. 7º, XXXII);h) igualdade tributária (art. 150, II); h) nas relação internacionais (art. 4º, V); i) nas relações detrabalho (art. 7º, XXX, XXXI, XXXII e XXXIV); j) na organização política (art. 19, III); l) naadministração pública (art. 37, I). A isonomia deve ser efetiva com a igualdade da lei (a lei nãopoderá fazer nenhuma discriminação) e o da igualdade perante a lei (não deve haverdiscriminação na aplicação da lei).
 
Fundamento:
 
todos nascem e vivem com os mesmosdireitos e obrigações perante o Estado.
 
Conceito:
 
consiste em tratar igualmente os iguais edesigualmente os desiguais.
 
Exceções constitucionais:
 
a própria Constituição para garantirdireitos fundamentais prevê algumas formas de tratamento diferenciado, mas essas garantiasnão ferem o princípio da isonomia, dentre elas podemos citar: a) aposentadoria com menoridade e mesmo tempo de contribuição para a mulher (art. 40, III e 201, § 7º); b) exclusão demulheres e eclesiásticos do serviço militar obrigatório em tempo de paz (art. 143,§ 2º); c)imunidades parlamentares (art. 53); d) acesso exclusivo a brasileiros natos em determinadoscargos (art. 12, § 3º). Quando houver pressupostos lógicos e racionais que possam justificar anão equiparação (baseados no princípio da razoabilidade), pode-se citar alguns: a) assentosreservados a idosos e gestante em transporte coletivo; b) altura mínima para concurso emcarreira militar (desde que previsto em lei); c) sexo masculino para concurso de carcereiro empenitenciárias para homens e do sexo feminino para penitenciárias para mulheres. Existemoutros casos que buscam preservar o direito a vida e à dignidade humana em face do princípioda isonomia.
 
Cláusulas discriminatórias
 
 – a Constituição veda expressamente distinções comrelação a origem, raça, sexo, cor, idade, estado civil e deficiência física. Essas cláusulas não sãotaxativas, são meramente exemplificativas.
Fonte:
 http://pt.shvoong.com/law-and-politics/constitutional-law/1618909-princ%C3%ADpio-da-isonomia/#ixzz22WhiwbYW
 
 
 3Direito Civil IUnidade I – Introdução ao Direito CivilUnidade II – Teoria Jurídica da Pessoa
Unidade II – Teoria Jurídica da Pessoa
Sujeito de direito x Personalidade jurídica
Personalidade jurídica
: Aptidão para se contrair direitos ou obrigações. Pode ser dada apessoa física ou jurídica.
Sujeito de direito
: Aquele que contrai direitos ou obrigações – é quem tem a aptidão paracontrair direitos ou obrigações.
pessoa dotada de personalidade jurídica
possui seusdireitos em plenitude.
1.
 
Pessoa natural = “ser humano”
1.1.
 
 Aquisição da personalidade jurídica
 
Nascimento com vida – art. 2º, 1ª parte, CC
 
Nascituro ?
art. 2º, 2ª parte, CC
1.1.1.
 
Nascituro
LIMONGI FRANÇA: Nascituro = ente concebido mas ainda não nascido.
 
Vida intra-uterina
 
Personalidade jurídica ?
o
 
3 teorias:
 
Natalista
 
teoria tradicional do Direito Civil
a pessoa sóadquire personalidade jurídica a partir do
nascimento com vida
. Onascituro tem expectativa de adquirir seus direitos ao nascer comvida. (Silvio Rodrigues e Silvio Venosa).
 
Personalidade Condicional
 
Princípio da dignidade da pessoahumana
 
forma humana ou mínimo de sobrevida
 
justificaabortos devido à má-formação do feto. Espanha: Lei 20/2011, art.30. O nascituro não tem a plenitude dos seus direitos – tem todosos seus direitos (os existenciais), exceto os patrimoniais. Não trazresposta quanto à personalidade jurídica do nascituro. (SerpaLopes).
 
Concepcionalista
 
o nascituro é dotado de personalidade jurídica desde a sua concepção, inclusive no âmbito patrimonial.(Teixeira de Freitas, Pablo Stolze).Teoria adotada pelo CC/02
natalista, na sua essência (Clóvis Bevilacqua
mais prática),com influências da concepcionalista (doação ao nascituro, direito à vida, direito a alimentosgravídicos – Lei 11.804/08, dano moral – Resp. 399.028/SP, entre outros).Discussão do Biodireito
Qual é a concepção de nascituro? Quando se dá o início da vida?Lei de Biosegurança – Lei 11.109/05
limites para a fecundação in vitro e para a utilização decélulas-tronco.

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