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Agricultura Doméstica - Passo-a-Passo

Agricultura Doméstica - Passo-a-Passo

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Published by Sammis Reachers
Nos últimos anos, o desenvolvimento tem-se afastado da agricultura. Os governos, os doadores e as ONGs têm concentrado mais seus esforços em áreas tais como a educação, a saúde e a água. Por quê? Em alguns países, é porque todos os recursos investidos na agricultura, por muitos anos, tiveram pouco impacto. Em muitos países, a produção agrícola continua pobre, a renda dos agricultores é baixa e a migração das regiões rurais para as urbanas continua.
Então, a agricultura, seja ela nas regiões rurais ou urbanas, é importante? Acreditamos que a resposta é definitivamente sim! A maioria dos pobres do mundo dependem da agricultura para obter a maior parte de seu alimento e de sua renda. Há um forte vínculo entre melhorar a produção agrícola e ajudar as pessoas a saírem da pobreza extrema.
Revista Passo a Passo 54 - TEARFUND
Nos últimos anos, o desenvolvimento tem-se afastado da agricultura. Os governos, os doadores e as ONGs têm concentrado mais seus esforços em áreas tais como a educação, a saúde e a água. Por quê? Em alguns países, é porque todos os recursos investidos na agricultura, por muitos anos, tiveram pouco impacto. Em muitos países, a produção agrícola continua pobre, a renda dos agricultores é baixa e a migração das regiões rurais para as urbanas continua.
Então, a agricultura, seja ela nas regiões rurais ou urbanas, é importante? Acreditamos que a resposta é definitivamente sim! A maioria dos pobres do mundo dependem da agricultura para obter a maior parte de seu alimento e de sua renda. Há um forte vínculo entre melhorar a produção agrícola e ajudar as pessoas a saírem da pobreza extrema.
Revista Passo a Passo 54 - TEARFUND

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12/04/2012

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text

original

 
A quarterlynewsletter linkingdevelopmentworkers around thworld
Uma revista trimestral que aproxima os trabalhadores da área de desenvolvimento de várias partes do mundo
No.54 MAIO 2003
AGRICULTURA DOMÉSTICA
Passo a Passo
 
Prepara
çã
o das sementes
Ouro negro: composto
Utiliza
çã
o de
á
gua servida
Cartas
Controle natural de pragase doen
ç
as
Trabalho em conjunto
Blocos de minerais
Estudo b
í 
blico: Investindo nossasvidas com sabedoria
Recursos
O
á
lcool e a propaganda
LEIA NESTA EDIÇÃO
indústrias. Nas regiões rurais freqüentementehá poucas oportunidades para atividades quenão estejam relacionadas com a agricultura.São necessárias novas maneiras de se pensare novas políticas, para que a agricultura sedesenvolva. É necessário um enfoque maiornos métodos de cultivo sustentáveis e nasculturas básicas tradicionais. Observa-sefreqüentemente que o acesso aos mercadose ao financiamento para as microempresasestimula o crescimento agrícola.Esta edição examina várias idéias práticasque podem oferecer algum auxílio emdiferentes situações. Procuramos examinartodos os diferentes estágios do cultivo eintroduzir idéias que possam ser úteis aolongo do ciclo da produção. Nas regiõesurbanas, pode haver pouca ou talvez não hajanenhuma terra disponível para a agricultura.Entretanto, as pessoas ainda podem plantarao longo das estradas, nas margens dos rios,do lado de fora de suas residências ou nostelhados e parapeitos das janelas.Começamos com idéias para a preparaçãodas sementes, o aproveitamento máximo daterra restrita e a produção de composto paraenriquecer os solos pobres. Depois, passamospara idéias de como utilizar a água servida earmazenar a safra. As páginas centrais ofere-cem receitas de como proteger as culturascontra pragas e doenças. Às vezes, podeajudar muito trabalhar em pequenos grupos.Assim, examinamos como os diferentesgrupos funcionam. Incluímos dicas para oscriadores de animais que os alimentam comrações de baixa qualidade. Quando sãonecessários auxílio e orientação especializada,pode ser muito difícil encontrá-los. Assim,damos informações sobre algumas organi-zações dispostas a compartilhar suashabilidades e seu conhecimento.As futuras edições examinarão as questõessolicitadas na pesquisa dos leitores do anopassado – famílias sob pressão, como lidarcom desastres, finanças e orçamento.Se você recebeu uma nota pedindo paraconfirmar se deseja receber futuras edições da
Passo a Passo
(enviada a todos os leitores, comexce
çã
o dos que come
ç
aram sua assinatura apartir de 2002), por favor, confirme logo, casocontr
á
rio, voc
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ser
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automaticamenteexclu
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do da lista de endere
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os!Nos
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ltimos anos, o desenvolvimento tem-seafastado da agricultura. Os governos, osdoadores e as ONGs t
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m concentrado maisseus esfor
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reas tais como a educa
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? Em alguns pa
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ses,
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porque todos os recursos investidos naagricultura, por muitos anos, tiveram poucoimpacto. Em muitos pa
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ses, a produ
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oagr
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cola continua pobre, a renda dosagricultores
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baixa e a migra
çã
o das regi
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esrurais para as urbanas continua.
A agricultura
é
importante?
DA EDITORA
   F  o   t  o  :   J   i  m   L  o  r   i  n  g ,   T  e  a  r   f  u  n   d
Ent
ã
o, a agricultura, seja ela nas regi
õ
esrurais ou urbanas,
é
importante? Acredi-tamos que a resposta
é
definitivamente sim!Amaioria dos pobres do mundo dependemda agricultura para obter a maior parte deseu alimento e de sua renda. H
á
um fortev
í
nculo entre melhorar a produ
çã
o agr
í
colae ajudar as pessoas a sa
í
rem da pobrezaextrema. Aprodu
çã
o agr
í
cola ajuda odesenvolvimento de outras pequenas
 
