FALSUM COMMITTIT, QUI VERUM TACET
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PARA QUE ENSINAR HISTÓRIA
considerações impróprias em uma discussão circular
Por Dartagnan da Silva Zanela
“Um livro é um mudo que fala, um surdo queresponde, um cego que guia, um morto que vive”.
(Pe. Antonio Vieira)
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CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Qual é o papel precípuo que um historiador devedesempenhar? Qual é o dever primeiro deste ofício para coma perene Verdade que se faz fugidia das mãos humanas e quede nós, reles mortais, nos exige muitas das vezes umadedicação reta e constante para que não nos percamos empossíveis e humanos desatinos?Esta, não é um pergunta simples de ser respondidae, por essa mesma razão, de uma reflexão salutar edesejável para todos aqueles que desejam vicejar caminhosretos. Pergunta a qual, irá nortear nossas reflexões nocorrer destas laudas mal escritas por este indigno escriba.Secundariamente, nossas impuras mãos, guiadaspelo nosso intelecto manco, irão tecer algumasconsiderações sobre o uso de imagens caricatas no ensino dehistória e bem como sobre a o exercício de conscientização
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Ensaio escrito para apresentação e discussão no Grupo de Rede organizadopela SEED do Estado do Paraná.
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Mestre em Ciências Sociais Aplicadas (UEPG, Ponta Grossa – Pr), Especialistaem Pedagogia Escolar (IBPEX, Curitiba – Pr) e Graduado em História (UNICENTRO,Guarapuava – Pr). Autor de 20 livros, atualmente, é professor QPM da RedePública Estadual do Paraná e das Faculdades Campo Real (Guarapuava – Pr).