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Notas Taquigráficas Diário Oficial 30/10/2012

Notas Taquigráficas Diário Oficial 30/10/2012

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12/04/2012

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2
4#
PARTE IIPODER LEGISLATIVO
ESTA PARTE É EDITADAELETRONICAMENTEDESDE 1º DE JULHO DE2005ANO XXXVIII - Nº 202TERÇA-FEIRA,30DE OUTUBRODE2012
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA10ª LEGISLATURA2ª SESSÃO LEGISLATIVA
MESA DIRETORA
PRESIDENTE -
Paulo Melo
1º VICE-PRESIDENTE -
Edson Albertassi 
2º VICE-PRESIDENTE -
Gilberto Palmares
3º VICE-PRESIDENTE -
Paulo Ramos
4º VICE-PRESIDENTE -
Roberto Henriques
1º SECRETÁRIO -
W
agner Montes
2º SECRETÁRIO -
Graça Matos
3º SECRETÁRIO -
Gerson Bergher 
4º SECRETÁRIO -
Dr. José Luiz Nanci 
1º SUPLENTE -
Samuel Malafaia
2º SUPLENTE -
Bebeto
3º SUPLENTE -
Alexandre Corrêa
4º SUPLENTE - Gustavo TutucaSECRETÁRIO-GERAL DA MESA DIRETORA - W
alter Luiz Pinto de Oliveira
CONSELHO DE ÉTICA E DECORO PARLAMENTARPresidente -
André Corrêa
Vice-Presidente -
Luiz Martins
Membros -
André Lazaroni - Luiz Paulo - Sabino - Zaqueu Teixeira - Iranildo Campos
Suplentes -
Inês Pandeló - Samuquinha - Pedro Fernandes
CORREGEDOR PARLAMENTAR - Comte BittencourtCORREGEDOR PARLAMENTAR SUBSTITUTO -
Bernardo Rossi 
    I    M    P    R    E    S    S    O
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
Home Page: http://www.alerj.rj.gov.br E-mail: webmaster@alerj.rj.gov.br 
LIDERANÇAS
LÍDER DO GOVERNO -
André Correa
VICE-LÍDERES -
1º Chiquinho da Mangueira - 2º Pedro Fernandes
PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO - PMDB
LÍDER DA BANCADA -
André Lazaroni 
VICE-LÍDERES -
1º Pedro Fernandes - 2º Domingos Brazão - 3º RobertoDinamite - 4º Bernardo Rossi 
PARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO - PSD
LÍDER DA BANCADA -
Iranildo Campos
VICE-LÍDERES -
1º Thiago Pampolha - 2º Graça Pereira - 3º FábioSilva - 4º Marcos Soares - 5º Mirian Rios
PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA - PSDB
LÍDER DA BANCADA -
Luiz Paulo
VICE-LÍDER -
Lucinha
PARTIDO DOS TRABALHADORES - PT
LÍDER DA BANCADA -
André Ceciliano
VICE-LÍDERES -
1º Nilton Salomão - 2º Inês Pandeló
PARTIDO SOCIAL CRISTÃO - PSC
LÍDER DA BANCADA -
Coronel Jairo
VICE-LÍDER -
Sabino
PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA - PDT
LÍDER DA BANCADA -
Luiz Martins
VICE-LÍDER -
1º Cidinha Campos - 2º Andréia Bussato - 3º FelipePeixoto
PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO - PSB
LÍDER DA BANCADA -
Rafael do Gordo
VICE-LÍDER -
Marcelo Simão
PARTIDO POPULAR SOCIALISTA - PPS
LÍDER DA BANCADA -
Comte Bittencourt 
VICE-LÍDER -
PARTIDO PROGRESSISTA - PP
LÍDER DA BANCADA -
Dionísio Lins
VICE-LÍDER -
PARTIDO DA REPÚBLICA - PR
LÍDER DA BANCADA -
Clarissa Garotinho
VICE-LÍDER -
1º Samuquinha - 2º Miguel Jiovani 
PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL - PMN
LÍDER DA BANCADA -
Alessandro Calazans
PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL - PT do B
LÍDER DA BANCADA -
Marcos Abrahão
PARTIDO VERDE - PV
LÍDER DA BANCADA -
Aspásia Camargo
VICE-LÍDER -
PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL - PC do B
LÍDER DA BANCADA -
Enfermeira Rejane
PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO - PTB
LÍDER DA BANCADA -
Marcus Vinícius
VICE-LÍDER -
PARTIDO SOCIAL LIBERAL - PSL
LÍDER DA BANCADA -
Átila Nunes
PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO - PSDC
LÍDER DA BANCADA -
João Peixoto
PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE - PSOL
LÍDER DA BANCADA -
Marcelo Freixo
PARTIDO REPUBLICANO BRASILEIRO - PRB
LÍDER DA BANCADA -
Rosangela Gomes
PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL - PTN
LÍDER DA BANCADA -
Geraldo Moreira
PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO - PRTB
LÍDER DA BANCADA -
W
aguinho
PARTIDO ECOLÓGICO NACIONAL - PEN
LÍDER DA BANCADA - Édino Fonseca
S U M Á R I O
Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estadodo Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho..........................1Plenário ........................................................................................3Comissões....................................................................................4Atos e Despachos da Mesa Diretora.........................................5Atos e Despachos do Primeiro Secretário ................................5Atos e Despachos do Diretor-Geral .........................................5Atos e Despachos do Procurador-Geral....................................5Despachos do Subdiretor-Geral de Recursos Humanos........... 5Avisos, Editais e Termos de Contratos......................................5
Fórum Permanente de DesenvolvimentoEstratégico do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÚPULA DO FÓRUM PERMANENTE DE DESEN-VOLVIMENTO ESTRATÉGICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO JORNALISTA RO-BERTO MARINHO, REALIZADA EM 17 DE OUTUBRO DE 2012.
