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2 Segunda Monitoria de Penal

2 Segunda Monitoria de Penal

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2 Segunda Monitoria de penalPONTOS QUE NÃO FORAM MENCIONADOS NA AULA PASSADA E NOFINAL DA AULA OS PONTOS MAIS IMPORTANTES REFERENTE A PROVA(DICAS)OBS: Não vai mais cair a questão de embriague que eu falei que iria cair, MAS VAICAIR OUTRA QUESTAO DE CULPABILIDADE QUE NÃO É A EMBRIAGUEZ.
Crimes CulpososArt.18,II,CP
 
 
culposo, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência,negligência ou imperícia.
Então a primeira coisa que agente tem que saber sobre crimes culposos (SE PORACASO CAIR UMA QUESTAO NA PROVA PERGUNTANDO > EXISTE CRIMEDE FURTO CULPOSO ? O QUE VOCES TEM QUE VER? TEM QUE IR NA NOARTIGO DE FURTO 155 E VER SE O CRIME DE FURTO ADMITEMODALIDADE CULPOSA A MODALIDADE CULPOSA É SEMPREEXECEPCIONAL)Em regra só se dá a punição a titulo de dolo > conhecer e querer o resultado.Então senão estiver no crime especifico um inciso ou um parágrafo prevendo a punição a titulode culpa,não existe a punição a titulo de culpa.Então naquela questão do furto que eu peguei uma bolsa pensando que é minha mas naverdade a bolsa é da Carol,ela tem uma bolsa igual a minha.Eu não tive intenção desubtrair coisa alheia móvel.Então como não existe a modalidade de crime culposo eunão pratiquei qualquer crime (tem crime de furto,crime de dano é bom vocês olharem láno código penal que não admite a titulo de culpa) >
Então a questão é essa ,se cair
 
perguntando isso vocês tem que indicar o artigo Art.18,II e lembrar que é essa
 
modalidade é sempre a titulo excepcional.
 
Agora imprudência, negligencia, imperícia tem autores que acham importantes
 
diferenciar essas hipóteses:
 
Imprudência > pratica de um ato perigoso
 
 
Negligencia > falta de precaução (você faz uma coisa uma coisa sem aprecaução)
 
Imperícia> Falta de aptidão profissional (ligada a uma atividade profissionaluma tarefa...)A culpa pode ser consciente ou pode ser inconsciente:
 
Culpa inconsciente: é a culpa comum não tem previsibilidade da ação (REGRA)
 
Culpa consciente: Limite entre a culpa inconsciente e o dolo (Culpa conscientetemerária e dolo eventual)
Dolo Eventual
> Dane-se (prevê o resultado mas não se importa com aocorrência dele > você está dirigindo bêbado e diz que não se importa se mataralguém é dolo eventual).
Culpa inconsciente temerária >
Também tem a previsibilidade que tem nodolo eventual,mas é o DANOU-SE (Você não quer atropelar ninguém se vocêatropela você ai meu Deus e agora danou-se,então essa é a diferença; NADUVIDA APLICA O PRINCIPIO INDUBIO PRO REU (APLICA ACULPA)).
Nos dois casos existe a previsibilidade,
mas na culpa inconsciente temeráriavocê acredita que sinceramente que o resultado não vai acontecer,em geral aquestão do acidente de transito geralmente é culpa consciente temerária emboraos tribunais e a mídia façam pressão para ser dolo,porque ninguém em sua sã
consciência fala que “ eu vou dirigir bêbado e não me importo se eu matar alguém” elas geralmente se importam mas acham que estão voas o bastante para
não atropelar.SE TIVER UMA QUESTAO DESSA PERGUNTANDO VALE A OPINIAODE VOCES BASTA FUNDAMENTAR,MAS ASSIM FUNDAMENTAÇÃO ÉBEM MAIS FORTE NO SENTIDO DE SER CULPA DO QUE SER DOLOEVENTUAL (NO CASO DO CARA QUE DIRIGE BEBADO)
Tem também o caso da culpa imprópria
; vocês lembram que eu falei dasdiscriminantes putativas na aula passada (EXCLUDENTE DE
 
ANTIJURIDICIDADE : ESTADO DE NECESSIDADE,LEGITIMA DEFESA,ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL E EXERCICIO REGULARDO DIREITO).O que é discriminante putativa ? Só acontece na cabeça do agente.Entãodiscriminante putativa de legitima defesa,eu acho que estou agindo em legitimadefesa,mas na verdade eu não estou.As discriminante putativas podem ser em duas hipóteses: ERRO DE TIPO EERRO DE PROIBIÇÃO:Erro de tipo é o erro quanto as situação fática (entãopor exemplo eu acho que estou em estado de necessidade que vem o maridomulher (lembram do amante) e ele acha que o marido da mulher vai atirar nelemas ele não vai atirar so vai conversar com ele e aí ele vai a atirar no marido damulher,no fundo ele não está agindo em legitima defesa porque o marido traídoso foi conversar com ele,mas ele achava que o marido iria atirar nele.Entaonesse caso legitima defesa de erro de tipo (em relação a uma situação fática) >
Art.20,§1º CPEntão erro de tipo,erro quanto a situação fática,mas a discriminanteputativa pode ser de erro de proibição também que é o erro quanto anorma.Você sabe exatamente o que está fazendo,não tem erro quanto asituação de fato,mas você acha que tem uma norma que permite que vocêhaja daquela forma.
A culpa imprópria ocorre nos casos discriminantes putativos de erro detipo,porque o acontece nas hipóteses de erro de tipo o erro de tipo pode servencível ou invencível.No erro de tipo vencível é aquele erro desculpável (casoque você está numa floreta deserta e não tem ninguém e você vê um movimentonuma moita e atira achando que é um animal e na verdade é uma pessoa ).Agora o erro de tipo pode ser vencível ,ou seja, é indesculpável você tinha quesaber que na verdade aquela situação de fato não era o que você esperava(floresta da tijuca que é um lugar com bastante movimento de pessoas e você vêa mesma situação a moita se mexer na floresta da tijuca é esperável que ali

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