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CH 178 - Conor - Ruth Langan

CH 178 - Conor - Ruth Langan

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03/31/2013

 
A SAGA DOS O’NEIL – UMA FAMÍLIA MOVIDA PELO DESTINOIrlanda, 1546UM TRATANTE HONRADO
Dotado de uma língua de veludo e de uma espada bem afiada, Conor O’Neilqueria se vingar das provações que seu povo sofria. Enquanto se envolvia noarriscado jogo da política e do poder, porém, Emma Vaughn fazia um jogo aindamais perigoso.
UMA SEDUTORA INOCENTE
Emma era tímida e inocente, até chegar à corte da rainha com um objetivoclaro: desviar a atenção de Conor O’Neil da intriga para o prazer. A cada caríciae flerte, aproximava-se do sucesso. Contudo... Emma começava a imaginar de quelado estava sua verdadeira lealdade.
DIGITALIZAÇÃO: CRIS ANDRADEREVISÃO: VANESKA VEIGA
 
CH 178 CONORCH 178 CONORRUTH LANGANRUTH LANGANCopyright © 1999 by Ruth Ryan LanganPublicado originalmente em 1999 pelaHarlequin Books, Toronto, Canadá.Todos os direitos reservados, inclusive o direitode reprodução total ou parcial, sob qualquer forma.Esta edição é publicada por acordo com aHarlequin Enterprises B.V.Todos os personagens desta obra, salvo os históricos,são fictícios. Qualquer outra semelhança com pessoasvivas ou mortas terá sido mera coincidência.Título original:
Conor
Tradução: Ieda MoriyaEditor: Janice FloridoChefe de Arte: Ana Suely DobónPaginador: Nair Fernandes da SilvaEDITORA NOVA CULTURAL LTDA.Rua Paes Leme, 524 - 10a andarCEP 05424-010 - São Paulo - BrasilCopyright para a língua portuguesa: 2000EDITORA NOVA CULTURAL LTDA.Fotocomposição: Editora Nova Cultural Ltda.
Impressão e acabamento: Gráfica Círculo.
PROJETO REVISORAS
2
 
CH 178 CONORCH 178 CONORRUTH LANGANRUTH LANGAN
PRÓLOGO
Irlanda, 1546
—Bom dia, jovem Conor. — A velha camponesa sorria para o filho de GavinO’Neil, o senhor de Ballinarin. — Veio com a família à feira?Conor 0'Neil, de nove anos, parou junto à banca carregada de doces.— Isso mesmo, sra. Garrity.Era sua barraca favorita no dia das compras. Não muito longe, seu paisaboreava uma cerveja em companhia de Friar Malone e alguns homens dovilarejo. Do outro lado do gramado, a mãe e a irmãzinha Briana admiravam fitas erendas mostradas por uma moça. O irmão mais velho, Rory, e outros rapazolasvadeavam pela rua fingindo ignorar as garotas bonitas que riam coradas.Por toda parte, vendedores apregoavam suas mercadorias. Não faltavambarracas com engradados de galinhas alvoroçadas, baldes cheios de peixes secontorcendo e carrinhos com mexilhões e outros com mariscos. Os fazendeirosexibiam suas frutas e hortaliças, ao mesmo tempo que permutavam carneiros porfrutos do mar.— Tive seis filhos e sei o que mais agrada ao coração de um menino —confidenciou a sra. Garrity, na voz musical que Conor adorava.Com uma piscadela, estendeu-lhe um dos doces. Como sempre, ele tirouuma moeda do bolso. Também como sempre, a boa mulher deu-lhe mais umaguloseima sussurrando:— Este é de graça. Para você se agüentar até chegar em casa.Trocaram um sorriso secreto. Conor mordeu o doce e suspirou de prazer.Antes que desse a segunda mordida, porém, sentiu um aperto no ombro e foiempurrado violentamente. Caído no chão, viu mais de dez soldados inglesesabrindo caminho em meio à multidão.As vozes felizes calaram-se de repente. Até as criancinhas que brincavamde pega-pega rindo e gritando estacaram mudas.— O que querem aqui? — questionou um dos fazendeiros.— Queremos comida, homem. Estamos com fome. — O líder do grupo desoldados invadiu uma barraca e pegou um engradado de galinhas. Diante dovendedor indefeso, atirou a mercadoria para um dos subordinados. queestamos aqui, vamos levar o ouro também.Os soldados começaram a recolher baldes de peixe, cestos de pão, aomesmo tempo que enchiam os bolsos com as moedas das caixas.Um deles reparou na banca de doces e começou a confiscá-los.— Cadê o seu dinheiro, velhota?A sra. Garrity esvaziou o bolso do avental, colocando três moedas de ourona mão dele.
PROJETO REVISORAS
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