• Embed Doc
  • Readcast
  • Collections
  • CommentGo Back
 
 Universidade Federal do Rio de JaneiroInstituto de Filosofia e Ciências SociaisPrograma de Pós-graduação em História Social
 
ATAVISMO E AÇÚCAR –A "naturalidade" do homem açucareiro
Heitor Pinto de MOURA FILHOSEMINÁRIO NATUREZA E HISTÓRIAProf. José Augusto PáduaAgosto de 2003
 
- 1 -
RESUMOEste texto argumenta que: a) o cérebro humano é constituído por zonasfilogeneticamente díspares; b) as ciências ainda hoje não conhecem adequadamenteo funcionamento do cérebro; c) as reações humanas decorrem de percepções ereações oriundas simultaneamente dos três níveis cerebrais; d) existem "
arenas eações atávicas
" em que os níveis cerebrais mais antigos comandam as reaçõeshumanas; e) o desenvolvimento da linguagem (e conseqüentemente da cultura)caracterizou e diferenciou o homem em sua evolução; f) surgiram então "
arenas eações históricas
" regidas por ambientes essencialmente humanos, como o intelecto(incluídos ai religião e ciência), a técnica, o mercado e o estado. O homemdiferenciou-se, também, pelo uso de
mediação
para atingir seus fins. Tal mediaçãopode usar um elemento da natureza, outro homem, instrumentos ouconceitos/estruturas desenvolvidos pelo próprio homem em suas arenas históricas.Em conseqüência, o homem convive individualmente com camadas cerebraisfilogeneticamente diversas, em que dominam ora as reações históricas, ora asatávicas. Também em sua vida social podemos identificar ambientes e reações "emcamadas". Ilustram-se essas idéias, em seguida, com exemplos retirados da históriada civilização açucareira no Brasil, com a participação determinante dasarenas/ações atávicas.
 
- 2 -
SUMÁRIO1. Introdução2. O homem em camadas3. Arenas e ações atávicas4. Arenas e ações históricas5. A sociedade em camadas ( I )6. Mediação7. A sociedade em camadas ( II )8. O atavismo do açúcar9. Homem versus natureza (Mata – Animais – Terra)10. Homem versus homem (Escravos – Senhores)11. Homem versus sociedade (Estado – Mercado)12. A "naturalidade" do homem açucareiroReferências bibliográficas
of 00

Leave a Comment

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...
You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...