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Franz Kafka - Um Médico de Aldeia

Franz Kafka - Um Médico de Aldeia

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07/10/2013

 
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Sentia-me extremamente perplexo. Tinha de deslocar-me urgentemente auma aldeia a dez milhas de distância, onde me esperava um doente emestado grave. Uma densa tempestade de neve cobria todo o espaço livre queme separava dele. Possuía um cabriolé, um pequeno cabriolé de rodas altas,inteiramente adequado para as nossas estradas de província. Agasalhado depeles, com a mala dos instrumentos na mão, estava no pátio, pronto para aviagem. O que não tinha era cavalo, cavalo nenhum. O meu tinha morridodurante a noite, consumido pelas fadigas deste gélido inverno. A minhacriada corria agora à aldeia para tentar arranjar um cavalo emprestado, maseu sabia que era em vão e ali permanecia abandonado, com a neve a formarsobre mim uma camada progressivamente mais espessa, cada vez maisincapaz de mover-me.A rapariga apareceu à entrada do portão, sozinha, e abanou a lanterna: éclaro, quem estava disposto a emprestar um cavalo a uma hora destas parasemelhante viagem? Percorri novamente o pátio para um lado e para outro.Não via solução. Na minha confusa aflição, dei um pontapé na porta dilapidado curral dos porcos, há longos anos deserto. A porta escancarou-se e ficoua abanar nos gonzos. Desprenderam-se do interior um vapor e um cheirocaracterísticos da presença de cavalos. Lá dentro, uma débil lanterna deestábulo balouçava suspensa de uma corda. Naquele espaço exíguo, estavaacocorado um homem de cara franca e olhos azuis. «Quer que euaparelhe?», perguntou, arrastando-se a quatro.

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