(Notas taquigráficas)Assume a Presidência o Senhor Deputado PAULO MELO, Presidente.O SR. PRESIDENTE (PAULO MELO) - Bom-dia a todos. Sejam bem-vindosao Palácio Tiradentes. Agradeço, em primeiro lugar, a presença de todos. Quero dizer daminha satisfação em presidir o Parlamento Fluminense e, por via de consequência, pre-sidir o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de JaneiroJornalista Roberto Marinho.Falando em jornalista, recebemos uma carta do Ministério de Ciência e Tec-nologia dizendo que não poderia estar presente o ministro no convite feito “pelo dr. Ro-berto Marinho, presidente do fórum permanente”... (Risos) Que ele esteja presente, comtoda a sua sabedoria.Vivemos um momento importante no Rio de Janeiro, um momento em quetemos que fazer uma análise de tudo o que aconteceu, da macropolítica no Rio de Ja-neiro. Tivemos o que há muito não presenciávamos, esse processo do pleito eleitoral,que aconteceu no dia 7 de outubro, porque ele é um norte muito importante para aspolíticas governamentais, quer seja do município, da cidade do Rio de Janeiro, do go-verno dos estados e dos municípios que compõem a região metropolitana do Rio de Ja-neiro. Recebemos um aviso de maneira muito clara dos eleitores de que o eleitor buscahoje a eficiência do serviço público. Aquela política do assistencialismo está dando lugar à política de eficiência da máquina administrativa. Se observarmos a Baixada Fluminen-se, veremos um fenômeno, nos últimos anos, de uma pessoa que tinha inclusive a pers-pectiva de disputar um cargo, na majoritária, a governador - isso foi ventilado durantemuito tempo -, que era José Camilo dos Santos, que se tornou uma sumidade na Bai-xada Fluminense, elegendo-se prefeito em Duque de Caxias, elegendo sua mulher pre-feita de Magé, elegendo seu irmão prefeito de Belford Roxo, amargando, agora, uma der-rota, não conseguindo chegar ao segundo turno da eleição de Duque de Caxias, fruto deuma atenção maior, de uma depuração do eleitorado e de uma prática cada vez maiscorrente, que é a do eleitor acompanhar não a vida pessoal do prefeito, mas a vidaadministrativa do prefeito.Isso acontece no Rio de Janeiro. Todos sabem o que aconteceu, há um ano,com o governador Sérgio Cabral, numa exploração política, numa questão pessoal dogovernador, que foi superada pela eficiência do seu governo, pela política de segurançapública, pela política de saúde, pela política de desenvolvimento econômico-social do Riode Janeiro, pela política de incentivos e atração de empresas para o nosso Rio de Ja-neiro. As pesquisas de opinião deixam bem claro que aquilo tudo foi superado porque ogoverno não parou e a prova cabal disso foi a eleição do prefeito da cidade do Rio deJaneiro. Por que isso? Porque, mais do que nunca, o eleitor está cansado de políticosque brigam. Num linguajar mais popular, perdoem-me a expressão, o eleitor está de sacocheio. Ninguém aguenta mais o político que só sabe brigar, só sabe falar mal dos outrose não acrescenta nada. As pessoas querem ver resultados no dia a dia, querem efi-ciência, querem que as coisas aconteçam.Esse triunvirato que se formou no Rio de Janeiro, da presidência da Repú-blica, governo municipal e governo estadual, é a prova cabal de que as diferenças po-líticas devem se dar, única e exclusivamente, no processo eleitoral. Passado o processoeleitoral, os políticos têm que buscar a congregação de interesses, a união. Mais do quenunca, a parceria é a palavra-chave desse processo eleitoral e do processo político. To-dos sabem do passado político de Eduardo Paes, da sua oposição sistemática ao Partidodos Trabalhadores. Ele, que foi um dos líderes da CPI do Mensalão, na Câmara Federal,passou por todo esse processo se elegendo prefeito da cidade do Rio de Janeiro, pas-sou uma borracha nisso e procurou uma aliança com o governo federal. E os resultados,colhemos no nosso dia a dia e também no processo eleitoral, que se deu no dia 7 deoutubro.Aqui, este fórum permanente tem o mesmo viés: um monte de gente. Aquinão tem ninguém que pensa igual. Nós estamos vendo cada vez mais os contraditóriosse dissiparem um pouco, depois do processo eleitoral, para dar lugar exatamente à co-munhão de valores.Queremos, no Rio de Janeiro, continuar apoiando as políticas do governo doestado, continuar torcendo para que os governos municipais continuem com eficiência,dando resultados. Nós vamos ter em Niterói a continuidade. A população, mais uma vez,não quis aquela continuidade que não consegue trazer benefícios imediatos. Nós temos,em São Gonçalo, uma disputa entre duas pessoas novas. Uma representa, talvez, amaior transformação política daquela cidade, que é o Adolfo Konder. É um rapaz novo,um rapaz de capacidade, contrariando todas as expectativas políticas, todas as perfor-mances que acontecem naquela cidade ao longo de décadas. Nós temos em Nova Igua-çu uma eleição com políticos tradicionais e com um político tradicional, que é o NelsonBornier, mas também uma mudança total de comportamento, de propostas. Nós tivemos,nas eleições, uma eleição em que se avizinhava uma disputa acirrada em São João deMeriti, o prefeito ganhando no primeiro turno, fruto de uma mudança radical do seu go-verno para atender à população. Nós tivemos em Itaboraí a política do novo, num dosmunicípios mais importantes do Estado do Rio de Janeiro, que hoje agrega o maior in-vestimento público das últimas décadas aqui no Estado do Rio de Janeiro, que é o Com-plexo Petroquímico de Itaboraí. Tivemos a maior surpresa nessa eleição, que foi Itaguaí,também um município-chave, um município geopolítico importante aqui para o Rio de Ja-neiro, onde existem grandes investimentos. O empresário Eike Batista está fazendo lá umporto, que é um grande investimento privado. Tivemos a eleição de um rapaz que nin-guém nunca ouviu falar, que foi candidato a deputado pelo PSDB. É a maior surpresapolítica pelo PSDB. Ele se elegeu depois do candidato que perdeu, o Alexandre Vale,acumular 18 pesquisas acima dos cinquenta e cinco pontos percentuais e perder a elei-ção nos últimos trinta dias. Também é um dado a ser estudado, é algo importante porqueItaguaí é um município importante para a atividade econômica, para a atividade desen-volvimentista do Estado do Rio de Janeiro. É importante Itaguaí. O próprio prefeito deItaguaí perdeu também em Mangaratiba.Então, acho que mais do que nunca nós, políticos, estamos sendo avisadosdo seguinte: a população quer uma política diferente, uma política que traga resultado.Eu falo isso com uma experiência muito tranquila porque a cada dia tento me reciclar mais e sou uma pessoa de enfrentamento, brigão, mas acho que o eleitor não quer maisisso. O eleitor está muito mais afeito aos políticos que conseguem agregar, que con-seguem atrair. O contraditório tem que ser um fator importante para que possamos nosaproximar e não nos afastar.Com essas rápidas considerações, queria dizer que neste momento que o Riovive, o momento das urnas, acho que estas sinalizaram de uma maneira muito clara oque temos que fazer, o que a população espera dos seus representantes, o que a po-pulação espera do Parlamento Fluminense. O Parlamento Fluminense é uma Casa querepresenta todos os matizes sociais. Aqui o empresário é bem-vindo, o trabalhador ébem-vindo, quem aplaude é bem-vindo, quem vaia é bem-vindo. O que nós temos