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Ozônio Cura Feridas Crônicas Em Diabéticos

Ozônio Cura Feridas Crônicas Em Diabéticos

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Ozonioterapia
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07/18/2013

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Ozônio cura feridas crônicas em diabéticosGás de oxigênio está sendo usado com sucesso para curar feridas e evitar a amputaçãode pés e pernas de diabéticosGlacus Brito é doutor de imunologiada Universidade de São PauloJuracy XangaiUtilizado em 32 centros de medicina alternativa de Cuba além de hospitais públicos daEuropa e Rússia para combater as mais diversas infecções causadas por vírus, fungos e bactérias, além de feridas crônicas como as que atacam os diabéticos causando aamputação de pés e pernas, o gás ozônio é um sistema de tratamento rápido, fácil emuito mais barato que os convencionais. No Acre, sua utilização vem sendo defendida pela Associação dos Portadores de Diabetes.As técnicas usadas no tratamento das mais diversas doenças e os resultados que vemsendo obtidos com o uso desse gás, estarão sendo apresentados em palestra gratuita eaberta ao público às sete horas da noite desta sexta-feira, 25 de agosto, no Teatrão pelomédico e professor doutor da cadeira de imunologia da Universidade de São Paulo,Glacus Brito.A utilização do gás ozônio para curar doenças crônicas e os mais diversos tipos deinfecção com rapidez, eficiência e a baixo custo, estará sendo apresentada pelo professor doutor da cadeira de imunologia da Universidade de São Paulo (Usp), GlacusBrito durante palestra realizada na sexta-feira.Usado com sucesso para combater doenças como as hepatites B e C, como também asúlceras nos pés e pernas de diabéticos o gás ozônio se destaca por sua ação bioxidativaque elimina vírus, baterias e fungos que causam inúmeras doenças.Uma das organizadoras da palestra é a enfermeira Ionar Cosson mestre em medicina esaúde, além professora do cursos de medicina da Ufac. “Trabalho no ambulatório do pédiabético da Fundhacre onde atendemos uma média de 20 pessoas por dia com úlcerascrônicas que tem levado muitos a perder pés e pernas por causa das infecções. Osucesso no uso do ozônio para curar essas feridas tem evitado que muitas pessoasvenham a sofrer amputações ficando impossibilitadas para o trabalho”, explicou.Ionara esclareceu que embora seja amplamente usada em hospitais da rede pública emmuitos países do mundo, o Ministério da Saúde e os Conselhos de Saúde ainda nãoautorizaram o uso dele nos hospitais e clínicas e brasileiras. “A aplicação do gás vemsendo feito a título de pesquisa pelo doutor Glacus que é hoje a maior autoridade
 
 brasileira em ozônioterapia. Suas pesquisas são realizadas através de convênios com aUSP com autorização especial do Ministério da Saúde. Essa é a maneira encontrada para comprovar cientificamente os resultados positivos desse tratamento em pacientes brasileiros e conseguir sua liberação tanto para hospitais da rede pública quanto privada”.Segundo ela, o gás ozônio também vem sendo usado com sucesso nos tratamentos dedistúrbios da circulação, infecções como o herpes simples e o zoster (cobrelo), portadores de hérnia de disco, câncer e CD. Sua eficiência também está comprovada nacura de feridas crônicas (feridas brabas) úlcera varicosa, erisipela e gangrenas.Ozônio no AcreO médico Glacus Brito vem trazendo um protocolo da Universidade de São Paulo coma proposta de assinar convênio com o governo do Estado e entidades como aAssociação dos Diabéticos e Associação dos Portadores de Hepatites do Acre quequeiram participar da pesquisa que estará sendo realizada com pacientes acreanos, principalmente no combate aos males causados pela diabetes, hepatites virais dos tiposB e C.Além das demais doenças que seriam facilmente tratáveis com o uso do ozônio, omédico Glacus preocupa-se especialmente com as vítimas das hepatites já que o Acre éo Estado brasileiro com maior número de portadores desse mal.Segundo ele, o tratamento convencional de um único paciente usando Interferon comume a Rivaberina para combater as hepatites custa uma média de R$ 60 mil por ano. Isso para conseguir uma taxa de cura que varia de apenas 10 a 15% dos pacientes. Usando oInterferon Peguilado a taxa de cura sobe para 35%, os demais continuam tomando omedicamento por anos e anos até conseguirem um transplante de fígado, quando osremédios mudam.Diante da epidemia de hepatites contaminou mais de 10 milhões de pessoas durante acampanha de vacinação contra esquistossomose realizada no Egito no início da décadade 80, a Universidade do Cairo baseada na experiência de tratamentos que sãorealizados na Alemanha realizou um teste com 60 pacientes e observou que depois deseis meses recebendo o tratamento com ozônio 40% dos pacientes tinha eliminado ovírus os demais foram eliminando nos meses seguintes.“Além de eficiente, uma das grandes vantagens vantagem desse tratamento com o usodo ozônio tem um custo de centavos quando comparado aos milhares e milhares dereais que são gastos nos tratamentos convencionais. Por isso seu uso em países como oBrasil e particularmente, para o Acre seriam de grande vantagem para a população e para a economia do Estado”, explica o médico. No caso dos diabéticos, segundo a enfermeira Ionard Cosson, os resultados são tãoanimadores quanto com os pacientes da hepatites. “O ozônio tem se mostrado muitoeficiente na eliminação de fungos, vírus e bactérias que causam infecções nas úlcerasdos pés diabéticos levando até a amputação dos membros. Os tratamentos atuais comantibióticos obrigam os pacientes ficar internados por dias e até durante mesesocupando um leito de hospital. Com o gás as feridas cicatrizam rapidamente o quemelhora a qualidade de vida dos pacientes e diminui em muito as despesas do governo”.
 
