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DE 35000 ATÉ 40000

DE 35000 ATÉ 40000

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Published by: Marcos Valério Mannarino Loures on Nov 25, 2012
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10/13/2013

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35001 até 35050
 Ter domínio absoluto sobre o versoImperativo crer que isto é possívelNo quanto muitas vezes for plausívelEu tento na palavra estar imerso,No todo quando o muito se é diversoGerando um novo fato noutro nívelO dom é necessário, mas incrívelÉ poder adentrar tal universo,Aonde rimas métrica e cadênciaPerfazem com perfeita sincroniaE disto com certeza nasceriaO verso com beleza e competência,Eu tento este argumento e te prometoUm dia ainda irei fazer soneto...Deixando para trás o que inda possaMudar a direção da ventaniaEnquanto toda a sorte assim se urdiaInvés de palacete, uma palhoçaVivendo a liberdade em plena roçaRoçando com destreza a fantasiaE tendo no final farta alegriaQue o paladar suave teima e adoça.Concretizar um sonho de menino,E quando isto é possível mal dominoIrradiante olhar sobre o horizonteE bebo da campina verdejanteO quanto deste sonho me adianteUm novo amanhecer que ora desponte.Degredos dentro em mim; os reconheçoE sei o quanto custa ser felizE tento, pois fazendo o que bem quisCriar além de um sonho ou de adereço
 
O fato pelo qual quando obedeçoMudando este cenário, outro matiz,No todo caminhando por um trizSabendo desde já tal endereçoAonde possa ter felicidadeE mesmo que tal fato desagradeNão tenho mais sequer a obrigaçãoDe crer no quanto dizes ou tu pensasEu sei que não mereço as recompensas,Mas crio a cada passo a direção.No rosto já marcado pela vida,As sensações diversas, dor e gozo,Assim o quanto fora majestosoCenário bebe a sorte vã perdidaE quando se pensara resolvidaA história tendo um fim tão caprichosoPermite que se veja um pedregosoEnlevo noutra senda e sem saída.Dos labirintos todos da ilusãoFomento com meus sonhos outro fatoE quando da verdade me desatoPerdendo desde já satisfação,Entranho no meu ermo mais profundoE dos falsos brilhantes eu me inundo.Resumo neste verso o que talvezPudesse mesmo ser diverso ou tantoGerasse noutra face o desencantoOu mesmo o quanto em nada se desfez,A caricata imagem, lucidezQue tento e quando vejo só me espantoNo resto do viver um acalantoAonde a própria sorte já não vês.Resumo de uma vida inglória e turvaE quando se prepara e o tempo encurva
 
Traçando a dura imagem terminal,O sonho refazendo cada enganoRessurge e se entranhando gera o dano,Que sei ser na verdade o ato final.Ourives da ilusão ao ser poetaA vida não se vê da mesma forma,E quando a cada olhar já se transformaDeveras nunca mais será completa,Assim ao ter o dom caminho e setaObedecendo ou não a regra e a norma,No todo que a verdade não informaA linha já traçada nunca é reta,Dicotomias são tão costumeirasE delas entre falsas, verdadeirasTrafego pelas vias mais absurdasE tento com palavras discernirO quanto poderia ou não por vir,Porém minhas verdades seguem surdas.Jogado pelos cantos desta casaO quanto de mim resta é muito parco,Ainda quando em sonhos eu embarcoA vida com certeza se defasa,E tudo que julgara fúria e brasaAgora descrevendo um tétrico arcoTraçando cada sonho como um barcoQue o mar de uma emoção tanto descasa.Resisto o quanto posso, mas sei bemDo vago caminhar onde contémO passo para o nada anunciadoNos vértices do sonho ao vão abismo,No quanto solitário teimo e cismo,O tempo nunca mais sendo habitado,Arcando com meus erros vez em quando