queter é transparência, atitude e saber qual é o caminho que nós queremos seguir. E ocaminho a ser seguido no Estado do Rio de Janeiro é um caminho que efetivamenteprecisa ter ao seu lado os empresários, aqueles que propõem o desenvolvimento, quegera emprego e renda para a nossa população.O fórum tem um papel extremamente importante. Eu o presido, é uma pre-sidência efêmera. Nós aqui temos um mandato de dois anos, renováveis por mais doisanos. Mas o fórum se tornou uma instituição permanente, perene do Parlamento Flu-minense; e isso só acontece pela participação efetiva de cada um dos senhores, repre-sentando os diversos segmentos empresariais do nosso estado.Sejam bem-vindos e um bom dia.A SRA. GEIZA ROCHA - Montamos uma pequena apresentação de algunspontos que estão na pauta, na pasta dos senhores, para darmos uma pincelada nos te-mas que estão sendo tratados hoje dentro do fórum permanente e abrir também parasugestões e falas dos senhores a respeito desse trabalho permanente cuja presença temsido constante. Essa reunião, que é a primeira reunião de cúpula do fórum desde a suacriação, em 2003, a gente tem como ideia marcar um posicionamento, alterar algumascoisas e aperfeiçoar um formato que tem se mostrado vitorioso e com resultados que agente pode contar para a população que estão acontecendo.O fórum é um modelo único. Temos contato permanente com as assembleiaslegislativas de outros estados e, desde a aprovação dessa resolução, a gente observaque não houve outro formato parecido no Brasil. Esse formato, em que se reúnem asuniversidades, o empresariado e o Legislativo liderando uma discussão acerca de po-líticas públicas, sobre qual é o caminho que devemos trilhar no rumo do desenvolvimen-to.Ele reproduz um triângulo de Sábato, que é o triângulo da inovação, em quegoverno, entidades e universidade trabalham em equilíbrio. Mas ele inova no sentido decolocar o Legislativo também nessa liderança da discussão. Convocando o Executivo e oJudiciário quando necessário, mas sempre discutindo e trazendo também novidades, pro- jetos.Hoje, temos 186 membros indicados pelas entidades que fazem parte das dezcâmaras setoriais do fórum. É uma participação bastante intensa e que reputamos fun-damental para manter o fórum permanente. A composição em 2003, de 19 entidades, foiampliada para 33. Hoje, 33 entidades têm assento no fórum e debatem, trazem temas.Incluimos, a partir de 2008, as universidades estaduais. Além da Uerj; a Uenf e a Uezo.E também as universidades federais que estão sediadas no Estado do Rio.Os eventos mensais são o ponto de contato maior dos presidentes das en-tidades com o fórum. Eles participam desses eventos em que são apresentados os te-mas estratégicos para o desenvolvimento. E as câmaras técnicas definem uma agendade trabalho mensal em que, hoje, dentro dos temas estratégicos, tem a cultura... Fomosavançando na câmara setorial de cultura, turismo e esportes. Fizemos o caderno de tu-rismo, o caderno de esportes e agora estamos discutindo com a Secretaria de Estado deCultura um mapa da cultura do Estado do Rio de Janeiro, que vai ser lançado agora nofinal de outubro; e a tentativa de cruzar esses três mapas e ver de que maneira a cul-tura, o turismo e o esporte conversam e podem ser pontos de desenvolvimento localbastante importantes nos municípios, nos 92 municípios do estado.Outro tema que surgiu, na Câmara Setorial de Gestão e Políticas Públicas, éa defesa. Temos uma série de legislações e movimentos na Câmara Federal trazendoum papel importante para a indústria da defesa e tentando assegurar um fortalecimentoda indústria nacional nesta área. E aí a ideia nesse fórum, nesse grupo técnico que estáse formando, é justamente pensar e debater de que forma a gente pode fortalecer aindústria da defesa no Estado do Rio de Janeiro.Na educação, que é um tema da Gestão e Políticas Públicas, temos debru-çado no desafio de como se pode contribuir, a partir do trabalho das entidades, na for-mação de competências digitais para os professores da rede pública estadual.Outro tema que surgiu e que está presente hoje é o debate sobre as compraspúblicas. Numa discussão que começou com o fortalecimento das micro e pequenas em-presas, passou por tributação, com uma discussão na Comissão de Tributação sobre asubstituição tributária. E, agora, no momento, debatemos de que maneira a gente podetambém trabalhar dentro dos municípios com a questão das compras públicas e a re-gulamentação desse capítulo importante na lei municipal.Além disso, o fórum ingressou no projeto Rio Capital da Energia, que é umprograma da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. E a ideia desse ingresso é par-ticipar botando luz em alguns projetos que estão nas universidades que ainda não com-põem esse programa. E a gente pode, a partir do debate no fórum e dessa troca deideias, contribuir nesse programa tão importante que busca fortalecer o Rio e mostrar que nós somos a capital da energia, da inovação, do processo tecnológico.Na questão da inovação, ainda, temos uma discussão sobre os parques tec-nológicos. A gente observa que o parque tecnológico do Fundão tem se destacado den-tro desse contexto dos parques com o ingresso de uma série de empresas fazendo seuscentros de pesquisa lá, mas temos uma série de projetos de parques tecnológicos es-palhados pelo estado que ainda não conseguiram sair do seu plano diretor - o de Se-ropédica, da Universidade Rural, é um exemplo disso. E a ideia dessa discussão é ver de que forma podemos fortalecer, através também da legislação, e incentivar a instalaçãodesses parques.E a questão metropolitana. O nosso último evento, que aconteceu aqui no ple-nário, discutiu de que forma podemos estabelecer a governança da região metropolitana.O Rio de Janeiro é o único estado que possui uma região metropolitana que não temuma governança estabelecida; e o governo do estado está num esforço, dentro dos Diá-logos Metropolitanos, de formatar, então, uma governança, estudar o estado da arte daquestão metropolitana e formar uma proposta de governança que possa, então, alinhar apolítica de mobilidade, de desenvolvimento, de habitação. Enfim, a Uerj tem uma par-ticipação importante nesse processo porque tem acompanhado e vai dar todo o respaldopara a formatação.Todas essas discussões são divulgadas nos nossos dois portais: o “Quero dis-cutir meu estado”, em que as entidades participam, todas as entidades estão expostas nabarra de baixo de rolagem ali do fórum. Clicando na entidade, na logomarca, ela é di-recionada para os sites das entidades, mas buscamos apresentar não só esses debatesque estão acontecendo dentro das câmaras setoriais como também dar visibilidade aoseventos, a artigos e a temas ligados ao desenvolvimento econômico do estado. E temoso portal do “Rio em foco”. O “Rio em foco” é um programa do fórum que é exibido naTV Alerj, passa todas as segundas-feiras, às 10 horas da noite, com reprises sábado edomingo. E a gente busca tratar desses temas que estão sendo debatidos nas câmarase apresentar de que forma a sociedade, o Legislativo e os empresários têm um papelnesse desenvolvimento setorial.A nova proposta de trabalho - os senhores receberam também nas pastas - éa gente unificar algumas câmaras setoriais, reduzir o número de grupos de trabalho, paraque possamos dar força a essas