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textos - 5º ano

textos - 5º ano

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Published by: Sonia Dos Reis Rocha Fernandes Fernandes on Nov 10, 2012
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12/04/2012

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O
O JACARÉ
PARECE UM TRONCO DE ÁRVORE, O JACARÉ,BOIANDO NO MEIO DO RIOPORÉM, QUANDO ELE ABRE A BOCA,EU NÃO RIO, DOU NO PÉ.
FILHO, Aristides Torres. Bichos divertidos. São Paulo: Scipione, 2004
 
A PANELA MÁGICA
Era uma vez uma menina que vivia sozinha com sua mãe, e as duas já não tinham coisaalguma para comer. Indo à floresta, a menina encontrou uma velha muito simpática, que,sabendo de sua dolorosa situação, ofereceu-lhe uma panelinha mágica. Quando a menina
dissesse:‖Cozinha, panelinha, cozinha‖, a panela cozinhava um gostoso
mingau, e quando
dissesse : ―Pára, panelinha, pára‖, ela imediatamente
deixava de cozinhar. A menina levoua panela para casa, e ela e sua mãe nunca mais passaram fome.
Jacob e Wilhelm Grimm. Contos de Grimm. Belo Horizonte, Itatiaia, 2000. (Fragmento)
Uma história de príncipes e reis. E nada de dragões.
Numa bela manhã, um formoso reino recebia ordens de um outro reino distante. Como cair da tarde, porém, este encanto se quebrou e ele tornou-se livre como sempresonhou...Não, não houve feitiço nenhum. Nem bruxaria. Essa história que está aí em cimaaconteceu no Brasil e, portanto, não inclui bruxas, feiticeiros ou dragões. Mas tinhapríncipes. Bem diferentes dos contos de fada, mas eram príncipes. Um deles, de nomePedro , estava viajando de Santos a São Paulo quando recebeu uma carta do pai, o rei dePortugal. Devia estar bem bravo: exigiu a volta do filho para casa. Não porque estavatarde, mas porque disso dependia a manutenção do poder. Pedro não gostou nadinha dahistória. Estava ao lado do riacho do Ipiranga, em São Paulo, quando decidiu queproclamaria nossa independência ali mesmo. Fez um discurso rápido, levantou a espada e
bradou: ―Independência ou morte!‖ Muita gente diz que não foi assim
. Acredite quem quiser.O fato é que, depois daquele grito - cantado até no nosso hino -, o Brasil passou anão receber mais ordens de Portugal. Durante um tempo, Pedro foi rei. Depois, obedeceuao pai e voltou para casa, deixando a coroa para seu filho - outro Pedro, o segundo. Umdetalhe: o menino tinha apenas cinco anos. Devia acreditar em bruxas, feiticeiros edragões, embora nessa história não tenha dragão nenhum. Só quando completou 14anos pode assumir o poder. Isso até 1889, quando outros descontentes resolveram que oPaís deveria ser uma República. Mas essa já é uma outra história.
Extraído de BRASIL: Almanaque de Cultura Popular, n° 113, setembro de 2008, p. 17
 
A red@ção do correio eletrônico
Por Maria Helena da Nóbrega
 A quantidade de mensagens eletrônicas enviadas e recebidas diariamente ampliou ocontato escrito e fez prosperar o número de autores e leitores. De maneira bastante rápida,a correspondência eletrônica invadiu a comunicação diária, e mesmo os mais refratáriosaos avanços tecnológicos tiveram de aprender a usar o computador, para não perder oportunidades profissionais ou eventos sociais cujas respostas são solicitadas por e-mail,por exemplo. A facilidade na utilização, a rapidez na resposta
 –
às vezes
on-line 
 –
e aeconomia com gastos de postagem pelo correio contribuíram de forma decisiva para adisseminação desse tipo de comunicação.Difundir formas adequadas para a correspondência eletrônica ajuda a evitar o mauuso da tecnologia, como os presenciados quando as pessoas começaram a ter acesso atelefones celulares e obrigavam todos os presentes, em lugares públicos, a ouvir assuntosprivados.Hoje esse tipo de gafe ocorre, ainda que de forma mais rara, mas já é visto comodeselegância. A etiqueta também já ensinou que atender celular em cinemas é grosseriaextrema rejeitada pelas regras básicas de educação. [...]
(Língua Portuguesa. Ano III. No 33. Jul. 2008, p. 40-41. Fragmento
Trem de ferro
Café com pãoCafé com pãoCafé com pãoVirge Maria que foi isso maquinista? Agora simCafé com pão Agora simVoa, fumaçaCorre, cerca Ai seu foguistaBota fogoNa fornalhaQue eu precisoMuita forçaMuita forçaMuita força(trem de ferro, trem de ferro)Oô...Foge, bichoFoge, povoPassa pontePassa postePassa pastoPassa boi
 
Passa boiadaPassa galhoDa ingazeiraDebruçadaNo riachoQue vontadeDe cantar!Oô...(café com pão é muito bom)[...]
(Manuel Bandeira. In: Estrela da Manhã. 1936. Fragmento
Literatura cantada
Da prosa à poesia, obras literárias inspiram produção musical brasileira
Por Rachel BoninoO centenário da morte de Machado de Assis e o do nascimento de Guimarães Rosatrouxeram à tona uma faceta nem sempre explorada por quem estuda os últimos 100 anosde ficção e poesia brasileiras: a capacidade de uma obra literária inspirar outras formas deexpressão. A música popular, por exemplo, é velha usuária da literatura. E fatos culturaisrecentes mostram essa tradição em pleno vigor. João Guimarães Rosa, por exemplo,serviu de base para todo um CD composto pelo grupo paulista Nhambuzim. Já a ediçãodeste ano do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (SP), cujo tema foi aliteratura, apresentou em julho músicas inspiradas em autores universais, dentre eles,Machado de Assis, única presença nacional.Quem perdeu o evento, pode ver Machado musicado na recém-lançada exposição
Machado de Assis, mas este não é um capítulo sério 
, no Museu da Língua Portuguesa, emSão Paulo. No corredor dedicado à poesia machadiana está a versão em partitura de
Coração triste falando 
 
ao sol 
, de Alberto Nepomuceno (1864-
1920), ―pai‖ do nacionalismo
da música erudita brasileira.Cada iniciativa do gênero mostra uma possibilidade da liguagem literária, a decontinuar fazendo efeito para além de seu conteúdo verbal.[...]
Língua Portuguesa. Ano III. No 34. Ago. 2008, p.18-19.
Inocentes do Leblon
Os inocentes do Leblonnão viram o navio entrar.Trouxe bailarinas?trouxe imigrantes?trouxe um gama de rádio?Os inocentes, definitivamente inocentes, tudo ignoram,mas a areia é quente, e há um óleo suaveque eles passam nas costas, e esquecem.

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