molho brotavam mais r
á
pido e cresciammelhor. Em muitos casos, as culturasamadureciam mais cedo e produziam mais.Elas tamb
é
m floresciam mais cedo e, emalguns casos, foram registradas menosdoen
ç
as.
À
s vezes, o fato de ela ter ficadode molho n
ã
o oferecia nenhum benef 
í
cio,mas tamb
é
m n
ã
o causava nenhum dano. J
á
que deixar as sementes de molho custamuito pouco e tem muitas vantagens, apr
á
tica pode ser vista como muito
ú
til paraos agricultores. Apr
á
tica de se deixarem assementes de molho tornou-se muitopopular com os agricultores que fizeram asexperi
ê
ncias, assim como com seus amigose vizinhos, pois
é
simples, barata eextremamente eficaz.Asemente geralmente fica de molhodurante a noite e, ent
ã
o,
é
plantada no diaseguinte. Al
é
m de inchar levemente e pesarum pouco mais, a semente que fica demolho pode ser plantada da mesma formaque a semente que n
ã
o fica de molho. Se asemente deixada de molho for mantidaseca, ela poder
á
ser guardada por v
á
riosdias antes de ser semeada. Usando-se osper
í
odos de tempo recomendados natabela da p
á
gina 3, a semente deixada demolho s
ó
germinar
á
, se retirar umidadeadicional do solo ap
ó
s a semeadura.
2
AGRICULTURA
P
ASSOA
P
ASSO
54
Quando as sementes s
ã
o plantadas, elasprecisam absorver
á
gua do solo paragerminar. Isto pode levar muito tempo. Seeste per
í
odo de tempo for diminu
í
do,deixando-se as sementes de molho na
á
guaantes de serem plantadas, a germina
çã
oser
á
mais r
á
pida, resultando numa culturamais saud
á
vel. Aid
é
ia de se deixarem assementes de molho na
á
gua n
ã
o
é
nova,por
é
m
é
raramente posta em pr
á
tica deforma habitual, porque os agricultores n
ã
ot
ê
m certeza de quanto tempo as sementesdevem ficar de molho, o que resulta emcasos de sucesso e outros de fracasso.Os pesquisadores do Centre for Arid ZoneStudies (Centro de Estudos sobre Zonas
Á
ridas) examinaram sementes deixadas demolho em fazendas de muitos pa
í
ses. Elescalcularam o per
í
odo de tempo que assementes podiam ser deixadas de molhosem que se danificassem para umavariedade de culturas. Depois que o limiteseguro para cada cultura foi identificado,foram feitas experi
ê
ncias simples. Odesempenho das sementes que haviamficado de molho foi comparado com o dassementes que n
ã
o haviam.Os resultados foram not
á
veis. Osagricultores relataram que as culturasprovenientes de sementes deixadas de
Passo a Passo
ISSN 1353 9868
A
Passo a Passo 
é
uma publica
çã
o trimestral queprocura aproximar pessoas em todo o mundoenvolvidas na
á
rea de sa
ú
de e desenvolvimento. ATearfund, respons
á
vel pela publica
çã
o da
Passo a Passo,
espera que esta revista estimule novasid
é
ias e traga entusiasmo a estas pessoas. A revista
é
uma maneira de encorajar os crist
ã
os de todas asna
çõ
es em seu trabalho conjunto na busca damelhoria de nossas comunidades.A
Passo a Passo 
é
gratuita para aqueles quepromovem sa
ú
de e desenvolvimento.
É
publicadaem ingl