frentes que se abrem e que são permanentes. A ideia é juntar, na economia criativa, e é importante ressaltar isso. A gente está fazendo essas junções a partir da convergência de temas. A gente está fazendo essa fusão baseadosnuma trajetória de trabalho e de debate. O Comércio de Bens e Serviços se juntaria àEconomia Criativa, assim como Negócios Internacionais e Cultura, Turismo e Esporte.Desenvolvimento Industrial se fundiria a Infraestrutura e Energia, que, na verdade, vai sedividir em duas câmaras. A gente vai botar Infraestrutura e Logística, que é um temaafeito e que a gente acha que vai reunir mais integrantes para discutir. E Energia a gen-te separou porque a câmara setorial acaba se dividindo em dois grupos de trabalho na-turalmente. Tecnologia se mantém, Gestão e Políticas Públicas e Agronegócios.Os senhores têm a composição atual de todas as câmaras em que as en-tidades têm assento. A ideia é que nos próximos 15 dias possamos entrar em contato denovo para ter o retorno de um ofício direcionado ao presidente da Assembleia, mas quesob a nossa coordenação vai readaptar essas câmaras setoriais. E aí os senhores po-dem rever também as composições e as participações, manter ou substituir membros,enfim. A gente colocou em branco quando não tem a indicação de um suplente, mas aformação normal é de um titular e um suplente para cada câmara setorial.A comunicação da marca. Também está na pasta dos senhores um manualsobre como potencializar a participação da entidade no fórum de desenvolvimento. Essemanual mostra hoje como a entidade participa desses nossos canais de comunicação ede que forma ela pode ampliar essa participação, encaminhando sugestões de eventos,etc. A gente detalhou isso e colocou os contatos para esses encaminhamentos.Por último, no dia 28 de outubro vai ser veiculado na
Veja Rio
e na
Época
um anúncio sobre o fórum de desenvolvimento convocando a população a conhecer e afazer parte dessa história que está sendo construída todo dia. O presidente falou umpouco do trabalho e da eficiência. O fórum tem essa orientação de mostrar resultados.Não é simplesmente se reunir para discutir e depois ir para a casa com essas infor-mações relevantes. É transformar essas informações que são levantadas por pesquisas epela própria experiência das entidades em material de trabalho para o Legislativo, para oExecutivo, para gerar uma troca sobre esses modelos de informação.A Staff, que é a nossa agência, sugeriu dois layouts. Temos a possibilidadede escolher. Eu vou ler rapidamente. O conteúdo desses dois layouts é o mesmo. Agente convoca: venha fazer parte da história do Rio. Participe do Fórum Permanente deDesenvolvimento Estratégico do Estado do Rio, na Alerj, um espaço aberto à população,onde a sociedade civil, as universidades e o poder público debatem importantes temas eaprofundam parcerias que contribuem para o desenvolvimento econômico, social e am-biental do estado. Contribua para o desenvolvimento do estado.Tem o site e as nossas redes sociais.Veja alguns exemplos de ações realizadas a partir do trabalho do fórum: aper-feiçoamento da lei estadual de inovação tecnológica, o marco na relação entre empresase universidades, estímulo à regionalização do turismo por meio de mapa e de pesquisasobre impactos do setor no desenvolvimento das cidades, fomento ao desenvolvimentodo esporte com a produção do mapa e do caderno de esportes do Estado do Rio deJaneiro, produção de princípios para tornar o projeto de lei sustentável publicado no Diá-rio Oficial do Poder Legislativo, promulgação da lei que cria carta de serviços ao cidadão,debates sobre a concessão de aeroportos à iniciativa privada, em 2010, ao cobrar me-lhorias da infraestrutura aeroportuária, movimento pela aprovação da PLC 591/10, quemodifica a lei geral da micro e pequena empresa, mobilização em defesa dos royalties,aumento da validade da certidão de débitos fiscais da Procuradoria-Geral do Estado para180 dias - era a única certidão que tinha 90 dias de validade, e, através de uma ação dofórum a gente ampliou essa validade - e a criação da rede de formação profissional tec-nológica continuada Capacita Rio.Aí, tem a assinatura de todas as entidades que compõem o Fórum de De-senvolvimento.São as duas opções para fazermos um pequeno comentário e um voto sobrequal é o melhor layout para publicar.Passo a palavra agora aos senhores para que possamos avançar nas dis-cussões do Fórum.O SR. PRESIDENTE (PAULO MELO) - Como é a proposta? Vamos passar por ordem ou aqueles que se inscreveram? (Pausa) Se inscreveram.Então, Dr. Orlando Diniz, o primeiro.O SR. ORLANDO SANTOS DINIZ - Mais uma vez, a Geiza é um grande va-lor que o fórum tem e a gente reconhece isso no trabalho que ela dedica ao fórum. Eagradecer a esta Casa, que desde 2003 teve a iniciativa de se aproximar da sociedade.E mais até importante, obviamente que o formato é importante, mas mais importante doque o formato é justamente essa aproximação com a sociedade, com os representantesda sociedade, que é muito importante para nós e também para o Parlamento, trazendoresultados positivos para todos.O senhor falou do ponto de vista político do que acontece hoje no país e noestado. Eu queria aproveitar, até porque esta semana eu estive em alguns estados dopaís fazendo palestras para empresários; e uma coisa fica bem clara: todo mundo quer saber qual é o segredo do Rio de Janeiro. E a primeira e única resposta para isso é:união e parceria. Essa é muito fácil. As pessoas se surpreendem com essa resposta,que, ao mesmo tempo em que é simples, demanda um esforço, todo dia, para que essaunião e essa parceria aconteçam.Do ponto de vista das instituições de representação, já que as instituiçõestambém fazem parte da sociedade, também são eleitores, também está havendo umgrande movimento silencioso, talvez ainda não tão percebido. Hoje, o país vive o prag-matismo de mercado. A eficiência que é cobrada da classe política já é cobrada também
 
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Valéria Maria Souto Meira Salgado
 Diretora Administrativo-Financeira
das instituições de representação, que, afinal, foram criadas para representar as empre-sas. Nesse pragmatismo de mercado, a eficiência e a entrega das instituições tambémestá sendo muito demandada. Alguns setores não conseguiram dar essa demanda. Evou usar até um exemplo aqui do setor de cerveja, que criou uma nova instituição derepresentação.Então, as instituições basicamente vão ter de atentar para a eficiência atravésda entrega, através daquilo que as criou, que é a representação das empresas e entregadaquilo que as empresas precisam para continuar crescendo, seu desenvolvimento, e ge-rar frutos para os municípios, para o estado e para o país.Sempre que você vai a essas palestras perguntam também a visão da suainstituição porque essa é outra questão que as empresas estão cobrando cada vez mais,que as instituições têm de se posicionar sobre os assuntos de interesse daquele seg-mento. Aí perguntam sobre a classe C, que anda tão falada no país. Eu digo: olha, aclasse C é muito importante, é uma aquisição muito importante para o país, para a ci-dadania, para a sociedade de consumo, para o desenvolvimento econômico e social.Agora, nós já estamos tratando da inclusão das classes D e E, hoje um assunto es-tratégico para o país, para o