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Qualificação 9.10.2002 gr

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Mineral additive for sludge monofill - doctoral thesis
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ADITIVO MINERAL PARA VIABILIZAÇÃODE ATERRO EXCLUSIVO DE LODOS DEESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS
HILTON FELÍCIO DOS SANTOS
Exame de QualificaçãoDoutorado em Saúde AmbientalDepartamento de Saúde Ambientalda Faculdade de Saúde Pública daUniversidade de São PauloData: 9/10/2.002Membros:Prof. Dr. Milton Tomoyuki Tsutiya DEHS – EP/USPProf. Dr. Wanderley da Silva Paganini – HSA – FSP-USPProf. Dr. Pedro Caetano Sanches Mancuso – HSA – FSP-USPSuplentes:Prof. Titular Carlos Celso do Amaral e Silva –HSA – FSP-USPDr. Getulio MartinsORIENTADOR: Prof. Dr. Pedro Caetano Sanches MancusoSão Paulo2002
 
RESUMODurante os trabalhos do plano diretor de lodos da Sabesp para as cinco principaisestações de tratamento de esgotos sanitários (ETES) da área metropolitana de São Paulo,foram recomendados estudos de campo para construção de pistas experimentais comtortas de lodo de filtro-prensa depois de misturadas, de forma alternativa, com diversosaditivos.As pistas teriam como objetivo simular, em escala real, a viabilidade construtivados aterros exclusivos de lodo, cujo projeto previa camadas sobrepostas totalizandoalturas de dezenas de metros, recurso de engenharia contra a exigüidade de terrenosadequados no entorno da área de influência das ETES. Os aterros exclusivos para lodosda Sabesp foram vistos, convergentemente, como único volante capaz de absorver olodo não usado para fins mais nobres, como o reflorestamento de
 Eucaliptus Grandis
, por exemplo. Deveriam ser construídos gradativamente, pela própria operação diária dedestino do lodo, sendo essencial que fossem capazes de suportar o tráfego dos veículos.A proposta deste trabalho tem por objetivo verificar a capacidade de resistênciaao tráfego de pistas experimentais construídas com tortas de filtro-prensa.O pré-condicionamento do lodo para a filtragem pode ser feito com cloretoférrico e cal ou com cloreto férrico e polímeros na operação da ETE Barueri.Deverão ser testadas e ensaiadas várias pistas de 30 m
×
7 m
×
0,5 m no pátioda ETE, retirando-se amostras para ambas situões de pré-condicionamento everificando-se: 
umidade na massa do lodo,
a resistência à compressão simples,
o Índice Suporte Califórnia,
as características físico-químicas e microbiológicas do lodo produzido.ÍNDICE PROPOSTO
 
1. INTRODUÇÃO2.OBJETIVOS3. MÉTODO3.1 Planejamento da coleta de amostras da torta de lodo do filtro-prensa3.2 Execução da coleta de amostras3.3 Formação das pilhas para execução das pistas experimentais3.4 Análises: lodo condicionado com cal e cloreto férrico
3.4.1 Descarga dos filtros-prensa: tortas formadoras das amostras A, B C e D3.4.2 Caracterização das tortas (R = A + B + C + D) para fins de classificaçãode resíduo3.4.3 Caracterização microbiológica para possível uso em reflorestamentos deeucaliptos (Amostra R)
3.5 Análises: lodo condicionado com cal, cloreto férrico e pós-condicionadocom Absorsol
3.5.1 Descarga dos filtros-prensa: tortas formadoras da amostras E3.5.2 Caracterização das tortas (E) para fins de classificação de resíduo3.5.3 Caracterização microbiológica para possível uso em reflorestamentos deeucaliptos (Amostra E)
3.6 Análises: lodo condicionado com cal, cloreto férrico e pós-condicionadocom cal
3.6.1 Descarga dos filtros-prensa: tortas formadoras da amostras F3.6.2 Caracterização das tortas (F) para fins de classificação de resíduo3.6.3 Caracterização microbiológica para possível uso em reflorestamentos deeucaliptos (Amostra F)

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