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Discurso na cerimônia de assinatura de editais de licitação para a duplicação e a restauração da BR-101 Ministro Eliseu Padilha

Discurso na cerimônia de assinatura de editais de licitação para a duplicação e a restauração da BR-101 Ministro Eliseu Padilha

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Presidência da RepúblicaCasa CivilSecretaria de AdministraçãoDiretoria de Gestão de PessoasCoordenação – Geral de Documentação e InformaçãoCoordenação de Biblioteca
 
25
Discurso
na
cerimónia
de
assinatura
deeditais
de licitação
para
a duplicação e a
restauração
da
BR-101,
no
trecho
Sergipe-
Rio
Grande
do
Norte
PALÁCIO
DO PLANALTO, BRASÍLIA. DF, 15 DE AGOSTO DE 2001
Senhor
Ministro
Eliseu
Padilha; Senhores
Governadoresde
Sergipe
e daParaíba;
Senhores
Senadores e
Deputados; Senhores altos
funcionários,
empresários,
Todas as
vezes
que
tenho
que
falar
depois
do
Ministro Eliseu Padilhasinto-me
feliz
porquenãotenho maiso queacrescentar.É omelhorporta-voz
do que
está
sendo
feito
na
área
de
transportes
e em
muitas
outras áreas mais que o Governo tem.Quero apenas reafirmar as palavras do Ministro e me rejubilarcom oNordesteporessa possibilidade dessa importante estradae,muito especialmente,com o meuamigo Albano Franco,queconse-guiu,
finalmente, o que
sempre
quis:
Sergipe está
no
Avança Brasil.
E
conseguiu
graças
ao
empenho dele,
que é
constante.
Ele
disse
que tem
a
fama
de ser meu amigo e, por isso, não levar nada para o estado
dele.
Os
fatos estão
demonstrando
que
amigo
ele é, mas
também que,
de
vez em quando, leva alguma coisa boa para o estado dele, porque
Sergipe
merece.
 
218
PRESIDENTE
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Gostei
de ver oMinistro Padilha dizer que,emprimeiro lugar,atendia
ao
pleito pelo povo
de
Sergipe.
É
verdade.
O
povo merece,como merece
todo
esse povo
nordestino.
Acredito que quanto mais depressa tenhamos a capacidade de im-plementar
o que
hoje
é
firmado aqui, melhor. Melhor porque,
efeti-
vamente, quem conhece
o
Nordeste
-
nós, aqui, todos conhecemos
e
gostamos
do
Nordeste
e
temos
raízes
nordestinas, muitos
de nós -
sabe
que não
apenas
as
estradas, sobretudo
essa
estrada litorânea,
facilitam
a
integração
do
Nordeste, mas, principalmente,
são a
grande
alavanca
que
temos para somar
às
outras
existentes, como
o
turismo.
E
o
turismo,
que em
outra época
podia
ser
pensado
como,
sim-plesmente, lazer,
hoje
é
considerado
uma das
principais atividadeseconómicas do mundo.
Temos
caminhado nessa direção. Ainda re-centemente, o Ministro Carlos Melles esteve comigo e perguntei
quantos
turistas
estrangeiros
o
Brasil recebeu. Recebemos entre
465
milhões
de
turistas estrangeiros
no ano
passado.
E
muito
facilmente,
segundo
ele me
mostrou,
com
algumas medidas
na
área
da
aviação,
é
verdade,
s
podemos acrescentar mais
i
milhão
de
turistas
este ano.
Isso
vai dar uma renda bastante razoável, porque o turista estrangei-rodeixa recursos aqui.
Mas
omais impressionantenão é oturismo estrangeiro,apor-
que
o
Brasil,
de
alguma maneira,
é
excêntrico, está
fora dos
grandescentros
de
fluxo
de
turismo
no
mundo, embora
seja
possível ampliartambém
esse
fluxo. Omais impressionanteé oturismo doméstico.
No ano
passado,
foram
cinquenta
e
poucos milhões
de
pessoas
que se
deslocaram dentro
do
Brasil
- 53, 54,
cinquenta
e
poucos milhões
de
brasileiros
que se
deslocaram internamente. Isso mostra
a
força
imen-
sa
que tem o
turismo,
não
apenas
no
significado
imediato, óbvio,
que
é o
financeiro,
o
económico,
mas
também
na
força
integradora, por-
que
passamos
a nos
conhecer melhor
uns aos
outros. Isso vale para
o
turismo estrangeiro, mas também vale para o turismo doméstico, que
tem uma
força
imensa.
E
para que o Nordeste possa se manter à frente dessa verdadeirarevolução
de
turismo,
é
preciso
que
haja
não só
estradas
e
hotéis,

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