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ética de Nietzshe

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ética de Nietzshe
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07/23/2013

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Friedrich Nietzsche
 
 Nietzsche nasceu a 15 de Outubro de 1844 em Rocken na Alemanha. Aluno brilhante formou-se emFilologia Clássica e Teologia Evangélica na universidade de Bonn, aos 24 anos é nomeado professor defilologia na universidade de Basileia, adoptando também a nacionalidade suíça.Em 1879 Nietzsche, foi afastado do seu posto de professor devido ao seu estado de saúde, derivado ásua voz quase inaudível. Depois de deixar de ser professor, Nietzsche teve pequenas estadias emalgumas cidades europeias: Veneza, Génova, Turim, Nice, entre outras. Em 1889 é-lhe diagnosticadodemência, 11 anos depois acabou por falecer, não se sabendo a causa da morte ao certo. Nietzsche escreveu várias obras, tendo mais sucesso com “ Assim Falou Zaratustra, um livro para todose para ninguém “.O centro de Zaratustra é a noção de que os seres humanos são uma forma transicionalentre macacos e o que Nietzsche chamou de Übermensch, literalmente "além-do-homem",normalmente traduzido como "super-homem". O nome é um dos muitos trocadilhos no livro e se referemais claramente à imagem do Sol vindo além do horizonte ao amanhecer como a simples noção devitória.Algumas Obras:
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O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música (1872)- A Filosofia na Idade Trágica dos Gregos (1873)- Sobre a verdade e a mentira em sentido extra moral (1873)- Considerações Intempestivas (1873 a 1876)- Humano, Demasiado Humano, um Livro para Espíritos Livres (1886)- Aurora, Reflexões sobre Preconceitos Morais (1881)
A Morte de Deus
A Morte de Deus assume-se como o ponto de partida para o desenvolvimento das linhas gerais do pensamento de Nietzsche, dado que implica um diagnóstico da cultura, da moral e do pensamento posterior ao iluminismo, e de como é precisamente o iluminismo a marca fundamental da morte deDeus.
 
“Deus está morto! Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós! Como haveremos de nosconsolar, nós os algozes dos algozes? O que o mundo possuiu, até agora, de mais sagrado e mais poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas lâminas. Quem nos limpará desse sangue? Qual aágua que nos lavará? Que solenidades de desagravo, que jogos sagrados haveremos de inventar? Agrandiosidade deste acto não será demasiada para nós? Não teremos de nos tornar nós próprios deuses, para parecermos apenas dignos dele? Nunca existiu acto mais grandioso, e, quem quer que nasçadepois de nós, passará a fazer parte, mercê deste acto, de uma história superior a toda a história atéhoje!” — Friedrich NIETZSCHE, A Gaia Ciência.Para Nietzsche, a morte de Deus metaforiza o facto de os homens não mais serem capazes de crer numaordenação cósmica transcendente, o que os levaria a uma rejeição dos valores absolutos e, por fim, àdescrença em quaisquer valores. Isso conduziria ao niilismo, que Nietzsche considerava um sintoma dedecadência associada ao facto de ainda mantermos uma "sombra", um trono vazio, um lugar reservadoao princípio transcendente agora destruído, que não podemos voltar a ocupar. Para isso ele procurou,com o seu projecto da "transmutação dos valores", reformular os fundamentos dos valores humanos em bases mais profundas do que os ídolos do cristianismo.Segundo ele, quando o cheiro do cadáver se tornasse inegável, o relativismo, a negação de qualquer valoração, tomaria conta da cultura. Seria tarefa dos verdadeiros filósofos estabelecer novos valores em bases naturais e iminentes, evitando que isso aconteça. Assim, a morte de Deus abriria caminho paranovas possibilidades humanas. Os homens, não mais procurando vislumbrar uma realidadesobrenatural, poderiam começar a reconhecer o valor deste mundo. Assumir a morte de Deus serialivrar-se dos pesados ídolos do passado e assumir sua liberdade, tornando-nos eles mesmos deuses.Esse mar aberto de possibilidades seria uma tal responsabilidade que, acreditava Nietzsche, muitos nãoestariam dispostos a enfrentá-lo. A maioria continuaria a necessitar de regras e de autoridades dizendoo que fazer, como julgar e como ler-o-mundo.
A Vontade de Poder 
A vontade de poder, simulacro onde se fundamenta toda a existência, é também o princípio de um novo pensar e de uma nova moral;O ponto de partida deste simulacro reside na crítica à moral cristã e à sua apologia da debilidade, dafraqueza e do sacrifício para alcançar o Paraíso, numa vida depois da morte.Em Nietzsche afirma-se a iminência capaz de estabelecer uma força que origina a totalidade do realdentro de si mesma.Esta força nascente é então a vontade de poder.

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