desenvolvimento econômico e social para a inclusão dessesegmento. Tanto é que no Programa Minha Casa, Minha Vida as próximas unidades aserem entregues já serão entregues com três eletrodomésticos: fogão, geladeira e má-quina de lavar, feitos a partir de pesquisas com as necessidades da classe D e E a fimde atender às necessidades desses cidadãos e desses consumidores que estão chegan-do ao mercado de consumo, ao mercado cidadão e à sociedade.Tenho aproveitado esses encontros justamente para mostrar que a Federaçãodo Comércio do Rio de Janeiro está atenta, assim como o senhor e esta Casa, a essasmudanças que o país vem atravessando e aquilo que nos impacta como instituição derepresentação. O Rio de Janeiro tem outra grande vantagem, que eu tenho dito nessaspalestras país afora: é que nós temos aqui uma excelente rede de formação de pessoas:universidades de primeiro mundo. Esse é um capital que o Rio de Janeiro tem, que du-rante muitos anos perdeu para outros estados do país e que agora, fruto também dessaunião, dos investimentos e do clima de segurança que nós temos hoje aqui também, éimportante que se diga, essas pessoas, esse valor humano que tinha saído do Rio deJaneiro está voltando para o Rio de Janeiro. Nós mesmos, hoje, lá no sistema Feco-mércio, temos três exemplos disso: um ex-vice-presidente da Nestlé que veio de SãoPaulo, um ex-vice-presidente da Suzano que veio de São Paulo e um ex-vice-presidenteda Gomes de Almeida e um da Gafisa que estavam em São Paulo retornaram ao Rio deJaneiro e hoje comandam o sistema Fecomércio do estado do ponto de vista executivo.Além de tudo, é um orgulho para nós cariocas e fluminenses podermos fazer parte e fazer parte em 2009 já antevendo essas mudanças que o Rio de Janeiro vinhacomeçando a passar. Eu sentei no sistema Fecomércio e fizemos uma figuração. Se issofosse uma ópera ou um musical, o sistema Fecomércio fica lá atrás fazendo
backing vocal 
ou vai para a linha de frente participar ativamente dessas mudanças, colaborandocom o aquilo que tem de melhor; ou vamos continuar divulgando pesquisa, que é re-trovisor daquilo que aconteceu, mas que já não faz mais parte nem do presente nem dofuturo? Esse é o grande desafio. Assim como o segmento político tem, as instituições derepresentação também têm, daqui para frente, sob pena de ficarem absolutamente forado jogo.Então, o desafio para toda a sociedade dentro deste novo país que está sen-do construído, está sempre em transformação; e esse é um dos segredos do sucessotambém do nosso país e do nosso estado, estar sempre em transformação.E dizer que nós ficamos muito felizes de ver que a questão da segurança,que para nós era uma aflição como empresários, como instituição e como cidadãos, estásendo amplamente resolvida, trazendo tranquilidade para todos e também trazendo maisinvestimentos. Obrigado, presidente, por mais essa iniciativa.Obrigado, Geiza.O SR. EDSON CORREA - Tudo bem. Bom-dia a todos.A Uenf é bem menorzinha que a Uerj, então, o Ricardo vai precisar de umtempo maior aí.É mais para colocar da nossa satisfação, em primeiro lugar, de poder no paíshoje - isso o Ricardo vai concordar bastante comigo: começa a se dar uma importânciamaior para as universidades com relação aos processos de crescimento econômico edesenvolvimento. A ciência e tecnologia fundamentais para inovação e a universidadefundamental para formar os profissionais com os perfis necessários a esse avanço. Claroque neste momento a gente percebe os gargalos do sistema universitário nacional todo,que vinha operando numa escala que era a escala da demanda que ele tinha. Agora, agente está sob pressão. Todavia, a questão do financiamento está bastante positiva. NoEstado do Rio de Janeiro, a questão da Faperj trouxe uma mudança sensível do quadroda infraestrutura e da capacidade instalada das universidades aqui no estado.Por conta disso, também temos conseguido atrair muitos recursos e agênciasfederais. É um momento que é importante, acho que o país está avançando, precisamosavançar na questão do diálogo entre o setor acadêmico e o setor empresarial. Acho quedemos grandes passos nisso e a gente dá esses passos porque a realidade nos empurrapara isso, na verdade. Às vezes eu brinco um pouquinho com colegas que, quando nãoligam muito para a universidade, a gente fica lá fazendo o nosso currículo, quero dizer, agente fica fazendo nossos trabalhos científicos, disputando intelectualmente com colegasdo país e de fora.Mas eu vejo com grande otimismo uma reação bastante positiva na academiano Brasil, em especial aqui no Estado do Rio de Janeiro. Acho que a pujança da uni-versidade pública aqui no Rio de Janeiro, se somarmos à atuação da PUC Rio, histórica,que é uma universidade muito envolvida com pesquisa e consegue, então, ter um po-tencial bastante grande para atender à demanda toda que está aí.A Uenf é uma universidade pequena, está lá no norte do estado, tem algumainterferência no noroeste também. Ela é pequena, precisa se expandir um pouquinho pa-ra ganhar estabilidade, continuando pequena. O governo tem projetos e propostas da uni-versidade, alinhavadas com prefeituras do noroeste, do próprio norte, basicamente Cam-pos e Macaé. E isso a gente está em constante discussão com o governo sobre comoinvestir um pouquinho mais na universidade para poder desenvolver todo seu potencial. Aextensão lá é muito forte, significa que existe uma proximidade dos temas da univer-sidade com demandas regionais. É uma situação diferente da região metropolitana, acomplexidade das questões é diferente. Mas colocar que a universidade ali está aberta,disposta. Nós sabemos que temos uma tarefa a cumprir, existe uma demanda e isso nosé bastante importante. Estamos ali discutindo questões de parque tecnológico. Acabamosde montar uma escola de extensão. Há uma demanda muito grande das empresas queestão se colocando lá no norte fluminense.Com relação à formação específica de profissionais, temos sido procurados eestamos fazendo isso tentando uma velocidade razoável. E uma coisa que acho impor-tante, que vejo crescer cada vez mais é a interação entre as diferentes universidades. Eaqui no Estado do Rio de Janeiro, atualmente, sou vice-reitor da universidade lá, mas fuipor quatro anos o pró-reitor de pesquisa e pós-graduação. E aí tivemos um relaciona-mento extremamente interessante entre essas pró-reitorias das universidades do Estadodo Rio de Janeiro. E isso teve consequências positivas para todas.Então, a universidade sabe que tem que ser flexível para se ajustar às de-mandas e estar aberta para poder contribuir.O SR. RICARDO VIEIRALVES DE CASTRO - Eu serei muito breve. Meu co-lega da Uenf apresentou muito bem essas questões, o professor Edson.Eu cumprimento o presidente Paulo Melo, que é um brigão que produz re-sultados. V. exa. tem a capacidade e a visão pragmática da resolução de problemas. Eusou testemunha disso em todas as suas ações políticas. Meus cumprimentos, meus pa-rabéns, deputado Paulo Melo, presidente, porque você sempre resolve as questões.Meus parabéns também por ter nomeado e mantido a Geiza, que é uma pessoa ex-cepcional e que é a alma desse fórum, com a sua competente equipe.Estamos enfrentando uma série de problemas, hoje, por conta dessa pressãode demanda. Como disse o Edson, as universidades estão sofrendo uma pressão ex-terna e do setor empresarial de maneira muito significativa e substantiva.Nós estamos instalados, por exemplo, no polo em Resende e a indústria au-tomotiva instalada, o polo metal-mecânico ali estabelecido está com problemas graves derecursos humanos, gravíssimos, o que está nos obrigando a fazer intervenções para am-pliar a nossa capacidade de formação visando atender o desenvolvimento daquela re-gião. Porque não tem dinheiro, não tem técnicos, não existem profissionais qualificadospara atender a demanda daquela região toda do Vale do Paraíba e do Médio Paraíba.Isso nos obrigou a acelerar processos de formação de cursos novos para atendimento daindústria e, ao mesmo tempo, estamos estabelecendo novas formas de relação com osetor industrial e setor empresarial, permitindo também que o setor empresarial adentre oespaço universitário para evitar 
