teórico considerável, já que permite apoiar a hipóteseda sobrevivência da psique animal.O exame deste ramo dos fenômenos metapsíquicasfoi completamente esquecido até aqui, embora nasrevistas metapsíquicas e, sobretudo, nas coleções dosProceedings e do Journal da excelente Society forPsychical Research, de Londres, encontrem-senumerosos casos do gênero, mas esses casos nuncaforam recolhidos, classificados e analisados porninguém, tendo-se, aliás, escrito e discutido bempouco a respeito deles. Não há, pois, grande coisa a seresumir relativamente às teorias formuladas a esterespeito.Observarei apenas que, nos comentários de certocaso isolado pertencente à classe mais numerosa dosfenômenos em questão, isto é, aquela na qual osanimais percebem, juntamente com o homem, asmanifestações de telepatia ou de assombração, propõe-se a hipótese segundo a qual as percepções psíquicasdessa natureza extrairiam a sua origem de umfenômeno alucinatório criado pelos centros deidealização de um agente humano e transmitido emseguida, inconscientemente, aos centros homólogos doanimal presente e percipiente.Para uma outra classe de fenômenos e precisamentepara a das aparições de formas de animais, supõe-seum fenômeno de alucinação pura e simples da parte dopercipiente, mas a análise comparada dos fatos mostra
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