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Alteração no Modelo de Grupos do Moodle para Apoiar a Colaboração - Leonardo N. dos Santos, Alberto N. de Castro Jr, Thaís H. Chaves de Castro - SBIE 2007

Alteração no Modelo de Grupos do Moodle para Apoiar a Colaboração - Leonardo N. dos Santos, Alberto N. de Castro Jr, Thaís H. Chaves de Castro - SBIE 2007

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Resumo. Vários ambientes virtuais de apoio a aprendizagem oferecem o recurso de organização em grupos, embora poucos sejam de fato adequados à realização colaborativa de atividades. A partir de um conjunto de características desejáveis a AVAs no suporte à colaboração, discutimos neste trabalho, as principais características do ambiente Moodle no que diz respeito à organização de grupos com tal propósito, descrevendo um conjunto de alterações que buscaram melhor suas características nesse aspecto específico, sem interferir nem modificar a arquitetura atual do ambiente
Resumo. Vários ambientes virtuais de apoio a aprendizagem oferecem o recurso de organização em grupos, embora poucos sejam de fato adequados à realização colaborativa de atividades. A partir de um conjunto de características desejáveis a AVAs no suporte à colaboração, discutimos neste trabalho, as principais características do ambiente Moodle no que diz respeito à organização de grupos com tal propósito, descrevendo um conjunto de alterações que buscaram melhor suas características nesse aspecto específico, sem interferir nem modificar a arquitetura atual do ambiente

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Published by: Leonardo Nascimento dos Santos on Feb 05, 2009
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05/10/2014

 
Alteração no Modelo de Grupos do Moodle para Apoiar aColaboração
Leonardo N. dos Santos
1
, Alberto N. de Castro Jr
1
, Thaís H. Chaves de Castro
1,2
1
Departamento de Ciência da Computação – Universidade Federal do Amazonas(DCC/UFAM) – Av. Gal. Rodrigo O.J. Ramos, 3000 – Manaus – AM – Brasil
2
Departamento de Informática – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(DI/PUC–RIO) – Av. Mq. de São Vicente, 225 RDC – Rio de Janeiro – RJ – Brasil
{lns1,albertoc,thais}@dcc.ufam.edu.br,thais@les.inf.puc-rio.br
 
 Resumo.
Vários ambientes virtuais de apoio a aprendizagem oferecem orecurso de organização em grupos, embora poucos sejam de fato adequados àrealização colaborativa de atividades. A partir de um conjunto decaracterísticas desejáveis a AVAs no suporte à colaboração, discutimos nestetrabalho, as principais características do ambiente Moodle no que dizrespeito à organização de grupos com tal propósito, descrevendo um conjuntode alterações que buscaram melhor suas características nesse aspectoespecífico, sem interferir nem modificar a arquitetura atual do ambiente
 Abstract.
Vários ambientes virtuais de apoio a aprendizagem oferecem orecurso de organização em grupos, embora poucos sejam de fato adequados àrealização colaborativa de atividades. A partir de um conjunto decaracterísticas desejáveis a AVAs no suporte à colaboração, discutimos nestetrabalho, as principais características do ambiente Moodle no que dizrespeito à organização de grupos com tal propósito, descrevendo um conjuntode alterações que buscaram melhor suas características nesse aspectoespecífico, sem interferir nem modificar a arquitetura atual do ambiente.
 Palavras-chave:
Grupos, Ambientes Virtuais para Aprendizagem Cooperativa, CSCL, Moodle.
 
 
1.
 
Introdução
Em muitos ambientes virtuais tem-se utilizado métodos de aprendizagem que sãofortemente baseados na interação entre os participantes e na geração colaborativa deconteúdos. Porém, em muitos desses ambientes não é evidente a preocupação em proveras funcionalidades necessárias para facilitar a colaboração.Para que um ambiente de apoio à aprendizagem forneça o suporte adequado àcolaboração, é necessário que utilize como unidade referencial de trabalho umarepresentação do que também acontece no ensino presencial, ou seja, a formação eorganização de grupos.Na primeira seção deste artigo, serão discutidos os elementos necessários para aimplementação de ambientes colaborativos de apoio à aprendizagem, que forneçammecanismos de incorporação das diversas práticas pedagógicas de aprendizagem emgrupo, segundo o levantamento descrito em [Dimitracopoulou 2005]. Em seguida, serãoanalisados os mecanismos de implementação de grupos em alguns ambientescolaborativos, considerando os aspectos levantados na seção anterior, enfatizando oambiente Moodle, foco central deste trabalho, desde sua concepção (objetivos deprojeto) ao estado atual. Na Seção 4 é descrita uma alteração na concepção de grupos doMoodle, que já foi implementada e está em uso.
2.
 