gaps
, acelerar também o processo de formação, para quenão haja necessidade de readaptações posteriores de cultura empresarial, de adaptaçãoempresarial, ou seja, ganhar tempo. Nós estamos precisando ganhar tempo com qua-lidade. Esse é um desafio imenso que nós estamos vivendo.A segunda questão, o Brasil não estava esperando trazer esse movimento.Nós não nos preparamos com o processo de crescimento econômico. Nós estávamos emuma postura de estagnação, de acomodação, inclusive cultural. No Rio de Janeiro tive-mos, acho eu, alguns desatinos: um deles foi desmontar uma base de dados existenteno Estado do Rio de Janeiro, quando a Fundação Cide foi desmontada e outros setores.Nós estamos atuando sobre um estado sem consolidação e sem base de dados sufi-cientes para tomada de decisões.Trazer o fórum é um dos instrumentos para isso, com os mapas, a visão quea Geiza e que o deputado Paulo Melo tiveram de começar a estabelecer processos diag-nósticos e a geração de uma nova base de dados para tomada de decisões no Estadodo Rio de Janeiro. Eu acho que essa iniciativa foi talvez a mais importante ou a degrande importância para a reconstrução de uma estrutura de base de dados para tomadade decisões políticas e econômicas.A nossa universidade quer participar efetivamente do fórum. Ela tem partici-pado ativamente e nós queremos aumentar a nossa participação e a nossa presença.Nós sabemos que temos a consciência que, de maneira diferente, nós, a Uenf e a Uezo- nossas irmãs - temos uma responsabilidade direta com o Estado do Rio de Janeiro.Nós somos o Estado do Rio de Janeiro. Ou seja, se o Estado do Rio de Janeiro vai mal,a universidade sofre imediatamente, as nossas instituições sofrem imediatamente. É com-pletamente diferente das nossas irmãs, universidades federais, que dependem da boaperformance da União e não da boa performance exclusivamente do estado. Nós não. Aboa performance do estado é garantia de sobrevivência institucional, a nossa sobrevi-vência está ligada à sobrevivência e o desenvolvimento do estado, enquanto instituição,por isso, nós temos essa missão e essa responsabilidade, quero dizer, deputado PauloMelo, presidente, Geiza, eu vou motivar mais ainda a minha instituição para participaçãodesse fórum, acho que foi uma iniciativa fabulosa e comprometida e competente, meusparabéns.O SR. JOSAFÁ CARLOS SIQUEIRA - Bom-dia a todos, queria agradecer aodeputado Paulo Melo, presidente do fórum, por essa oportunidade de estar participando,agradecer a presença de todos vocês que compõem essa Mesa, nossos amigos cola-boradores, nosso estado, nossos colegas ligados às universidades e agradecer à Geiza,que eu tenho a alegria de saber que foi aluna da nossa casa, na comunicação, pelaPUC, que está fazendo 60 anos esta semana, então, eu agradeço muito a oportunida-de.Eu creio que essa participação das universidades no fórum é extremamenteimportante. Até gostaria de dizer, deputado, que embora a minha universidade esteja aquino fórum mais ligada à parte de economia criativa, meio sustentável e a parte tecno-lógica, acho que nós podemos também dar uma contribuição na área social. Hoje, dentroda PUC, estamos organizando vários fóruns para discutir a questão da cidade, como éque os diferentes olhares das ciências sociais estão hoje acompanhando toda a questãoda cidade. E aí eu vejo que nós temos realizado vários fóruns internos e temos resul-tados extremamente positivos no sentido de mostrar realmente como é que o geógrafo, osociólogo, o historiador, o economista, ou seja, essas áreas de um olhar um pouco maisinterdisciplinar, como é que eles estão vendo hoje a questão da cidade.Então, eu gostaria só de dizer isso, deixar essa dica de que se a gente pudecolaborar, eu diria, nesses olhares mais no convívio das ciências sociais, teremos omaior prazer em fazer.Eu gostaria de enfatizar duas coisas importantes que eu vejo para o nossoestado. Em primeiro lugar, ressaltar a importância que tem tido nos últimos tempos anossa Faperj. Eu acho que, embora ligada ao Poder Executivo, acho que a Faperj temdado uma colaboração extraordinária de mudanças, dado, realmente, ao cumprimentoque o Executivo tem feito em relação à legislação do estado, o repasse realmente ne-cessário.Eu sou suspeito em falar porque eu sou do Conselho Superior da Faperj, maseu acho que algo assim, realmente, que a gente vê, eu senti, eu passei por outro mo-delo e depois entrei em outro esquema; e realmente vi uma mudança substancial. E euacho que nessa área de desenvolvimento do estado a Fundação de Amparo à Pesquisado Estado do Rio de Janeiro, hoje, é uma fundação que realmente está servindo de re-ferência a outros estados. Isso é um orgulho, coisa que nos anos passados não era,hoje, embora não tendo o recurso que tem a Fapesp - porque a Fapesp tem um or-çamento maior do que o CNPq do Brasil inteiro. Mas eu acho que realmente é umainstituição que aos poucos está realmente um exemplo extraordinário, eu peguei a Faperjenquanto atendia 17, não chegava a 20 municípios. Hoje atende a mais de 70 muni-cípios no interior do estado, então, eu acho que isso aí, na área de projeto, sobretudo naárea de inovação e tecnologia, é uma coisa fundamental. A gente deveria preservar essainstituição enquanto a gente está pensando na questão de desenvolvimento do estado,acho que realmente é algo importantíssimo.Outro ponto que eu queria abordar é a questão da internacionalização dasinstituições do Estado do Rio de Janeiro. Acho que é um aspecto que está crescendoenormemente e a gente deveria ficar um pouco atenta a isso porque repercute forte-mente não só nas instituições em particular, mas em todo o Estado do Rio de Janeiro. OEstado do Rio de Janeiro, hoje, em algumas instituições tem dado um exemplo de in-ternacionalização extraordinário. E a gente sente isso de perto, estou sentido isso na mi-nha universidade: na PUC, hoje, eu tenho mais de 252 instituições conveniadas, univer-sidades conveniadas fora do país, o que, realmente, é uma escala enorme, que mostraque há procura de instituições estrangeiras em relação às universidades no Brasil e noRio de Janeiro. Essa parte da internacionalização das instituições do ensino superior donosso estado eu acho que é extremamente importante e que a gente deveria ficar umpouco atenta porque eu acho que isso vai modificar muito no futuro, na medida em quegrande parte desses convênios, não só na área de pesquisa, mas de dupla titulação,etc., eles vão contribuir enormemente para, eu diria, não só