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Discos Voadores e a Bíblia

Discos Voadores e a Bíblia

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Published by: Renato Carlos Da Silva Martins on Nov 01, 2012
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1
 
OS DISCOS VOADORES E A BÍBLIA
“Um parecer teológico sobre a possibilidade da vida extraterrestre” 
Pr. Bruno dos Santos(E-book Portal Guia-me)
www.guiame.com.
 
2
 TRANSFORMADORES DE CONSCIÊNCIA
Meu intuito com este livro relacionado à Ufologia, não é fazer uma leitura
“religiosa” 
dofenômeno ufológico. Mas criar um censo crítico e contrapor certas opiniões sobre este assunto.Muitos ufólogos tendem a evitar confrontações perturbadoras com a realidade, em parte pelarazão de que é muito mais fácil apresentar ao público em geral uma pseudociência do que umaciência de fato.
 
Assim como a ciência, a pseudociência também é prodigiosa. A pseudociência procurapreencher as lacunas vazias deixadas pelo silêncio ou limitação da investigação científica. Setodos entendessem amplamente que qualquer afirmação de conhecimento exige provaspertinentes para ser aceita, não haveria lugar para a pseudociência. Mas, como disse CarlSagan:
“Na cultura popular, prevalece sempre os bons resultados da má ciência”.
 Uma das maiores autoridades físicas da escola alemã, o professor Dr. Werner Gitt, quehoje é diretor do Instituto Nacional de Tecnologia Física da Alemanha, quando questionado sobrea existência de vida extraterrestre, disse o seguinte acerca do assunto:
“Os relatórios sobre discos voadores e sobre encontros com extraterrestres, que há décadas já produziam inúmeras especulações, e que nos últimos tempos aumentaram em número, receberam combustível de uma ala séria: no início de agosto de 1996, pesquisadores da NASA anunciaram ter descoberto formas rudimentares de vida em um meteorito que supostamente procedia de Marte. Estas ligas orgânicas também poderiam ser bolinhas de lama petrificada, ressaltam. Uma prova de "vida", na verdade, não existia! Mas de qualquer forma a pedra de quase dois quilos, achada na Antártida,reaqueceu a febre marciana mundial: nos próximos anos, americanos, europeus, japoneses e russos planejam cerca de 20 projetos e pretendem enviar sondas até o planeta vizinho Marte,distante 78 milhões de quilômetros” 
.Até hoje, depois de tantas notícias especulativas, não foi encontrada nenhuma prova real ecomprovada cientificamente. Este assunto sobrevive ao tempo, através de uma grande redemundial de ufólogos e ficcionistas, que introduzem esta cultura alienígena (
ou seria alienante? 
)na cultura mundial. O tema ainda não saiu da esfera da especulação. Por uma grande falta deprovas e argumentos sólidos, os ufólogos buscam o reconhecimento de suas “teorias”, traduzindoa Bíblia, principalmente os Apócrifos (
livros não inspirados divinamente 
), de acordo com aconveniência de suas afirmações.Muitos afirmam que o livro de Ezequiel relata sobre o aparecimento de uma nave mãe,outros dizem que o profeta Elias foi abduzido (
levado por extraterrestres 
). Alguns reconhecem atémesmo que Jesus era um extraterrestre. O desejo de afinar a Bíblia com as teorias ufológicas éantes de tudo uma forma de valorizar as idéias e os argumentos pseudocientíficos, (
uma vez que 
 
3
a ciência não comprova essas teorias, alguém ou algo que possui credibilidade precisa fazê-los 
).Mas na verdade a Bíblia parece se calar em relação ao intuito da Ufologia neste sentido.Talvez o mundo para muitos, seria mais interessante se realmente houvesse óvnis àespreita nos céus, olhando por nós “inocentes humanos”, caso algum maluco terroristadisparasse bombas atômicas, eles poderiam interferir, ou quem sabe expandir o nossoconhecimento de mundo e universos paralelos, ou ainda resolver as equações quânticas da físicamoderna. Ou mesmo nos fornecer a cura para as doenças terminais. Mas não! Estes assuntospassam longe do crivo crítico da Ufologia.A razão de tudo isso é que a pseudociência ou se apóia em provas insuficientes ou ignoraas chaves que apontam em outra direção. A máxima da ciência é o ceticismo, por isso ela énaturalmente investigativa, enquanto que a pseudociência está infestada de credulidade. Por issoacima de tudo a Ufologia é também uma forma de religião.Inconscientemente ou não, o fenômeno ufológico preenche as necessidades emocionaisde seus seguidores. Proporciona fantasias sobre poderes pessoais que nos faltam e desejamos.Em algumas de suas manifestações, como é o caso das abduções, oferece uma satisfação dafome espiritual e existencial. Traz a tona a centralidade e a importância cósmica do eu. Por isso aUfologia é uma pseudociência pragmática e religiosa. O sociólogo Gerald Eberlein chegou àseguinte conclusão:
"Pesquisas revelaram que pessoas que não têm vínculos com igrejas, mas afirmam ser religiosas, reagem de maneira especialmente passiva à possível vida de extraterrestres. Para elas, a ufologia é uma espécie de religião substituta" 
.Mas todo este esforço tem um propósito: Transformar a consciência das pessoastornando-as aceitáveis à estes fenômenos. Aceitáveis pra quê? Aceitáveis pra quem? Esta deveser a primeira pergunta que devemos fazer. Porque a Ufologia existe? Qual é o seu propósitoprimeiro? Porque ela deseja massificar a idéia de vida extraterrena?
ERAM OS ASTRONAUTAS, DEUSES?
Na minha infância, fiquei profundamente emocionado ao sair da sessão de cinema commeus pais, pois acabara de assistir ao filme
ET, o extraterrestre (1982)
, uma das primeiras mega-produções
“spilberguianas” 
do cinema mundial. Aquele filme, me fez pensar compulsivamente narealidade da existência de vida em outros lugares do cosmos, apesar de não conhecer nenhumalei espacial ou de astrofísica, minha imaginação achava normal e perfeitamente possível umaviagem interestelar e o contato com seres de outros planetas. Aquela bela história de amizadecom um alienígena tão dócil e meigo quanto aquele me encantou. Cresci com a minha mente pré-disposta a aceitar uma amizade daquelas, caso algum alienígena aparecesse na minha vida.Na minha adolescência, por ser um garoto sem qualquer formação ou direção religiosa,tinha a liberdade de pesquisar sobre qualquer assunto. Meus pais, sempre muito abertos aqualquer diálogo, também aceitavam a possibilidade de vida extraterrestre. Li e pesquisei,aprendi um pouco com revistas, periódicos, livros e coleções sobre o assunto, além deentrevistas com
“especialistas” 
e ufólogos renomados que fizeram uma sólida primeira impressãona minha mente. Minha posterior experiência com o espiritismo, firmaram ainda mais minhasopiniões e crenças no assunto, pois é senso comum, dentro do espiritismo, a vida interplanetáriae extraterrestre.Essa pequena introdução a respeito da minha infância e adolescência, expressa que aminha geração bebeu do imaginário da geração americana dos anos 50, 60 e 70. StevenSpielberg faz parte dessa geração. O assunto sempre gerou uma
intensa curiosidade 
no coraçãodo cineasta, que encontrou em
ET 
, uma continuação de sucesso do seu primeiro filme sobre oassunto:
Contatos imediatos do terceiro grau 
(1979).

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