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Quem Foi Ayn Rand

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10/07/2013

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Quem foi Ayn Rand? A Ética ObjetivistaRamiro MarquesDe origem judia, nasceu na Rússia em 1905. Morreu em Nova Iorque em 1982. O pai erafarmacêutico e a mãe, professora. Estudou filosofia e história na Universidade de Petrogrado.Exilou-se nos EUA. Viveu os primeiros tempos em Los Angeles onde trabalhou para a indústriado cinema e fez trabalhos de secretariado.Tornou-se escritora profissional. É autora de duas dezenas de livros de filosofia, política eética:Atlas Shrugged; The Fountainhead; The Virtue os Selfishness; Anthem; Philosophy: Who NeedsIt?.Fundou a ética objetivista. Os factos e os fenómenos existem fora da consciência e podem sercaptados e entendidos pela razão. A razão é o único meio que os humanos têm para adquirirconhecimentos. Os únicos conhecimentos válidos são os que são adquiridos pelo uso da razão.A fé, as crenças, os sentimentos e as emoções não são meios válidos para adquirirconhecimentos.Os humanos são seres dotados de vontade consciente e capazes de livres arbítrio. A liberdadeque cada um tem de decidir o que é melhor para si é um direito inalienável que nenhumestado, nenhuma tribo ou comunidade deve violar.Cada um deve eleger livremente os seus fins e escolher os meios adequados para atingir afelicidade. E deve fazê-lo não para se sacrificar pelos outros, ajudar os outros ou porque sepreocupa com os outros mas porque a procura do caminho para atingir a realização pessoaltem de ser feita em liberdade e sem pressões, controlos e condicionamentos.O objetivismo baseia-se no livre arbítrio individual e recusa todas as espécies de determinismohistórico ou epistemológico.
 
 Só existe uma fonte de valores: a razão. A tese kantiana da razão universal é falsa. Só existerazão individual. Casa ser humano faz um uso peculiar da razão e esse exercício é tanto maisválido quanto estiver afastado das crenças e emoções.Cada um de nós nasceu com uma pulsão biológica para a sobrevivência mas a única formaadequada de viver é usando a razão de forma livre.A finalidade culminante dos humanos é a felicidade. Não existe felicidade coletiva oucomunitária. A felicidade só pode ser individual. Os valores éticos cimeiros são a razão e aautoestima. Cada um deve trabalhar para o seu próprio interesse, usando a razão paraescolher os melhores fins e os meios adequados.O altruísmo é uma forma de escravatura moral que, em todo o caso, conduz à perda deliberdade individual.Ninguém tem - nem o Estado - o direito de usar a força para retirar aos outros o produto doseu trabalho, criação e inteligência. Abrir exceções a este princípio, com o argumento de que épreciso retirar aos ricos para distribuir pelos pobres, é escancarar as portas da ditadura e dodesastre económico. O resultado é este: os que criam riqueza são pressionados para deixar decriar. É a célebre teoria da greve dos criadores de riqueza como protesto contra o confisco queo Estado lhes faz. As elevadas taxas de desemprego resultam da greve dos criadores de riquezaque, por sua vez, respondem ao esbulho e confisco pelo Estado parando de criar riqueza.Como qualquer pessoa sem preconceitos pode ver, é isso que acontece em Portugal e naUnião Europeia desde o princípio da década passada.A força física só pode ser usada em autodefesa. O Estado só a pode usar contra os criminosos eunicamente com o objetivo de evitar a consumação de um crime.A economia e os negócios devem resultar do mútuo e livre entendimento entre duas partesque procuram, cada um, o seu próprio benefício. O Estado não deve fazer leis que regulem asactividades económicas porque isso distorce os mercados, limita a livre concorrência, criamercados protegidos e, no final, conduz à perda da liberdade.
 
A educação deve centrar-se no conhecimento dos factos e dos fenómenos. Um Estadoeducador é um instrumento de escravatura intelectual. É um meio para a aceitação daditadura.A teoria ética de Rand pode ser visitada no livro The Virtue of Selfishness. Rand opõe a ética doaltruísmo, uma ética que convida à subordinação e à dependência, a uma ética do auto-interesse, que conduz à auto-realização:Self interest rightly understood, according to Rand, is to see oneself as an end in oneself. That
is to say that one’s own life and happiness are one’s highest value
s, and that one does notexist as a servant or slave to the interests of others. Nor do others exist as servants or slaves to
one’s own interests. Each person’s own life and happiness is his ultimate end. Self interest
rightly understood also entails self-
responsibility: one’s life is one’s own, and so is the
responsibility for sustaining and enhancing it. It is up to each of us to determine what valuesour lives require, how best to achieve those values, and to act to achieve those values. Fonte:Internet Encyclopedia of PhilosophyA ética de Rand insere-se na teoria liberal clássica que defende um estado pequeno e limitadoe o direito inalienável do indivíduo a prosseguir, em liberdade, os seus interesses com omínimo de intervenção possível do Estado.Indivíduos livres e dotados de razão saberão usar o seu tempo, energia, capacidades e recursosda maneira que melhor serve os seus interesses e vocações e fá-lo-ão interagindo livremente eestabelecendo contratos com mútuo consentimento para o bem das duas partes.Quais são as virtudes enfatizadas pela ética objetivista? Acima de todas a racionalidade,acompanhada pela produtividade, a criatividade, a inteligência, autoestima, responsabilidade, justiça, independência, integridade, honestidade, liberdade e o orgulho.Ser honesto é ser capaz de reconhecer e de ser fiel aos factos. É uma virtude essencial à livrecelebração de contratos. Ser justo é dar a cada um aquilo que lhe é devido. Ao invés, ainjustiça é dar a cada um mais ou menos do que aquilo que ele ou ela merece.

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