manter, realmente, uma pre-sença nossa em instituições de peso fora do Brasil, mas também para agregar pesqui-sadores estrangeiros dentro do nosso estado. Eu vejo isso claramente porque os últimosconcursos que se tem realizado na PUC, sobretudo na área tecnológica, a demanda depesquisadores estrangeiros é uma coisa enorme! A gente tem cuidado porque tem quedar prioridade também àqueles que estão sendo formados dentro do nosso país, dentrodo nosso estado. Mas há, realmente, essa demanda.Então, eu acho que esse processo de internacionalização é algo muito im-portante, cresce e eu acho que a gente vai ter que repensar isso no futuro, fazer umconsórcio - o senhor também, Edson, na Uenf - para a gente pensar como é que vaitratar essa questão da internacionalização dentro das nossas instituições no Estado doRio de Janeiro. É um aspecto que eu gostaria de lembrar porque isso é algo poucoconhecido, pouco falado, mas extremamente importante; é algo que cresce, os órgãos dogoverno federal têm reconhecido isso. O estado está crescendo na área de intercâmbiointernacional de maneira extraordinária. Eu sinto isso fortemente porque recebo, a cadaano, 1.050 alunos; e estou mandando para fora 512 a cada ano. É uma escala quecresce enormemente e que, realmente, é algo que nos preocupa nesse sentido, de quemaneira essa internacionalização pode contribuir para o desenvolvimento do nosso es-tado.Muito obrigado.O SR. ANTONIO MELLO ALVARENGA NETO - Eu sou presidente da Socie-dade Nacional de Agricultura. Para quem não conhece, é a mais antiga instituição vol-tada para a defesa do agronegócio brasileiro e promoção da sustentabilidade. Só é maisrecente do que o Clube de Engenharia, presidido muito bem pelo nosso amigo FrancisBogossian, que é um pouquinho mais antigo que a sociedade.Pois bem, nós atuamos na área de ensino, nós temos uma área de 151 m2na Avenida Brasil onde há um curso de graduação e vários cursos práticos. Temos duasrevistas:
A Lavoura,
que circula há 115 anos, e outra revista mais recente,
Animal Bu-siness Brasil 
. E realizamos anualmente um grande congresso de agronegócio. Mas anossa vocação, lá, na Sociedade Nacional de Agricultura, é congregar pessoas, assimcomo no fórum, com harmonia. É isso o que nós sempre buscamos: essa congregação.Colocamo-nos à disposição do fórum, temos participado do fórum, colocamosa nossa estrutura à disposição do fórum. A agricultura do Estado do Rio de Janeiro,apesar de não ter condições geográficas muito favoráveis para se desenvolver, tem ou-tras vantagens. Tem a vantagem da proximidade do centro consumidor e deve procurar sempre se desenvolver através da agregação de valor. Esse que é o caminho da agri-cultura fluminense, ou seja, temos que tentar superar as nossas deficiências geográficasagregando valor.Era só isso o que eu queria dizer. Muito obrigado.O SR. RODOLFO TAVARES - Presidente Paulo Melo, senhores presentes, co-legas representantes do empresariado fluminense, nós temos muita honra de participar deste fórum. O Rio de Janeiro repete o historicamente o papel que representa para onosso país. Os mais antigos e os estudiosos sabem que 80% da economia brasileira járesidiu entre Paraíba do Sul e Bananal, que era o nosso café. Hoje, quase 85% do pe-tróleo produzido neste país reside entre Paraty e Campos dos Goytacazes, mais agora onosso novo município, mais extremo ainda.Enfim, nós gostaríamos de dizer, presidente, que, como dirigentes classistas,nós temos consciência de que mais de 50% do nosso sucesso dependem de ações doestado. Embora o presidente tenha feito uma interessante análise do resultado do últimopleito eu creio também que as novas demandas que a sociedade apresenta com relaçãoao pragmatismo e desenvolvimento são também em razão de que as condições básicasda cidadania já foram atendidas, estão sendo atendidas, segurança, saúde, educação eprincipalmente a economia e o nível de emprego que este estado tem conseguido atin-gir.Nós temos nos esforçado e não posso deixar de registrar o imprescindívelapoio do Sebrae para esse esforço em diagnosticar uma série de setores da agriculturae do agronegócio do Estado do Rio de Janeiro. Temos o orgulho de constatar que odesenvolvimento dos últimos dez anos se deveu exatamente ao planejamento estratégicoquando os produtores, representados pela Federação da Agricultura, e o governo esta-dual, pela Secretaria de Agricultura e outros setores do governo, juntaram-se para pla-nejar o desenvolvimento do agronegócio desses últimos anos. Creio que tenhamos obtidosucesso. Dentro do escopo desse fórum, que é o planejamento estratégico, presidente,mais uma vez nós temos uma grande expectativa e uma grande esperança porque nósestamos repetindo aqui no Estado do Rio de Janeiro a história interessante de um com-panheiro nosso, um fazendeiro que resolveu com maestria tentar ensinar o seu cavalo anão comer mais e o cavalo vinha se esmerando e aprendendo essa arte. E quando jáestava quase aprendendo, o cavalo morreu. O que se constata no orçamento público doEstado do Rio de Janeiro, deputado Paulo Melo, é que o agronegócio fluminense semprefoi congelado com alíquota de 0,4%, atualmente um pouco menos, 0,38% do orçamentodo governo do Estado do Rio de Janeiro. É lógico que nós sabemos que a justiça, se-gurança pública, educação, saúde são fundamentais. Mas se nós persistirmos com esseorçamento tão modesto, todo o avanço que nós conseguimos até agora da reestrutu-ração da Secretaria de Agricultura, as patrulhas mecanizadas que mostraram a sua efi-ciência na tragédia que nós sofremos na região serrana, que foi quem primeiro socorreuaquela população. Se nós não modificarmos essa realidade, que está muito bem de-monstrada - aproveito para convidar a todos agora para o dia 24 de outubro, às 10 ho-ras, aqui no plenário da Alerj, que é o estudo que foi feito em parceria com o Sebrae, doPIB do agronegócio fluminense, que mostra que 0,4% é uma visão destorcida. Porque oagronegócio efetivamente participa, na realidade, com 3,5% da economia do estado. Oorçamento, hoje, para a Secretaria de Agricultura, presidente, é absolutamente insuficien-te para nós persistirmos nesse planejamento estratégico e aproveitar a riqueza deste es-tado, que é o terceiro orçamento familiar em despesas depois do Distrito Federal e SantaCatarina. Nós temos um mercado que não aproveitamos integralmente, poderia gerar mi-lhares e milhares de empregos e de renda para o Estado do Rio de Janeiro. E comcerteza trazer maior desenvolvimento, especialmente para o interior do estado.Temos que acabar finalmente, deputado, com uma visão distorcida que es-tranhamente retirou do decreto que regulamentou a Lei 5.100, que é a do ICMS Verdedo Estado do Rio de Janeiro, a possibilidade de remunerar por serviços ambientais pres-tados o produtor rural para a preservação das áreas de preservação permanente daspropriedades rurais.A Lei 5.100, que esta Casa sabiamente aprovou e o governador sancionou - alei já é de 2007 -, neste ano resulta em acréscimo para os orçamentos municipais de170 milhões de reais. Lamentavelmente, não possibilita que o produtor rural seja remu-nerado por renunciar a desenvolver atividades econômicas diretamente nessas áreas,que são propriedade particular, mas que são do total interesse público.Então, a visão ambiental, talvez preconceituosa dessa palavra “fazendeiro” ter