Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more ➡
Download
Standard view
Full view
of .
Add note
Save to My Library
Sync to mobile
Look up keyword
Like this
66Activity
×
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Revolução Inglesa

Revolução Inglesa

Ratings:

3.88

(8)
|Views: 49,298|Likes:
Published by matheus45
Trabalho de história sobre a revolução inglesa
cefet mg
2008
Trabalho de história sobre a revolução inglesa
cefet mg
2008

More info:

Published by: matheus45 on Jan 28, 2009
Copyright:Public Domain

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, DOC, TXT or read online from Scribd
See More
See less

08/16/2013

pdf

text

original

 
Índice
Introdução..........................................................................01
1.Causas...............................................................................022. A pré-revolução.............................................................033. RevoluçãoPuritana......................................................043.1 Início da revolução Puritana............................043.2 GuerraCivil...........................................................043.3 O governo de Oliver Cromwell...........................054. A restauração Monárquica.........................................065. A RevoluçãoGloriosa....................................................066. Declaração de Direitos – Bill of rights.....................07
Conclusão.............................................................................08Bibliografia.........................................................................09
 
Introdução
A Revolução foi a primeira crisedoabsolutismo. O domínio do rei foi severamenterestringido, deu a maior parte de suascredenciais ao Parlamento e principiou avalência do regime parlamentarista queconserva-se até os dias de hoje. O processocomeçou com a Revolução Puritana de 1640 efinalizou com a Revolução Gloriosa de 1688. Asduas fazem parte de um mesmo processorevolucionário, por isso o nome de RevoluçãoInglesa e não Revoluções Inglesas.
2
 
 
1. Causas
A Inglaterra atingiu no século XVII notável desenvolvimento, favorecido pelamonarquia absolutista. Henrique VIII e Elizabeth I unificaram o país, dominaram anobreza, afastaram a ingerência papal, criaram a igreja a nacional inglesa,confiscaram terras da Igreja Católica e passaram a disputar os domínios coloniais comos espanhóis. Tais tarefas agradaram à burguesia, mas agora o poder absolutistatornava-se incômodo, pois barrava o avanço da burguesia mercantil. Grande partedos recursos do Estado vinham da venda de monopólios, como aqueles sobrecomércio exterior, sal, sabão, alúmen, arenque e cerveja a, que beneficiavam umpequeno grupo, a burguesia financeira. E prejudicavam a burguesia comercial, semliberdade para suas atividades, e os artesãos, que pagavam caro por alúmen eprodutos indispensáveis a seu trabalho. Ao mesmo tempo, a garantia de privilégios àscorporações de ofício impedia o aumento da produção industrial, pois eles limitavama entrada de novos produtores nas áreas urbanas. Outro problema econômico estavano campo. A alta de preços e a expansão do consumo de alimentos e matérias-primas, como a lã, valorizaram as terras. Isto despertou a cobiça dos produtoresrurais. Eles tentavam aumentar suas posses através dos cercamentos, isto é,tentavam transformar em propriedade privada as terras coletivas, devolutas ou sobreas quais havia uma posse precária. Tais ações expulsavam posseiros e criavamgrandes propriedades, nas quais se investia capital para aumentar a produção. OEstado, para preservar o equilíbrio social necessário a sua existência, barrava oscercamentos e punha contra si dois setores poderosos: a burguesia mercantil e anobreza progressista rural, a gentry.No plano político, havia o conflito entre rei e Parlamento. A este, instituídopela Carta Magna de 1215, cabia o poder de direito, isto é, legítimo. Mas os Tudorexerceram o poder de fato, convocando pouco o Parlamento. As classes aírepresentadas não se opuseram ao absolutismo porque correspondia a seusinteresses. O rei promovia desenvolvimento. No século XVII, o Parlamento pretendiatransformar seu poder de direito em poder de fato. O rei correu a legitimar seupoder, que era de fato. Só havia uma forma: considerar o poder real de origemdivina, como na França.A luta política desenvolveu-se então no campo religioso e os reis manipularama religião para aumentar seu poder. No século XVI, os Tudor haviam dado ênfase aoconteúdo do anglicanismo, isto é, seu lado calvinista, favorecendo a burguesia.Agora, os Stuart ressaltavam a forma católica do anglicanismo, identificando-se coma aristocracia, contra a burguesia. Claro, através do catolicismo era mais fáciljustificar a origem divina do poder real. O Parlamento, dominado pela burguesiamercantil e a gentry, radicalizou suas posições e identificou-se com o puritanismo(forma mais radical do calvinismo), que rejeitava o anglicanismo.A Revolução Puritana foi o resultado da luta entre burguesia e realeza pelocontrole político do país.
3

Activity (66)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
Gabriel Antony liked this
Matheus Barbieri liked this
Nathany Oliveira added this note|
gente o único site q me ajudou ;]
Gisele Souza added this note|
obrigado
Gaabriiel Coosta added this note|
Botou pra FUDER PIVETE'
Lorena França liked this
Geny Antunes liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->