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ENTREVISTA MARCOLA - (parei na página 49)

ENTREVISTA MARCOLA - (parei na página 49)

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03/08/2014

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CÂMARA DOS DEPUTADOS
DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃONÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕESTEXTO COM REDAÇÃO FINALTRANSCRIÇÃO
IPSIS VERBIS 
CPI – TRÁFICO DE ARMASEVENTO: Reunião Reservada : 0871R/06 DATA: 08/6/2006INÍCIO: 13h30min TÉRMINO: 17h43min DURAÇÃO: 04h13minTEMPO DE GRAVAÇÃO: 04h13min PÁGINAS: 205 QUARTOS: 50DEPOENTE/CONVIDADO
 –
QUALIFICAÇÃOMARCOS WILLIANS HERBAS CAMACHO (Marcola) - Depoente.SUMÁRIO: Tomada de depoimento.OBSERVAÇÕESNão houve roteiro taquigráfico no início da reunião.Há oradores não identificados.Há intervenções inaudíveis.Há intervenções simultâneas ininteligíveis.Há palavras ou expressões ininteligíveis.
 
CÂMARA DOS DEPUTADOS
-
DETAQ COM REDAÇÃO FINALNome: CPI – TRÁFICO DE ARMASNúmero: 0871R/06 Data: 08/6/2006
2 
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - Dou por iniciada asessão de diligência da CPI que investiga as organizações criminosas dotráfico de armas. Temos um
quorum 
de 8 presentes e autorização do Plenárioda CPI para que possamos tomar decisões acerca das diligências e do caráterdas sessões. A princípio, é uma sessão privativa, não sujeita ao sigilo. Sehouver a necessidade, a transformaremos em sessão reservada, aí sim sujeitaao sigilo.
O SR. DEPUTADO ARNALDO FARIA DE SÁ
- Sr. Presidente.
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - Eu coloco em primeirolugar em discussão... Há uma solicitação do juiz-corregedor para que não sejafeita nenhuma imagem do apenado Marcos Camacho, o Marcola.Em discussão essa possibilidade.
(Pausa.)
 
O SR. DEPUTADO ARNALDO FARIA DE SÁ
- Sr. Presidente, eu achoque não devemos permitir a filmagem, fotografias durante a audiência, mas, naabertura, devemos até mostrar que viemos aqui e que consumamos aquelaobrigação nossa de ouvir o Marcola na CPI do Tráfico de Armas. Portanto, euproponho que a gente, na abertura, deixe ser fotografado e filmado, com apresença dele aqui no lugar devido.
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - Continua emdiscussão.
O SR. DEPUTADO JOÃO CAMPOS
- Eu me manifesto contrário,porque, primeiro, o seguinte: é que o bandido Marcola já é conhecido do Brasil,e imagens as mais diversas foram veiculadas. Essa questão de sempre, deforma ostensiva, tornar pública a imagem dele, o promove como pessoaimportante, o artista. Passa a ser uma referência. Eu não vejo nenhumanecessidade para isso. Acho que o nosso trabalho aqui pode se desenvolvertranqüilamente sem necessidade de mostrar a imagem do preso. Essa é aminha posição.
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - Continua facultada apalavra.
O SR. DEPUTADO NEUCIMAR FRAGA
- Sr. Presidente, eu entendo apreocupação do nobre colega Deputado João Campos e até a solicitação
 
CÂMARA DOS DEPUTADOS
-
DETAQ COM REDAÇÃO FINALNome: CPI – TRÁFICO DE ARMASNúmero: 0871R/06 Data: 08/6/2006
3também do promotor, mas acredito que não é essa imagem que vaidesmistificar o Marcola, nem fazê-lo mais conhecido ou não. Eu acho que osacontecimentos do mês na cidade de São Paulo fizeram de Marcola umareferência não só no Estado de São Paulo, mas no Brasil e no mundo. Euacredito que esta Comissão deva ouvi-lo, e fica entendido entre nós, registradaa presença dele no início da audiência da CPI, com os repórteres fazendo asfilmagens do lado externo da sala. E logo em seguida vamos continuar asessão sem a presença da imprensa.
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - O Deputado LuizCouto onde é que está?
(Pausa.)
 
O SR. DEPUTADO JOVINO CÂNDIDO
- Sr. Presidente, sem maiorescomentários, eu também apóio que é preciso fazer essa imagem.
(Pausa.)
 
O SR. DEPUTADO PAULO PIMENTA
- Eu apoio também.
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - O Deputado RaulJungmann deseja fazer algum comentário?
O SR. DEPUTADO RAUL JUNGMANN
- Em primeiro lugar, o que euacho é que, se tem uma determinação judicial, mesmo que possamos ter aprerrogativa, eu acho que nós não devemos descumpri-la. Em segundo lugar, oobjeto disto aqui é obter contribuições, obter informações que sirvam para onosso trabalho. É absolutamente acessória essa questão da imagem, e achoque esta CPI deve evitar, radicalmente, a espetacularização dos seustrabalhos. Nós vamos falar pelo resultado, nós vamos falar pelo relatóriodaquilo que a gente tenha a contribuir. Por isso eu voto “não”.
O SR. PRESIDENTE
(Deputado Moroni Torgan) - Eu gostaria de, antesde colocar em votação, eu queria ouvir a opinião do Ministério Público.
(Pausa.)
 
O SR. REPRESENTANTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
- Excelência, oMinistério Público está aqui para prestar qualquer tipo de colaboração.Pensando bem, a imprensa, aqui chegando, ela vai desviar o foco, e isso, semdúvida nenhuma,
(ininteligível)
que foi dito vai bastante expor a imagem dele,
(ininteligível)
em determinado momento. Tornar um mito, para nós, da Justiça,não é do meu interesse. E quanto mais... Eu acho que, se V.Exas. entendemoportuno dar a devida transparência ao trabalho que se fez e dar a satisfação

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