Como funciona?O médico explica como é que o ozônio combate doenças no organismo. “Esse gásestimula e reforça o sistema de defesa do organismo, no caso dos portadores dehepatites, ele aumenta a produção natural dos interferons gama e alfa que nós já temosem nosso próprio corpo. Além disso o ozônio atua estimulando a regeneração dascélulas hepáticas, ou seja, há uma recuperação do fígado, coisa que não acontece nostratamentos convencionais”.Raio estimula a vidaÉ comum as pessoas terem muito medo quando vêem os raios que cruzam os céus atoda velocidade iluminando tudo num relâmpago que sempre antecede o ribombar detrovões, os quais nos parece abalar os céus e a terra em mais um incrível espetáculo danatureza.O que pouca gente sabe é que os milhares de volts e a temperatura de milhares de grausdo raio que passa pelo céu vai chocando-se com uma grande quantidade de átomos deoxigênio (O²), que por força desse impacto chocante eles se transformam em ozônio(O³), molécula que poderia ser definida como o gás que dá vida à vida.Gás que curaDescoberto em 1840 por Schönbein, o qual, durante suas pesquisas notou o cheiro forteque ganhava o oxigênio ao ser submetido às descargas elétricas aplicadas pelo cientistaque denominou esse gás de oxigênio ozonizado. Werner von Siemens criaria em 1857 a primeira máquina de fazer ozônio. Ela foi usada por Hans Kleinman na realização dos primeiros estudos sobre a ação deste gás no combate às bactérias, fungos e germescomo também para ajudar na cura de feridas e úlceras na pele de animais e pessoas.Os resultados animadores levaram muitos outros cientistas a pesquisar o uso daquelegás em tratamentos de saúde ou para a desinfecção de objetos ou ambientes até que cemanos depois o Hänsler desenvolveu seu primeiro equipamento médico com dosagens precisas da mistura de oxigênio e ozônio ideais para cada tipo de tratamento que senecessitasse fazer.Durante a primeira grande guerra e até a segunda, em 1940 o ozônio foi amplamenteutilizado, principalmente na Europa, Rússia e Estados Unidos para tratar a populaçãoque adoecia ou para curar maior rapidez as feridas dos soldados.Após a guerra autoridades norte americanas desestimularam seu uso para favorecer osfabricantes de remédios, mas as pesquisas tiveram continuidade em toda a Europa eÁsia. Até que na década de 60 o aumento da poluição das águas por produtos químicose biogermes (fungos, bactérias e vírus) fez com que voltasse a receber atenção por suas propriedades desinfectantes e capacidade de degradar rapidamente os compostosquímicos poluidores limpando a água.Os resultados foram tão positivos que hoje cidades como Moscou, Los Angeles,Montreal e mais de 700 localidades da França tratam todo seu esgoto usando o gásozônio.

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Anita Nunes added this note
O OZONIO É VENDIDO EM QUE TIPO OU FORMA E COMO POSSO ADIQUIRIR?
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