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1158 Sophie_Weston - A filha do milionário (Julia 1158).pdf

1158 Sophie_Weston - A filha do milionário (Julia 1158).pdf

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06/10/2013

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 A Filha do Milionário
The millionaire's daughter
 
Sophie Weston
Ann Carew sabia que os homens se aproximavam dela por causa do dinheiro deseu pai. Então conheceu Konstantin Vitale. Ele era um arquiteto brilhante eempresário bem-sucedido, e foi o primeiro homem a chamar a atenção de Ann e afazê-la perder o autocontrole. Mas seria ele afinal mais um candidato a marido dafilha de um milionário?Ou seria um playboy interessado apenas em brincar com as emoções dela?Konstantin Vitale gostava de estar sempre no comando, tanto em sua vidaprofissional quanto na pessoal. Seu primeiro encontro com Ann, porém,desconcertou-o. Não apenas porque era a herdeira de uma imensa fortuna mastambém porque o fez pensar no inimaginável: casamento!
Digitalização: Simoninha Revisão: Cynthia 
 
A Filha do Milionário
 –
Julia nº 1158
 –
Sophie Weston
2
 
Querida leitora,
 
Certamente você conhece muitas mulheres que se entregaram de corpo e alma ao trabalho, para obter o reconhecimento profissional e serem bem-sucedidas. E preciso renunciar à casa, à família e ao amor. Ao amor? Não quando se quer ser feliz! E o que nossa heroína precisa descobrir. Participe dessa aventura! 
 Fernanda Cardoso - Editora
A F
ILHA DO
M
ILIONÁRIO
 
Sophie WestonCopyright © 2001 by Sophie WestonOriginalmente publicado em 2001pela Harlequin Mills & Boon Ltd., Londres, InglaterraTodos os direitos reservados, inclusive o direito de reprodução total ouparcial, sob qualquer forma.Esta edição é publicada através de contrato com a Harlequin Mills & Boon Ltd.Esta edição é publicada por acordo com a Harlequin Mills & Boon Ltd.Todos os personagens desta obra são fictícios.Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortasterá sido mera coincidência.
Título original: The millionaire's daughter
Tradução: Gracinda VasconcelosEditora e Publisher: Janice FloridoEditor: Fernanda CardosoEditora de Arte: Ana Suely S. DobónPaginadora: Nair Fernandes da SilvaEDITORA NOVA CULTURAL LTDA.Rua Paes Leme, 524 - 10° andar CEP: 05424-010 - São Paulo - BrasilCopyright para a língua portuguesa: 2001EDITORA NOVA CULTURAL LTDA.Impressão e acabamento:DONNELLEY COCHRANEGRÁFICA E EDITORA BRASIL LTDA.
DIVISÃO CÍRCULO
 
A Filha do Milionário
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Julia nº 1158
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Sophie Weston
3
 
CAPÍTULO I 
 Ann Carew entrou na mansão de seu pai e estacou de súbito. Aqueledefinitivamente não seria um tranqüilo jantar em família, conforme o convite de suamadrasta Lynda, e sim um jantar formal com dezenas de convidados vestidos a rigor e oinevitável candidato a marido da filha pouco atraente do milionário Tony Carew.E que candidato! Ann notou-o no momento em que fechou a porta. Ele estavaconversando com seu pai em um canto da sala, mas ambos a fitaram assim que chegou. Ann esqueceu rapidamente seu pai, sua madrasta casamenteira e as demais pessoasque se encontravam na sala.O candidato da noite era alto, musculoso e estonteante de uma certa formasardônica. Tinha pele morena e os olhos de um verde faiscante que contrastavam com oscílios negros. Seu perfil lembrava uma estátua grega. Sua respiração ficou suspensa por alguns instantes. Aquele homem não precisaria fazer coisa alguma para chamar atenção,exceto estar presente. Ann era muito experiente em avaliar as pessoas pela aparência. Afinal, foraapresentada a centenas de homens desde a primeira festa que Lynda organizara paraaproximá-la do que chamava de "pessoas de bem".O que você está tentando fazer comigo, Lynda?, pensou Ann.Seu pai obviamente a aguardava. Agora, enquanto dizia algo ao homem alto emoreno, parecia aliviado. Ann por um instante cogitou dar meia-volta e correr daquela sala. Como pudera ser tão estúpida?, pensou ela. Ao telefone, Lynda parecera tão casual quando a convidarapara jantar. Casual demais, pensou Ann naquele momento.
Venha jantar conosco, querida. Há tanto tempo não nos vemos
dissera.E ela nada percebera. Em meio ao trânsito enervante, respondera sem mesmoparar para pensar:
Está bem. A que horas? Agora encontrava-se a caminho da armadilha. O patinho feio da família fizera suaentrada triunfal no meio de tantos cisnes da elite de Londres. Ann olhou sua imagem no enorme espelho oval do século XVIII circundado deouro, que naturalmente não havia sido feito para refletir uma imagem como a dela. Nãoestava vestida apropriadamente para a ocasião, pois viera diretamente do trabalho comseu
tailleur 
de executiva. Seus cabelos castanho-escuros estavam quase pretos,encharcados de chuva, e pingavam-lhe no rosto, acabando com a pouca maquiagem querestara depois de um dia de trabalho árduo. A única vantagem era que assim escondiama cicatriz que traçava uma linha de sua sobrancelha até a orelha. Que final de sexta-feiraprometia ser aquele!O bonito homem propositadamente abria caminho entre os convidados parasocorrer , que não queria ser socorrida. Ann sentiu uma vontade incontrolável de gritar.Observava a figura alta aproximando-se. Como os outros convidados, estavavestido formalmente para a ocasião, porém destacava-se dos demais pela forma como asroupas evidenciavam seu corpo perfeito, seus quadris estreitos, seus ombros largos.Sem dúvida aquele efeito tinha sido deliberadamente calculado para impressionar 

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