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ARTIGO EDUCAÇÃO ESPECIAL

ARTIGO EDUCAÇÃO ESPECIAL

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Resumo: Este artigo apresenta uma pesquisa desenvolvida junto aos Professores daE.E.E.F.M. Jaderlândia, e vem discutir algumas das principais questões relacionadas àEducação Especial, seus princípios e modalidades que juntamente com a Declaração deSalamanca vem demonstrar as inúmeras controvérsias existentes entre dois princípios:integração e inclusão, que muitas vezes são considerados sinônimos, mas para a EducaçãoEspecial são duas vertentes. Tratando-se do sujeito cego, fica claro o total desconhecimentode suas necessidades por parte da escola, e é inegável a importância da visão para odesenvolvimento da criança, ainda mais quando essa criança é deficiente visual e o local ondeela frequenta no caso a escola, não apresenta o mínimo suporte para que ela possa selocomover sem ter a intervenção de um “vidente”, somando com inexperiência dosProfessores na área de Educação Especial. Essa incoerência entre teoria e prática ocorredevido à falta de recursos e suporte pedagógico para a implementação e desenvolvimento daeducação inclusiva de forma efetiva em classes regulares, juntamente com a falta decapacitação dos Professores para trabalhar nessa área.Palavras-chave: Inclusão, Acessibilidade, Deficiente Visual.Abstract: This paper presents part of the theoretical and practical research developed alongwith the Teacher EEEFM Jaderlândia, and come discuss some key issues related to specialeducation, its principles and modalities that along with the Salamanca Statement demonstratesthe numerous controversies between two principles: integration and inclusion, which are oftenconsidered synonymous, but for Education special are twofold. In the case of the blindsubject, it is clear the total ignorance of their needs by the school, and it is undeniable theimportance of vision for the development of the child, especially when that child is visuallyimpaired and where she goes to school in case , lacks the minimum support so she can getaround without the intervention of a "seer", adding with inexperienced teachers in the area of Special Education. This inconsistency between theory and practice occurs due to lack of resources and educational support for the implementation and development of inclusiveeducation effectively in regular classes, along with the lack of training of teachers to work inthis area.Keywords: Inclusion, Accessibility, Visually Impaired.
 
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1 INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como propósito realizar uma reflexão sobre as dificuldades que oprofessor enfrenta quando não está preparado para desenvolver suas atividades pedagógicas,levando em consideração a Inclusão de pessoas com deficiência visual em sua sala de aula,sendo assim, a escolha do objeto de pesquisa foi uma escola pública de ensino regular.Começando com um breve relato sobre a década em que o Brasil começou a implantar essainclusão, alavancado por fatos ocorridos na Tailândia e Espanha, que foram o marco para aEducação Especial.Neste sentido, o trabalho se compõe de várias partes além da introdução com osobjetivos: a primeira composta pela justificativa, onde mostrarei uma breve abordagem sobrea Educação Especial. A segunda vem mostrar como ainda é controverso a atual realidade daEducação Especial na Escola Pública. Na terceira, será apresentado algumas medidas paraimplementar a Educação Inclusiva na escola. Na quarta, passaremos pelo campo do conhecerquem é o sujeito cego. Na quinta, a metodologia que indicará qual a linha de pesquisa a seraplicada para desenvolver o trabalho. Na sexta, apresentaremos a análise dos resultados dapesquisa realizada com Professores da escola em questão. Por fim, a bibliografia, onde estãocontidos em ordem alfabética as fontes de pesquisa teórica.Esta pesquisa será alcançada através de um objetivo geral onde será analisado se osprofessores estão contribuindo para a inclusão de alunos com deficiência visual em sua turmae alguns objetivos específicos, em que será verificado se os professores possuem curso básicoou especialização para trabalhar com a inclusão, identificando as dificuldades que osprofessores enfrentam para trabalhar com um aluno deficiente visual em sua sala de aula everificando se a falta de qualificação do professor reflete na inclusão do aluno comnecessidade especial.
2 JUSTIFICATIVA
Na última década, no Brasil, o ato de incluir alunos com necessidades especiais nosistema regular de ensino da escola pública tem sido sem dúvida, um dos questionamentosmais discutidos no país, principalmente por estar amparada e fomentada pela legislaçãovigente.
 
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Segundo Mazzota (1996), essa preocupação com a educação de pessoas comnecessidades especiais no Brasil é muito recente. Bisaccione e Mendes (2008 p.70),apontaram alguns marcos importantíssimos para difundir a filosofia da Educação Inclusivaque foi, a Conferência Mundial sobre Educação para todos na cidade de Jomtien, naTailândia, em 1990, foi a partir daí que foram sendo estabelecidos os primeiros laboratóriosda política de educação inclusiva; e depois veio a Conferência Mundial sobre as necessidadesespeciais, que aconteceu na Espanha em 1994, que resultou na elaboração da Declaração deSalamanca, em que a ideia de educação inclusiva foi substituída definitivamente pelo conceitode educação especial.No Brasil, a personificação de Educação Inclusiva só foi implementada em 1996, pelaLei de Diretrizes e Bases (LDB) n° 9.394/96, na qual se afirma que: “
[...]
 
todas as criançasdevem ser acolhidas pela escola, independente de suas condições físicas, intelectuais, sociais,emocionais.
”.Bueno (2001) esclarece que o conceito de necessidades educativas especiais não selimita apenas a pessoas com deficiência de fato, ela se estende também para toda parcela dapopulação que vem sendo historicamente excluída da escola e da sociedade.Dessa forma, entende-se que a inclusão é algo que vai além das barreirasarquitetônicas e acessibilidade nas escolas regulares públicas, incluir é ultrapassar barreirasatitudinais, que implicará em uma mudança de pensamento frente ao diferente.Para Sassaki (1997), o processo de inclusão nas escolas regulares públicas, exige umamudança na sociedade, pois ele diz que:
Incluir é trocar, entender, respeitar, valorizar, lutar contra exclusão, transporbarreiras que a sociedade criou para as pessoas. É oferecer o desenvolvimento daautonomia, por meio da colaboração de pensamentos e formulação de juízo de valor,de modo a poder decidir, por si mesmo, como agir nas diferentes circunstâncias davia. (SASSAKI, 1997, p.41).
Partindo desse pressuposto de inclusão, as escolas regulares públicas deveriam serespaços democráticos, acolhendo todos os alunos, independentemente de suas necessidadesou diferenças. Porém sabemos que, para que este panorama seja real e possível, as escolasdeverão adotar uma nova postura, que irão refletir diretamente no projeto pedagógico, nocurrículo, na metodologia de ensino, nas formas de avaliação e nas atitudes dos educadores.A inclusão efetiva dos alunos com necessidade especiais no ensino regular das escolaspúblicas, depende de esforços e ações que favoreçam a integração social, no qual as escolas

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