ê
s, franc
ê
s, portugu
ê
s e espanhol.Donativos s
ã
o bem-vindos.Os leitores s
ã
o convidados a contribuir com suasopini
õ
es, artigos, cartas e fotografias.
Editora:
Isabel CarterPO Box 200, Bridgnorth, Shropshire,WV16 4WQ, InglaterraTel: +44 1746 768750Fax: +44 1746 764594E-mail: footsteps@tearfund.orgwww.tilz.info
Subeditora:
Rachel Blackman
Editora
L
í 
nguas estrangeiras:
Sheila Melot
Administradoras:
Judy Mondon, Sarah Carter
Comit
ê
Editorial:
Ann Ashworth, Simon Batchelor,Mike Carter, Paul Dean, Richard Franceys, MartinJennings, Ted Lankester, Simon Larkin, SandraMichie, Veena O
Sullivan, Nigel Poole, AlanRobinson, Rose Robinson, Jos
é
Smith,Sudarshan Sathianathan, Ian Wallace
Ilustra
çã
o:
Rod Mill
Design:
Wingfinger Graphics
Tradu
çã
o:
S Boyd, L Bustamante, Dr J Cruz,S Dale-Pimentil, N Gemmell, L Gray, R Head,M Machado, O Martin, N Mauriange, J Perry,L Weiss
Rela
çã
o de endere
ç
os:
Escreva, dando uma breveinforma
çã
o sobre o trabalho que voc
ê
faz einformando o idioma preferido para: FootstepsMailing List, 47 Windsor Road, Bristol, BS6 5BW,Inglaterra. Tel: +44 1746 768750
Mudan
ç
a de endere
ç
o:
Ao informar uma mudan
ç
ade endere
ç
o, favor fornecer o n
ú
mero de refer
ê
nciamencionado na etiqueta.
Artigos e ilustra
çõ
es
da
Passo a Passo 
podem seradaptados para uso como material de treinamentoque venha a promover sa
ú
de e desenvolvimento,desde que os materiais sejam distribu
í 
dosgratuitamente e que os que usarem estes materiaisadaptados saibam que eles s
ã
o provenientes da
Passo a Passo,
Tearfund. Deve-se obter permiss
ã
opara reproduzir materiais da
Passo a Passo.
As opini
õ
es e os pontos de vista
expressos nascartas e artigos n
ã
o refletem necessariamente oponto de vista da Editora ou da Tearfund. Asinforma
çõ
es t
é
cnicas fornecidas na
Passo a Passo 
s
ã
o verificadas minuciosamente, mas n
ã
o podemosaceitar responsabilidade no caso de ocorreremproblemas.
A Tearfund
é
uma organiza
çã
o crist
ã
evang
é
lica quese dedica ao trabalho de desenvolvimento eassist
ê
ncia atrav
é
s de grupos associados, a fim delevar ajuda e esperan
ç
a
à
s comunidades emdificuldades no mundo. Tearfund, 100 ChurchRoad, Teddington, Middlesex, TW11 8QE,Inglaterra. Tel: +44 20 8977 9144
Publicado pela Tearfund
, uma companhia limitada,registrada na Inglaterra sob o No.994339.Organiza
çã
o sem fins lucrativos sob o No.265464.
Prepara
çã
o das sementes
As culturas s
ã
o como as crian
ç
as. Se receberem um bom come
ç
o na vida,elas geralmente crescer
ã
o e ficar
ã
o altas, fortes e saud
á
veis. Por
é
m, se asculturas crescerem devagar ap
ó
s a germina
çã
o, elas freq
ü
entemente ser
ã
omirradas, ter
ã
o mais chances de serem danificadas pelas pragas e doen
ç
as eproduzir
ã
o menos.
Os agricultores do noroeste do Paquistão comparam o contraste entre o feijão-mungo preparado, à direita, e asemente não preparada, à esquerda.
   F  o   t  o  :   D  a  v  e   H  a  r  r   i  s
 