Ambientes Virtuais de Apoio à Aprendizagem (AVAs) e os Grupos
Neste trabalho, considera-se “grupo” um conjunto pequeno de pessoas reunidas paraalgum propósito, nesse caso, a aprendizagem. Já “comunidade” tem um contexto maisamplo, possuindo uma quantidade maior de pessoas, com propósito de compartilharinteresses e experiências.Segundo [Dimitracopoulou 2005], ambientes colaborativos para apoio àaprendizagem podem ser classificados, de acordo com o enfoque e os tipos de grupos,em: (
i
) orientados à resolução de problemas, que trabalham com pequenos grupos; e (
ii
)de propósitos gerais, voltados a comunidades. Em ambos os casos é necessário fornecersuporte à colaboração. No entanto, em (
i
) estes mecanismos precisam ser mais refinadose alinhados a métodos colaborativos específicos, o que se constituiu no foco daconcepção de grupos deste trabalho.No levantamento descrito em [Dimitracopoulou 2005] ainda são apontadastendências na pesquisa de requisitos para que um ambiente computacional possaefetivamente fornecer apoio à colaboração no contexto de aprendizagem. Em talcenário, foram relacionadas cinco funções desejáveis em ambientes colaborativos deapoio à aprendizagem, conforme resumido na Tabela 1.Seguindo a seqüência apresentada na Tabela 1, descreveremos cada um dos itensapresentados, relacionando-os com outros trabalhos, enfocando a visão de grupoutilizada aqui.
 
Tabela 1 – Quadro-resumo com as funções de um ambiente virtual em relação agrupos
1
Diálogo e Ação
Ferramentas de comunicação (síncrona e assíncrona), interação,construção e representação de conhecimento, produção de textos.Espaço compartilhadoSaber o que os outros parceiros de grupo estão fazendoSaber o que os outros grupos estão fazendo2
Percepção(
 awareness
)
Conhecimento do planejamento das atividadesO professor forma os grupos ou eles são formados pelosespontaneamenteOs estudantes trocam de grupo ou nãoHierarquia de grupos3
Regras
Determinação de papéis dentro do grupoFormação de grupos4
Auxílio aoprofessor
Atribuição de atividades aos gruposO grupo deve ser entendido como uma unidade5
Gerenciamento dacomunidade
Visibilidade do conhecimento produzido em um grupo pelacomunidade
2.1.
 
Os meios apropriados para diálogo e ação
O elemento principal para a aprendizagem cooperativa é a comunicação. Entretanto,para a aprendizagem cooperativa através de ambientes computacionais emcomputadores, são necessárias tanto comunicação de caráter síncrono, quantoassíncrono, dada a natureza e a distância da comunicação. Logo, essa comunicaçãopode ocorrer em diversos níveis, podemdo ser uma comunicação entre duas pessoas, umgrupo, ou uma comunidade.Para esta função, deve-se ter a preocupação de prover ferramentas que realizema comunicação (nesses diversos níveis), que possibilitem a interação e a construção doconhecimento. Nesse ponto, muitos ambientes computacionais já dispõem de diversasferramentas, apesar de muitos deles não as utilizarem como instrumentos decolaboração, ou seja, não fazem com que o uso das mesmas seja feito em grupo.
2.2.
 
Funções de percepção do espaço de trabalho (
 awareness
)
Segundo Mesquisa [2003], os participantes de um grupo devem “saber o que jáaconteceu, o que está acontecendo no momento e o que poderá vir a acontecer depoiscom os membros e com o ambiente, para que seja possível contextualizar suas própriasatividades dentro do progresso do grupo como um todo”. Este processo pode vir aacontecer por meio de
blogs
, agenda de atividades, relatórios estatísticos de atividades,ferramentas gráficas interpretadoras das interações ocorridas no ambiente, entre outros.Dessa maneira, deve-se ressaltar que “é preciso espaço compartilhado para secriar entendimento compartilhado”, uma vez que “a conversação é vital mas não é obastante” [Schrage 1995 apud Fuks 2000]. Portanto, é necessário criar um meio cujosparticipantes se sintam à vontade para interagirem, aprenderem e terem ciência de que

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