ficado politicamente incorreta na sociedade e termos que disfarçar - é “produtor rural” ou“empresário rural”, não se pode nem dizer que é pecuarista, porque aí já é “coronel” ou“escravagista”, o que é pior ainda.Mas é preciso lembrar que se não for o produtor rural a preservar essasáreas, deputado, nós não teremos recursos para recuperar o desgaste que o solo flu-minense teve durante tantos anos de exploração de atividades que precisam agora de-volver ao solo sua riqueza, preservando lençóis de água e também o próprio solo, paraque ele possa gerar mais produtividade, mais alimento, mais emprego e mais tecnolo-gia.Então, deputado, quero finalmente afirmar a v. exa. que nós temos total noçãodo papel democrático que fazemos nesta Casa e tenho certeza de que o fórum - a Gei-za, tenho certeza, também pensa desta maneira - é um instrumento de exercício de-mocrático para complementar a assessoria dos parlamentares, que através da fonte deconhecimento e de experiência de cada entidade que compõe esse fórum podem balizar,nortear melhor seu convencimento a respeito de matérias fundamentais para a sociedadefluminense.Desta maneira, quero reafirmar a decisão da Federação da Agricultura emparticipar cada vez mais intensamente desse fórum, pois nesse fórum haveremos de en-contrar esse desenvolvimento estratégico sustentável, que é buscado por toda sociedadede nosso estado. Obrigado.O SR. JESÚS MENDES DA COSTA - Presidente Paulo Melo, companheirosde conselho, eu presido duas entidades de suma importância no estado porque ambasestão ligadas à micro e pequena empresa. Como todos vocês sabem, a Federação dasAssociações Comerciais é uma entidade que surgiu com a economia do Brasil e cadamunicípio representa aquele empresário que elege a associação comercial como seu re-presentante e transfere para ela uma grande representatividade social e política. São em-presas que contribuem com uma pequena parcela para a manutenção da sua casa, emcada um dos municípios.Presido também o Conselho Deliberativo do Sebrae, uma entidade ligada aodesenvolvimento da micro e pequena empresa, constituída de um corpo de funcionáriosaltissimamente capacitados. O nível de conhecimento dos funcionários do Sebrae é real-mente invejável. A dedicação desses funcionários em sua grande missão de amparo àmicro e pequena empresa tem ajudado tremendamente, não só pelo aspecto econômico,pela representatividade da micro e pequena empresa nos bairros do interior, àquele quecuida do pequeno negócio, por sua importância social, gerando emprego. Nós sabemosque no Estado do Rio mais de 98% das empresas são micro e pequenas empresas, quetêm uma necessidade tremenda de serem amparadas. Eu costumo dizer sempre que nãochamo nunca empresário de micro e pequena empresa como micro e pequeno empre-sário porque eles são grandes empresários, são os compradores, os vendedores, o quecuida do estoque, do marketing, todas as atividades da empresa são eles que decidem.E é fácil a grande empresa ter assessores especializados para cada um dos setores.A finalidade do Sebrae e da federação é ajudar essa micro e pequena em-presa a desenvolver, a crescer. E dessa forma contribuir econômica e socialmente com onosso estado. Temos verificado um grande crescimento dessa atividade no Estado do Riode Janeiro, cuidado não só pelo Sebrae, mas por todas as entidades que participam doConselho do Sebrae, como a Firjan a Fecomércio, a Faerj e outras entidades. Este tra-balho de cooperação, de interação do Sebrae com essas entidades, todas elas que fa-zem parte do conselho têm dado condições ao Sebrae de desenvolver um grande tra-balho, que me parece que tem que ser olhado com muita atenção pelo poder público,por todos nós. Porque o Estado do Rio de Janeiro vive um boom de desenvolvimento,todos nós sabemos disso. E temos, também, um boom de oportunidade que está pin-tando por aí. Começa pelo Encontro da Juventude, com mais de seis milhões de par-ticipantes, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, o Mundial da Juventude - eufalei aqui da juventude católica -, a Olimpíada. Isto é um mundo de oportunidades não sóde projetar o Estado do Rio de Janeiro, mas para alavancar, principalmente, a micro e apequena empresa para que elas façam parte deste momento especial do Estado do Riode Janeiro.O Estado do Rio de Janeiro, costumo dizer, sempre foi a Casa de Deus. Eleescolheu, realmente, o Rio de Janeiro para colocar tudo de bom aqui dentro, mas estavaprecisando ser alavancado. E agora nós estamos conseguindo isso através da harmoniaentre os poderes públicos, da convergência de todas as entidades no sentido de tra-balhar para o desenvolver o estado. A prova disto é esse conselho. A Geiza estava fa-lando agora há pouco que não existe isso em outro estado, só aqui, que as empresas,os empresários, representantes dos mais importantes segmentos estão de mãos dadascom o Poder Legislativo, contribuindo com as suas ideias, com a sua inteligência, comas suas dores, com o seu sofrimento, instrumentando o Poder Legislativo para que possadesenvolver corretamente o seu trabalho.Acho que este fórum merece todo o nosso respeito. Eu me orgulho muito departicipar dele e também de ser liderado pela secretária-geral, a Geiza, que é uma pes-soa maravilhosa, inteligente, de capacidade e amparo, mesmo, a todos esses conselhei-ros que fazem parte daqui.Presidente, meus parabéns, mantenha o conselho, vamos continuar contribuin-do. E vendo se a gente transforma em lei e ajudamos, de certa forma, a fazer com queo Estado do Rio melhore cada vez mais.A SRA. DIVA MARIA DE OLIVEIRA GESUALDI - Bom-dia a todos. Sou DivaGesualdi, presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Ja-neiro. E neste momento reitero os parabéns à Geiza, ao deputado Paulo Melo por essefórum, pelas palavras, onde convergir é melhor do que divergir. O próximo grande saltoda humanidade é quando entendermos que cooperar é melhor do que competir. Unindoforças, com certeza, chegaremos lá.Nós, profissionais da contabilidade, de alguma forma estamos inseridos em to-das as empresas de grande porte, pequeno porte, por isso temos, inclusive, parceriascom Firjan, Fecomércio, Sebrae. Temos trabalhado junto à Associação Comercial, enti-dades de ensino: Uerj, Ufrj. Várias outras instituições de ensino. Porque estamos pas-sando também dentro da nossa própria profissão um momento de modificação, um mo-mento em que a contabilidade está vendo um foco de harmonização contábil com osparâmetros internacionais. Os nossos profissionais, novos e antigos, estão precisandodessa reciclagem. Contamos muito com as entidades de ensino, com as instituições deensino na colaboração dessa visão. Porque dentro da nossa legislação e por compe-tência legal, com a Lei 12.249/10, onde nos deu o poder de legislar. Entre as modi-ficações ocorridas no nosso decreto-lei, a da educação continuada, a da competência daeducação. Então, podemos investir parte da nossa arrecadação nessa educação.Não somos instituição de ensino. Não temos tempo para preparar o profis-sional para esse mercado. Hoje, nós todos das entidades congraçadas, Sescon, Sindiconte outras entidades da área contábil, estamos na busca do aperfeiçoamento. Estamossendo demandados por todas as empresas de engenharia, da área de serviço, da área

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