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Coroa Magna de Sonetos

Coroa Magna de Sonetos

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UMA SÉRIE DE SONETOS INTERLIGADOS EM FORMA DE COROAS USANDO CADA VERSO DE UMA COROA BÁSICA
UMA SÉRIE DE SONETOS INTERLIGADOS EM FORMA DE COROAS USANDO CADA VERSO DE UMA COROA BÁSICA

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Published by: Marcos Valério Mannarino Loures on Nov 09, 2012
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07/20/2013

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1Eu quero o teu carinho, e não me cansoDe cada vez mais firme procurarO sonho em que perceba este remanso,Gostoso de viver e desfrutar.O coração batendo calmo e mansoProcura nos teus braços descansar.Paraísos contigo eu sempre alcanço,E sonho com delícias deste marDo amor que se mostrou ser mais capazDe ter a solução para os problemas,No riso mais feliz decerto trazRiqueza que se encontra em raras gemas,Amor que assim nasceu, em tanta paz,Rompendo do passado, estas algemas...2Rompendo do passado, estas algemasQue tanto maltrataram. Não me engano:Amores vêm e vão; em piracemas,Qual fossem estações várias de um ano.Por isso, coração, a dor não temas;Por mais que venha cedo o desengano,Renascem outros sonhos destas gemasE o tempo vai passando soberano.Assim como os cometas libertários,O amor não se permite prisioneiro.Na amargura sem par dos solitáriosEu bebo desta fonte noite e dia,E dela num mergulho alvissareiro,
 
Surgindo nos meus olhos, poesia...3Surgindo nos meus olhos, poesia;Fazendo rebrilhar um sonho bom,A lua se espalhando invade o dia,E mostra a claridade em mesmo tom.O quanto a noite em luzes principiaGarante ao manso dia o raro domQue é feito da beleza em fantasia,A melodia acalma; suave som.Trazendo para a vida a sensaçãoDa eterna juventude, inesgotável;Aos poucos vem raiando uma emoçãoQue entorna sobre nós felicidade,Tornando o nosso solo mais arávelVerdeja em nosso peito, a liberdade...4Verdeja em nosso peito, a liberdade,Rompendo estes grilhões que nos atavam,Nas mãos que há tanto tempo já mostravamQuanto é possível ter tranqüilidade.Deixando para trás e sem saudadeOs dias em que as horas não passavam,As frias madrugadas não deixavamSequer raiar aurora. Ansiedade...Agora que percebo ser possívelO canto matinal dos passarinhos
 
Tornando o coração quase invencívelMudando toda a sorte em um momento,À sombra tão serena dos carinhosEu sinto a brisa mansa, em calmo vento.5Eu sinto a brisa mansa, em calmo ventoRoçando a minha pele, o teu sorrisoPoeira no meu peito toma assentoE o toque dos teus lábios; mais preciso.A vida vem trazendo sem avisoDe todo o que passei; cada tormento,Um novo amanhecer em que divisoO fim dessa amargura e sofrimento.Sabendo da colheita prometida,Nos braços deste nobre jardineiro,Amor vai transformando a minha vida,Permite que eu mantenha o peito aberto,Aguando em emoções o meu canteiro,A seca do passado, enfim, deserto.6A seca do passado, enfim, desertoE sinto a chuva mansa e promissora,Prepara todo o solo e desde agoraTerei felicidade aqui por perto.Quem veio de um caminho tão incerto,