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INTRODUÇÃO
2. O Princípio da Universalidade da Jurisdição no Direito Internacional Penal
1.1. Denominação da disciplina
1.2. O Direito Internacional Penal como ramo do Direito Internacional
1.3. Surgimento das Normas Jurídicas
1.3.1. A incriminação do recurso à guerra
1.3.2. Incriminação de condutas na guerra
1.3.3. Incriminação das condutas contrárias ao droit des gens
1.4. O Processo Internacional Criminal para a aplicação da sanção penal
1.4.1. Tentativas iniciais (1919–1945)
1.4.4. O desenvolvimento dos Tribunais ad hoc (1993 – 1994): ICTY e ICTR96
2.1. Fontes do Direito Internacional Geral
2.2. Problemas específicos do direito internacional penal
2.3. O Costume Internacional
2.4. Processos de Codificação (Tratados e Estatutos dos Tribunais)
2.4.1. A Relação entre os Tratados e o Costume Internacional
2.6. O Papel das Decisões Judiciais
2.7. Princípios Internacionais Criminais como Normas Cogentes (Jus Cogens)
2.7.1. “Jus cogens” e os crimes internacionais
2.8.1. Evolução Histórica dos Crimes Internacionais
2.8.2. A Noção de Crimes Internacionais
2.8.3. Os Crimes Internacionais no Estatuto do Tribunal Penal Internacional
A. Genocídio
B. Crimes contra a humanidade
[Crimes contra a Humanidade]
C. Crimes de guerra
3. A Doutrina da Jurisdição Internacional do Estado no Direito Internacional
3.1. A jurisdição internacional como um conceito legal
3.2. Tipos de jurisdição
3.2.1. A Jurisdição Prescritiva
3.2.2. A Jurisdição Adjudicativa
3.2.3. A Jurisdição Executiva
3.3. Coordenação do exercício das Jurisdições Penais Estatais
3.3.1. Elementos de Conexão na Legislação Penal Estatal
3.3.2. Elementos de conexão: abordagem jurisdicional permissiva e proibitiva253
3.3.3. Bases Jurisdicionais
3.3.4. Princípio Territorial
A. Jurisdição Territorial Subjetiva ou Princípio Territorial Subjetivo277
B. Jurisdição Territorial Objetiva ou Teoria da Competência Concorrente279
C. A Doutrina dos Efeitos ou Teoria dos Efeitos286
3.3.5. Princípio da Nacionalidade
3.3.6. Princípio da Personalidade Passiva
3.3.7. Princípio da Proteção
3.4. Incriminação Internacional
3.4.1. Princípio da Universalidade
3.4.2. Crimes Internacionais
O Princípio da Universalidade da Jurisdição
4. Jurisdição Universal: compreendendo o conceito básico
4.1. A Jurisprudência da Corte Internacional de Justiça
4.1.1. O voto dissidente do Juiz ad hoc Van den Wyngaert
4.1.2. A Jurisdição Universal in Absentia
4.1.3. Jurisdição Universal
4.2. Jurisdição Universal: critérios de classificação
4.2.1. A Classificação adotada por Reydams (2003)
A. Princípio da Universalidade Unilateral
B. Princípio da Universalidade Delegada
4.2.4. Critica às classificações adotadas
5. Os Tribunais Nacionais na aplicação do Princípio da Jurisdição Universal
5.1. AUSTRÁLIA
5.1.1. Panorama da Legislação Penal
A. Lei sobre os Crimes de Guerra (1945) (War Crimes Act400
C. Lei das Convenções de Genebra (1957) (Geneva Conventions Act 1957)
E. Lei dos Crimes de Tortura (1988) (Crimes Torture Act 1988)
5.1.2. Jurisprudência
5.2. ISRAEL
5.2.1. Panorama da Legislação Penal
5.2.2. Jurisprudência
5.3. BÉLGICA
5.3.1. Panorama da Legislação Penal
5.3.2. Jurisprudência
A. Caso Pinochet
B. Caso Ndombasi
5.4. REINO UNIDO
5.4.1. Panorama da Legislação Penal
A. Lei sobre os Crimes de Guerra (1991) (War Crimes Act 1991)
5.4.2. Jurisprudência
5.5. ESPANHA
5.5.1. Panorama da Legislação Penal
B. Ação Popular
5.5.2. Jurisprudência
6.1. O Conceito de Aut dedere Aut Judicare
6.2. O Princípio Aut Dedere Aut Judicare nas Convenções Internacionais
6.3. Tipos de obrigação
6.3.1. Os Tratados de Extradição
6.3.3. As Convenções de Genebra
6.3.4. A Formulação da Convenção de Haia
6.4. O Costume determinando o Princípio Aut Dedere Aut Judicare
7.1. O processo de Nuremberg e suas implicações teóricas
7.1.1. Os recursos pós-Nuremberg da Doutrina da Universalidade Absoluta
7.2. A doutrina da universalidade absoluta do pós-guerra
7.3. A criação dos Tribunais ad hoc pelo Conselho de Segurança
7.4.1. O caso Tadić
7.4.2. O caso Furundžija
8.1. Fundamentos da Jurisdição
8.1.1. A Jurisdição do Tribunal Penal Internacional
8.2. Competência do Tribunal Penal Internacional
8.2.1. Competência ratione temporis
8.2.2. Competência ratione loci
8.2.3. Competência ratione personae
8.2.4. Jurisdição ratione materiae
8.2.5. Aspectos Jurisdicionais como Elementos Constitutivos das Ofensas
8.3. Complementaridade com o Sistema Judicial Estatal
8.3.1. A primazia dos TPII e TPIR
8.3.2. A complementaridade do TPI
8.4. Exercício da Jurisdição
8.4.2. Denúncia pelo Conselho de Segurança
8.4.3. Regras de jurisdição (competência) e admissibilidade
8.5. Execução das decisões do Tribunal
8.5.3. A Co-operação e o Direito Interno dos Estados: uma relação necessária
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA
Doutrina
Dicionários (listagem provisória)
Legislação (listagem provisória)
Jurisprudência
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principio da universalidade de jurisdiçao

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