s
Quando a vala estiver cheia at
é
a metade,derrame
á
gua para encharcar o lixo. Depoiscoloque o subsolo e, a seguir, a camadasuperior da terra.
s
Plante fileiras de sementes de legumes eervas. Algumas plantas
ú
teis, que propor-cionam sabor e vitaminas para a alimenta
çã
ofamiliar, s
ã
o os tomates, espinafre, hortali
ç
asde folhas tradicionais, piment
õ
es, feij
õ
es,cenouras, cebolas e todos os tipos de ervas.Procure cultivar as plantas mais altas, taiscomo os tomates e as trepadeiras de feij
õ
es,no meio. Cubra com mat
é
ria vegetal
umacamada fina de grama, palha, debulho dearroz e coisas semelhantes
e regue bem.
PER
Í
ODO DEAUMENTO M
Á
X.CULTURAMOLHO (HORAS)PA
Í
SES EM QUE O TESTE FOI REALIZADONA PRODU
ÇÃ
O
trigo12
Í
ndia, Nepal, Paquist
ã
o37%cevada12Paquist
ã
o40%arroz de terras altas12
18
Í
ndia, Nig
é
ria, G
â
mbia, Camar
õ
es70%milho12
18
Í
ndia, Nepal, Paquist
ã
o, Zimb
á
bue22%sorgo10Paquist
ã
o, Zimb
á
bue31%milheto10Paquist
ã
o56%gr
ã
o-de-bico8Bangladesh,
Í
ndia, Nepal, Paquist
ã
o50%feij
ã
o-mungo8Paquist
ã
o206%
3P
ASSOA
P
ASSO
54
AGRICULTURA
Os agricultores foram incentivados aexperimentar com sementes deixadas demolho e sementes secas. Eles visitaram oscampos uns dos outros para comparar odesempenho da semente deixada de molhoem v
á
rios tipos de solos e n
í
veis de manejo.Eles discutiram os pontos fortes e fracosdesta t
é
cnica e fizeram melhorias. Aoparticiparem das experi
ê
ncias, os agricul-tores puderam desenvolver e adaptar estat
é
cnica e avaliar seus efeitos.
 Artigo adaptado com autoriza
çã 
o a partir de umdocumento de pesquisa escrito pelo Dr. Dave Harris, DFID, Plant Sciences ResearchProgramme, Centre for Arid Zone Studies,University of Bangor, Reino Unido.Web: www.seedpriming.org
Este sistema funciona melhor, se v
á
riasfam
í
lias concordarem em trabalhar juntas,construindo uma horta a cada semana. Estaid
é
ia tamb
é
m pode ser
ú
til em campos derefugiados.
s
Marque uma
á
rea do tamanho de umaporta (mais ou menos 1m x 2m). Cave a terraat
é
chegar
à
profundidade da altura do joelho. Se a terra for muito dura, n
ã
o ser
á
á
cil! Ajuda ter v
á
rias pessoas trabalhando juntas. Tenha cuidado para manter a camadasuperior da terra (de cor mais escura) nummonte separado do subsolo (de cor maisclara e com mais pedras).
s
Forre o buraco com grama e outrosmateriais org
â
nicos. Pe
ç
a
à
s fam
í
lias paratrazerem o lixo dom
é
stico org
â
nico daqueledia e colocarem-no no buraco
cascas delegumes, papel velho e cascas de ovos. Sepuder obter estrume animal, coloque-otamb
é
m.A
á
gua dom
é
stica servida
é
ideal, desde quen
ã
o contenha sab
ã
o demais.
s
Se poss
í
vel, obtenha uma cesta velhaquebrada e enfie-a no meio do canteiro. Aolongo de v
á
rias semanas, encha-a com res
í
-duos vegetais e ervas daninhas. Regue prin-cipalmente atrav
é
s desta cesta depois que asplantas jovens estiverem estabelecidas. Istofaz com que mais nutrientes vegetais sejamlevados com a
á
gua para o solo.
s
Agora decida a casa de quem ser
á
apr
ó
xima horta do tamanho de uma porta. Sehouver espa
ç
o, talvez voc
ê
possa construirv
á
rias delas.AACAT, na
Á
frica do Sul, usou esta id
é
iaem KwaZulu-Natal com grande sucesso.Muitas pessoas ficaram admiradas de como
é
á
cil produzir seus pr
ó
prios legumes. Umasenhora disse que achava que podia cultivarapenas plantas tradicionais, como o milho,mas agora ela pode plantar repolho,espinafre e cebolas. Seu marido ficou muitoimpressionado!
 AACAT (Africa Cooperative Action Trust)
é 
uma parceira desde h
á 
muito tempo da Tearfund,que trabalha em KwaZulu-Natal. PO Box 943, Howick 3290,
 Á
 frica do Sul.
Hortas do tamanho deuma porta
Muitos lares, especialmente nas
á
reas urbanas, possuem pouco espa
ç
o parao plantio de culturas ou legumes. Entretanto, fora de quase todas as casash
á
uma
á
rea de solo exposto. O solo pode ser duro ou est
é
ril, e as pessoasfreq
ü
entemente n
ã
o consideram a possibilidade de us
á
-lo para plantarlegumes. Por
é
m, aqui est
á
uma forma de usar esta espa
ç
o n
ã
o utilizadopara uma horta min
ú
scula.
 
Resultados das experi
ê
ncias
 As mulheres da regi
ã 
o de Umzumbe Cabane ajudam
 – 
seumas
à
s outras a fazer hortas de legumes do tamanhode uma porta, usando uma camada de grama na base,para segurar a
á 
 gua no solo.
   F  o   t  o  :   A   C   A   T

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