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54218356 Trabalho de Direito Imp Federais

54218356 Trabalho de Direito Imp Federais

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10/28/2012

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A Constituição Federal de 1988 é que regulamenta a matéria e define os tipos de tributos e asua competência da União, dos Estado e do Distrito Federal e dos municípios, neste contexto,discorremos sobre os impostos de competência da União, que estão contidos no Art. 153 daConstituição Federal de 1988, que são:
Cide Combustíveis;
Imposto de Importação - II ;
Imposto de exportação – IE;
Imposto sobre a Renda – IR ;
Imposto sobre operações Financeiras - IOF ;
Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI ;
Imposto Territorial Rural – ITR;
Imposto sobre grandes fortunas;
1
. Cide (Lei nº10.336, de 19/12/2001):
Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e acomercialização de gasolina e suas correntes,
diesel 
e suas correntes, querosene de aviação e outrosquerosenes, óleos combustíveis (
 fuel-oil 
), gás liquefeito de petróleo (GLP), inclusive o derivado degás natural e de nafta, e álcool etílico combustível.
FATOS GERADORES:
A Cide Combustíveis tem como
fatos geradores
as seguintes operações: a comercialização nomercado interno e a importação.
a)Sujeito ativo
: União:
b)Sujeito passivo
: contribuinte:São contribuintes da Cide Combustíveis, o
produtor
, o
formulador
e o
importador
(pessoa físicaou jurídica) dos combustíveis elencados .
ALÍQUOTAS
Cide-Combustíveis incidirá no
mercado interno
, assim como na
importação,
com asseguintes alíquotas:
 
a) gasolinas e suas correntes, incluídas as correntes que, por suas características, possam ser utilizadas alternativamente para a formulação de diesel, R$ 501,10 por m
3
; b) diesel e as correntes que, por suas características, sejam utilizadas exclusivamente para aformulação de diesel, R$ 157,80 por m
3
;c)querosene de aviação, R$ 21,40 por m
3
;d) outros querosenes, R$ 25,90 por m
3
;e) óleos combustíveis (fuel oil), R$ 11,40 por t;f) gás liquefeito de petróleo (GLP), inclusive o derivado de gás natural e de nafta, R$ 104,60 por t; eg) álcool etílico combustível, R$ 22,54 por m
3
.
PAGAMENTO
 No caso de comercialização, no
mercado interno
, a Cide-Combustíveis devida será apuradamensalmente e deve ser paga até o último dia útil da primeira quinzena do mês subsequente ao deocorrência do fato gerador. Na
importação
, a Cide-Combustíveis deverá ser paga na data do registro da Declaração deImportação (DI).
1.2 Imposto sobre Importação (IP):a) Fato gerador:
O imposto, de competência da União, sobre a importação de produtos estrangeiros tem comofato gerador a entrada destes no território nacional. (CTN, art. 19)A rigor, para incidência do gravame, a condição necessária e suficiente é a de que,cumulativamente, implementem-se os seguintes requisitos:
entrada no território nacional;
de produto estrangeiro;
 para permanência definitiva.
b) Sujeito ativo:
União
c) Sujeito passivo:
Contribuinte
 
Contribuinte:O contribuinte do importo de importação é o importador ou a quem a ele a lei equiparar, e oarrematante de produtos apreendidos ou abandonados (CTN, art. 22). Geralmente, o importador éuma pessoa jurídica, regularmente estabelecida, mas, para os fins do imposto, é consideradoimportador qualquer pessoa, seja natural ou jurídica, regularmente estabelecida ou não, que realize aintrodução da mercadoria no território nacional.
1.3 Imposto Sobre Exportação (IE):
a) Fato gerador:
O imposto, de competência da União, sobre a exportação, para o estrangeiro, de produtosnacionais ou nacionalizados tem como fato gerador a saída destes no território nacional (CTN, art.23).Considera-se ocorrido o fato gerador no momento da expedição da guia de exportação oudocumento equivalente, pom a condão necessária para incincia do tributo é a de,cumulativamente, implementarem-se os seguintes requisitos:
saída do território nacional;
de produto nacional ou nacionalizado;
 para consumo ou uso no exterior.
b) Sujeito ativo:
União
c) Sujeito passivo:
ContribuinteContribuinte:Contribuinte do imposto é o exportador ou quem a lei a ele equiparar (CTN, art. 27).A Constituição Federal o vinculou o imposto de exportação a um sujeito passivoespecífico, nem atribuiu à lei complementar essa definição de sorte que o legislador ordinário podelivremente escolher o contribuinte desse imposto. È claro, porém, que esse sujeito passivo, paraassumir a condição de contribuinte, há de ter relação pessoal e direta com o fato gerador do tributo, por força do que estabelece o art. 121, parágrafo único, do CTN. A lei não pode, portanto, equiparar ao exportador pessoa sem qualquer relação com a exportação.
1.3 Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza

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