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ESTATUTOSCAPÍTULO IDa denominação, sede e âmbito de acções e finsArtigo 1º
A
“Fraternidade das Instituições de Apoio a Reclusos”
- FIAR, é uma InstituiçãoParticular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, com sede no Bairro doEstabelecimento Prisional do Linhó, casa 13 freguesia de Alcabideche Concelho deCascais.
Artigo 2º
A Associação é uma organização cristã de inspiração católica, tem como fim otestemunho Cristão junto dos reclusos, ex-reclusos e respectivas famílias, prestando-lhes assistência espiritual, moral, material, social, cultural e de inserção na comunidadecomo meio de contribuir para a sua promoção pessoal e social visando a sua dignidade.
Artigo 3º
1 - Para a realização dos seus objectivos, a Instituição propõe-se:a) Apoiar os reclusos através de visitas e acompanhamento. b) Apoiar as famílias dos reclusos, promovendo a aproximação entre eles ediscutindo em comum os diversos problemas de ordem social, jurídica,familiar e laboral.c)Apoiar os reclusos após o cumprimento das respectivas penas ou medidasDe detenção, na sua integração social e comunitária, sensibilizando asociedade para o grave e difícil problema da reinserção.d) Desenvolver acções na área da investigação, sensibilização, formação eprestação de serviço.2 - A Associação poderá estabelecer acordos com organismos do mesmo âmbito oucomplementares.3 - A Associação poderá associar-se ou federar-se em organismos congéneres,nacionais ou internacionais.1
 
Artigo 4º
A organização e funcionamento dos diversos sectores de actividade constarão deregulamentos internos elaborados pela Direcção.
CAPÍTULO IIDos AssociadosArtigo 5º
Podem ser associados pessoas singulares maiores de dezoito anos e as pessoascolectivas.
Artigo 6º
Haverá três categorias de associados:1 -
Honorários
- As pessoas que através de serviços ou donativos, dêem contribuiçãoespecialmente relevante para a realização dos fins da Instituição, como talreconhecida e proclamada pela Assembleia Geral.2 -
Efectivos
- As pessoas que se proponham colaborar na realização dos fins daAssociação obrigando-se ao pagamento da jóia e quota anual, nos montantesfixados pela Assembleia Geral, que se proponham colaborar desinteressadamentena realização dos fins da Associação e demonstrem defender os princípios dasolidariedade e fraternidade entre os homens.3-
Beneméritos -
As pessoas que satisfazendo as condições dos associadosefectivos se obriguem por escrito a pagar a quota anual de pelo menos cincovezes a quota normal de montante fixado pela Assembleia Geral mediante parecer favorável do Conselho Geral.
Artigo 7º
A qualidade de associado, prova-se pela inscrição no livro respectivo que a Associaçãoobrigatoriamente possuirá.2
 
Artigo 8º
São direitos dos associados efectivos e beneméritos:a)Participar nas reuniões da Assembleia Geral; b)Eleger e ser eleito para os cargos sociais;c)Requerer a convocação da Assembleia Geral extraordinária nos termos donº 3 do artigo 28º;d)Examinar os livros, relatórios e contas e demais documentos, desde que orequeiram por escrito com a antecedência mínima de 15 dias úteis e severifique um interesse pessoal, directo e legítimo.
Artigo 9º
São deveres dos associados efectivos e beneméritos:a)Pagar pontualmente as suas quotas; b)Comparecer às reuniões da Assembleia Geral;c)Observar as disposições estatutárias e regulamentos e as deliberações doscorpos gerentes;d)Desempenhar com zelo, dedicação e eficiência os cargos para que forameleitos;e)Defender e respeitar os princípios da Associação.
Artigo 10º
1 - Os sócios que violarem os deveres estabelecidos no artigo ficam sujeitos àsseguintes sanções:a)Repreensão; b)Suspensão dos direitos até 180 dias;c)Demissão;3
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